COMISSÃO PROCESSANTE ENCERRA FASE DE INSTRUÇÃO, APÓS NOVO W.O DE QUINQUINHA

COMISSÃO PROCESSANTE ENCERRA FASE DE INSTRUÇÃO, APÓS NOVO W.O DE QUINQUINHA

Prefeito tem prazo de cinco dias para apresentar alegações finais, mas recusa em prestar depoimento indica que optou por judicializar…

More...
QUINQUINHA IGNORA VEREADOR E JUDICIÁRIO

QUINQUINHA IGNORA VEREADOR E JUDICIÁRIO

Condenado na Justiça e investigado pela Câmara, prefeito ainda paga escritório de advocacia 'pivô' dos processos e contrata mais duas…

More...
QUINQUINHA E ARLEN ATOLADOS NA BR-135

QUINQUINHA E ARLEN ATOLADOS NA BR-135

Aliados, prefeito e deputado ‘compram’ causa do asfalto da rodovia e outra vez frustram sonho da população  Imagens das visitas…

More...
AÇÃO ENTRE AMIGOS

AÇÃO ENTRE AMIGOS

Câmaras de vereadores devolvem sobra de orçamento a prefeitos aliados Imagem: alternativafm.com A quebradeira geral que toma conta do setor…

More...
PREFEITO DEMITE 100 PRÓXIMO AO NATAL

PREFEITO DEMITE 100 PRÓXIMO AO NATAL

Quinquinha alega falta de recursos para justificar demissão coletiva, que ajudaria a fechar a folha de dezembro Um presente de…

More...
NA DEFESA, QUINQUINHA PARTE PARA O ATAQUE

NA DEFESA, QUINQUINHA PARTE PARA O ATAQUE

Prefeito alega fraude em votação e suspeição de vereadora entre argumentos para barrar denúncia de improbidade  Volumes com as cerca…

More...
O JUS SPERNEANDI DE QUINQUINHA

O JUS SPERNEANDI DE QUINQUINHA

Prefeito entrega defesa prévia à Câmara, que tem agora 10 dias para arquivar ou levar acusação de improbidade adiante  Quinquinha…

More...
DEMOROU, MAS ERA DIA

DEMOROU, MAS ERA DIA

Câmara de Manga aceita denúncia e Quinquinha pode ser cassado por improbidade administrativa  Imagem: Clever Inácio - www.norticias.com.br        …

More...
Frontpage Slideshow | Copyright © 2006-2012 JoomlaWorks Ltd.
Imprimir

PROTESTOS EM ESTRADAS DO EXTREMO NORTE

No Domingo, 14 Janeiro 2018 19:03.

Bloqueios devem acontecer em Itacarambi e Januária, com suspensão do tráfego na BR-135 e MG-479  

 

BR-135 entre Manga e Itacarambi: descaso do poder público já dura décadas 

Dois movimentos programados para a manhã desta segunda-feira (15) devem paralisar o tráfego na BR-135, na altura do povoado de Rancharia, e na MG-479, na saída de Januária, no sentido de Chapada Gaúcha, no Noroeste de Minas. Um dos organizadores do movimento na BR-135, o vendedor Daniel Caldas Santiago diz que o movimento é apartidário e que 'políticos não serão bem-vindos' ao protesto.

"Nosso objetivo é sensibilizar os governantes para esse problema aí da estrada", diz Daniel Santiago, em contato via telefone com o site. Ele acrescenta que o movimento é apartidário e que não há lideranças definidas no comando da paralisação. A proposta dos bloqueios é alertar os governos estadual e federal para o abandono da rodovia federal entre Manga e Itacarambi. O protesto deve começar na madrugada, com o uso de pneus velhos e veículos para interceptar o fluxo na BR-135.   

Segundo os organizadores, a paralisação deve durar 24 horas, mas a experiência mostra que esses protestos costumam se esvaziar algumas horas depois do início da instalação das barreiras de contenção do trânsito de veículos. Ainda assim, o motorista que não quiser ficar parado sob o sol escaldante da região deve evitar trafegar nesta segunda-feira pela BR-135 e a MG-479.

Quem trafega pela BR-135, no sentido Manga-Januária, pode optar pela travessia entre Manga e Matias Cardoso. No sentido contrário, a solução é atravessar o Rio São Francisco em Mocambinho e voltar a cruzar o leito do rio entre Matias Cardoso e Manga, para pegar novamente a BR-135.   

Esse tipo de manifesto é sempre bem-vindo, mas dificilmente vai sensibilizar governantes em final de mandato e às voltas com estados quebrados como é o caso do presidente Michel Temer e do governador Fernando Pimentel. Ainda assim, a iniciativa vale para mostrar que a sociedade civil não está inerte diante do velho descaso do sempre com a população de municípios do extremo Norte de Minas.

O trecho da BR-135 entre Manga e Itacarambi segue órfão desde que o petismo saiu de cena com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Os deputados Arlen Santiago (estadual) e Toninho Pinheiro (federal) comandaram 'caravanas' de prefeitos, entre eles o de Manga, Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), e vereadores de municípios daquela microrregião, para reivindicar a retomada do asfalto naquele trecho, mas acabaram por enfiar a viola no saco e não falam mais no assunto.

A BR-135, por sinal, deve voltar para o domínio do governo estadual, conforme previsto em decreto de estadualização assinado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em acordo de transferência da rodovia para a responsabilidade e gestão do governo de Minas, quando Itamar Franco era o governador do turno.

Durante os governos do ex-presidente Lula, os destinos da BR-135 foram devolvidos para Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (DNIT), que iniciou a pavimentação de alguns trechos da estrada entre a divisa com o estado da Bahia e a cidade de Manga, em Minas. O asfalto da rodovia federal nunca esteve tão longe como agora, porque os governos federal e estadual jogam a responsabilidade pela estrada um no colo do outro e tudo fica por isso mesmo.

Acesso para Brasília 

Imprimir

TEMER AGE PARA PIORAR MINISTÉRIO MEIA BOCA

No Domingo, 14 Janeiro 2018 11:59.

Presidente abusa da tática de nomear dor de cabeça em troca de apoio na votação da reforma da Previdência

Pivô da mais nova crise no governo Temer, a deputada Cristiane Brasil aguarda por uma posse que dificilmente vai acontecer

Maurício Quintella, Sérgio Sá Leitão, Osmar Terra, Marcos Pereira, Fernando Coelho Filho, Marx Beltrão, Helder Barbalho, Alexandre Baldy, Wagner Rosário...

Elencados na ordem acima, sem nenhum aposto, dificilmente esses nomes serão reconhecidos pelo brasileiro mediano. Todos são ministros do governo Michel Temer, que ainda ostenta em seus quadros nulidades de apelo instantâneo na mídia, como Luislinda Valois, a ministra dos Direitos Humanos mais conhecida por brigar por salário acima do teto constitucional de R$ 35 mil.

A banda conhecida do governo Temer na Esplanada dos Ministérios também não anima. É gente como Eliseu Padilha (Casa Civil), aquele que o falecido senador baiano Antonio Carlos Magalhães apelidou de Eliseu Quadrilha, e Blairo Maggi (Agricultura), com seus currículos enfeitados por processos judiciais, ou mesmo Gilberto Kassab (Comunicações), o suprassumo do fisiologismo nacional, capaz de adormecer no governo da presidente cassada Dilma Rousseff e amanhecer no dia seguinte ministro do governo Temer, a quem se acusa de golpe parlamentar.

O ministério de Temer exibe ainda Sarney Filho (Meio Ambiente) e Hélder Barbalho (Integração Nacional), assessores que têm mas a dizer pelo sobrenome que carregam do que pela contribuição efetiva que possam dar ao país. Está lá também Moreira Franco, o secretário-geral da Presidência da República, que recebeu o mimo ministerial do presidente e correligionário para não ficar sem o foro privilegiado que o deixaria susceptível de responder às muitas acusações que lhe pesam nos ombros ante um juiz de primeira instância.

Não pode ficar de fora o hour-concour Carlos Marun (Secretaria de Governo), o rei do baixo clero e ex-office-boy de Eduardo Cunha, que rasgou o verbo poucos dias após assumir ao considerar normal vincular empréstimos de bancos públicos às votações de interesse do governo, em especial a da Previdência. 

Ah, mas tem o Henrique Meirelles, dirá o leitor com ambição para Pollyanna,  capaz de ainda enxergar algum tom cor-de-rosa em meio ao muito cinza da cena nacional. Até mesmo aí, a safra não tem sido boa. A recuperação econômica é mais para inglês ver e o afamado ministro já rende algumas dores de cabeça depois que resolveu mostrar que é quem realmente manda no pedaço ao partir para voo solo presidencial. Para piorar o humor de mister Meireles, a agência de medição de riscos Standard & Poor's rebaixou a nota do Brasil, no que fere de morte a baboseira oficial de que há um ajuste fiscal em curso no país.      

Nas últimas semanas, Michel Temer teve um nome indicado a ministro barrado pelo correligionário José Sarney, ex-presidente e dono da capitania hereditária do Maranhão. Agora mesmo, seu governo gira às tontas voltas para derrubar as ações judiciais que vetam a posse da deputada federal fluminense Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho. Além de ser filha de Roberto Jefferson, o homem-bomba do Mensalão, a moça é ré em processos trabalhistas, com zero contribuição para o setor e zero conhecimento sobre as normas internacionais do Trabalho.

Prerrogativa

Imprimir

QUINQUINHA ATRASA SALÁRIO DE SERVIDOR

No Quinta, 11 Janeiro 2018 13:54.

FPM do município foi bloqueado supostamente pelo não  pagamento de contribuição previdenciária 

>> Funcionários e comércio local estão assustados com realidade que imaginava ser coisa do passado

[ATUALIZADO] - A Prefeitura de Manga não conseguiu pagar os salários dos servidores do mês de dezembro. O calote pegou de surpresa os cerca de mil funcionários públicos e o comércio local, que praticamente tinham perdido a memória desse tipo de dificuldades na administração do município. A situação das finanças do município parecia em ordem, porque o prefeito Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS) havia pago o décimo terceiro e o salário de novembro normalmente. Só parecia. 

A última vez que houve atraso no pagamento da folha salarial em Manga foi em janeiro de 2103, no início da gestão do ex-prefeito Anastácio Guedes (PT), quando o pagamento demorou 10 dias para cair nas contas dos servidores. Ainda assim, o atraso se deveu à ‘herança maldita’ herdada do então prefeito Quinquinha, que deixou um saldo negativo de R$ 1,8 milhão para seu sucessor, sem que houvesse previsão de receitas.

Esse episódio foi motivo de grande bate boca à época entre Quinquinha, que deixava o cargo, e o PT de Anastácio, que assumiu o município com débitos do mês anterior, que era de responsabilidade do prefeito que terminava o mandato. Quatro anos depois, Quinquinha recebeu a Prefeitura com todas as folhas pagas e ainda o saldo positivo, repassado pelo governo federal no rateio da repatriação dos recursos trazidos por brasileiros com conta no exterior.   

Sentado novamente na cadeira de prefeito, Quinquinha atrasa o pagamento da folha salarial, mas desta vez não tem em quem botar a culpa diretamente – já que está no cargo há 13 meses.

A Prefeitura de Manga não emitiu nenhuma nota oficial para acalmar os servidores e empresariado local, mas nos intramuros Quinquinha tenta jogar a culpa no governador Fernando Pimentel, que tem atrasado repasses do imposto sobre o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação (ICMS).

A verdade, entretanto, parece ser outra. A Receita Federal do Brasil debitou R$ 317 mil no repasse de R$ 568 mil do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) depositada na quarta-feira (10). O débito extemporâneo, segundo uma fonte, aconteceu porque Quinquinha teria deixado de recorrer a contribuição previdenciária dos servidores em novembro passado, na tentativa de fazer caixa para pagar a folha extra do décimo terceiro salário.

Como o pagamento não foi realizado no mês subsequente, em dezembro, a Receita Federal fez a cobrança automática agora em janeiro e pegou a administração de surpresa. Em nota no Facebook, o prefeito admite pendências com o INSS e diz que o bloqueio aconteceu porque a administração pagou com atraso de oito dias, em 28 de dezembro, a contribuição previdenciária do mês de novembro.

Em clima de choro, Quinquinha reclama pelo fato da administração anterior ter atrasado pagamentos com a Previdência e, mesmo assim, nunca ter passado pela situação vexaminosa de ter recursos bloqueados. O prefeito diz que paga em dia os débitos com o INSS. Pelo jeito não paga, já que a Receita não faz bloqueio de quem está em dia com as suas obrigações previdenciárias.     

Havia uma expectativa de que o município lançasse mão de recursos que o prefeito supostamente tenta economizar para bancar um pacote de obras agora em 2018, mas os servidores só vão receber na segunda-feira (22) ou mesmo no dia 30 de janeiro, quando as segunda e terceira parcelas do FPM forem repassadas à Prefeitura. O problema com essa estratégia é que o atraso deste mês de janeiro pode contaminar os próximos pagamentos, em efeito dominó que leve a mais atrasos e provoque a suspensão do pagamento de outros compromissos da administração, entre eles o pagamento a fornecedores.  

Há um ano, previ no texto “Ao vencedor a aspereza dos abacaxis" as dificuldades de ordem política e financeira que Quinquinha enfrentaria ao longo desta sua terceira passagem pela cadeira de prefeito de Manga, especialmente nos dois primeiros anos do atual mandato. Vale uma leitura do texto completo. Abaixo, uma palhinha do registrei na ocasião:

Voltou para ser pior

Imprimir

POR LEGADO, MATIAS FAZ DÍVIDA PARA SUCESSOR

No Quinta, 11 Janeiro 2018 07:30.

Prefeito Edmárcio toma empréstimo de R$ 1,5 milhão para urbanizar orla do Rio São Francisco

 

O prefeito de Matias Cardoso, Edmárcio Moura Leal, O Edmárcio da Sisan (PSC), assinou, na semana passada, convênio para estruturação urbanística na margem direita do rio São Francisco. O investimento previsto para aquilo que a administração diz ser o embelezamento da orla é de R$ 1,5 milhão, com recursos contraídos via empréstimo do programa BDMG Urbaniza 2017, junto ao Banco Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).

Edmárcio resolveu aderir ao edital que o BDMG realizou no ano passado, em que municípios mineiros podiam se habilitar a realizar operações de crédito para o financiamento de obras de infraestrutura. Uma das condições para ter acesso ao recurso é a aprovação de lei autorizativa pela Câmara Municipal. Oito dos nove vereadores do município foram favoráveis à contratação do financiamento, como voto contrário da parlamentar Noeme da Silva Pereira, a Noeme do Gado Bravo (PV).

Edmárcio contratou a faixa máxima do valor oferecido pelo BDMG, que é de R$ 1,5 milhão para municípios com população entre 10 e 20 mil habitantes. Matias Cardoso tem 11 mil moradores. 

A linha BDMG Urbaniza tem correção monetária pela taxa básica de juros do Banco Central, a Selic, atualmente em 7% ao ano, mais juros de juros de 5% ao ano, condição destinada para municípios com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) inferior a 0,668. O custo final do empréstimo, que só será quitado daqui a seis anos, pode chegar a quase o dobro do valor repassado ao município em razão da parcela variável na composição das taxas.

A Selic, que hoje está bastante convidativa para os tomadores do dinheiro, bateu em 14,25% há pouco mais de um ano - o que deixa em aberto o valor final da dívida que o município acaba de assumir (assinatura do contrato na foto ao lado).

O problema de tomar empréstimo com índice de correção variável é que você nunca sabe quanto efetivamente vai pagar ao final do período. No caso de Matias, o custso final do 'embelezamento' da orla pode sair pelo dobro do valor contratado - quando se considera juros e as taxas cobradas pelo banco.             

Garantias reais

Imprimir

DO BLOG DO SAKAMOTO

No Quarta, 10 Janeiro 2018 13:52.

Temer quer comprar voto de deputado com dinheiro que ainda não existe?

 

O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun (MDB-MS)

Por Leonardo Sakamoto 

Temer está propondo distribuir R$ 10 bilhões que ainda não existem, oriundos de uma eventual economia obtida da mudança nas aposentadorias, para bancar a compra de votos de deputados no intuito de ajudar a aprovar a própria Reforma da Previdência. De acordo com reportagem na Folha de S.Paulo, desta quarta (10), os valores serão usados na finalização de obras em redutos eleitorais de quem estiver ao seu lado.

O governo calcula que a população, feliz que seu deputado entregou asfalto, concreto e linhas de transmissão, esquecerá que ele também votou pela mudança em sua aposentadoria.

Há quem defenda esse tipo de ação, citando levantamentos que mostram que, em outras ocasiões, o impacto negativo de mexer na Previdência foi compensado pelo investimento em obras em redutos eleitorais dos parlamentares.

A meu ver, a comparação não é válida. O presidente não era Temer, com sua aprovação de um dígito. Nem existiam redes sociais para que o eleitorado fosse informado das ações do parlamentar de sua região e pudesse ''flodar'' sua caixa postal de críticas. E a internet ainda não funcionava como uma grande memória coletiva, que pode ser resgatada nos momentos de eleição, no melhor estilo ''Eu sei o que vocês fizeram no verão passado''.

Mas não creio que as obras pagas por essas emendas funcionarão como compensação junto à população. Ela já está querendo ir à forra contra uma das piores legislaturas da República. Votar pela Previdência não será, portanto, a causa de uma não-reeleição de um deputado. Será a gota d'água que faltava.

A solicitação de emendas para atender demandas justas da população faz parte da democracia. O problema é quando o processo de sua liberação inclui tomaladacás. A tática, claro, foi sistematicamente utilizada por todos os governos até aqui. Mas quando tudo é muito escrachado, dobra a azia.

Enquanto isso, o governo federal despejou dezenas de milhões de reais em propaganda pró-reforma em veículos de comunicação e agências de publicidade, com especial atenção a rádios e TVs do Nordeste. São campanhas feitas não para informar sobre o tema e abrir um debate com todos os lados da questão, mas de convencer. O Poder Executivo gasta dinheiro público para deixar claro ao país de que sua reforma é boa, enquanto os opositores à proposta não têm a mesma facilidade para divulgar os argumentos contrários. Se vivéssemos em uma democracia, isso seria preocupante.

Imprimir

COMISSÃO PROCESSANTE ENCERRA FASE DE INSTRUÇÃO, APÓS NOVO W.O DE QUINQUINHA

No Terça, 09 Janeiro 2018 22:53.

Prefeito tem prazo de cinco dias para apresentar alegações finais, mas recusa em prestar depoimento indica que optou por judicializar processo 

Advogado Ilídio Santos e os vereadores Bento Gonçalves e Bio Pimenta na sessão da comissão processante designada para oitiva de Quinquinha e testemunhas: prefeito faz pouco caso do Legislativo  

Mesmo notificados pela comissão processante (CP) no último final de semana, o prefeito de Manga, Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), e o líder do governo na Câmara Municipal, Evilásio Amaro Sobrinho (PPS), deixaram de comparecer à sessão em que o prefeito denunciado e suas testemunhas deveriam prestar depoimentos no processo que investiga suposta improbidade administrativa em contrato firmado pelo município com o escritório Menezes & Advogados Associados, de Montes Claros, em fevereiro do ano passado.

Os advogados Farley Soares Menezes e Paula Cristina Dias Veloso, notificados por aviso de recebimento (AR), além da secretaria municipal de Educação, Fabrícia Mota Ferreira, arrolados como testemunhas do prefeito, também ignoraram a comissão processante. Única testemunha a comparecer para prestar depoimento, a servidora pública Márcia de Oliveira Pastor Viana foi dispensada da oitiva, depois ter dito que só falaria após a oitiva do prefeito à comissão.

Frustradas todas as tentativas de ouvir o prefeito, o presidente da comissão processante, vereador Bento Ferreira Gonçalves (PR), e o secretário Israel Jarbas Pimenta, o Bio (PSB), deliberaram por encerrar a fase de instrução processual da investigação contra Quinquinha de Quinca de Otílio. O prefeito adotou, desde a instalação da CP, no início de outubro do ano passado, a estratégia de tentar esvaziar ou protelar os trabalhos da comissão, ao lançar mão de tentativas de obstrução e até um recurso ao Judiciário para barrar a investigação (aqui).

O WO (Walkover), a ausência desta terça-feira, foi mais uma tentativa do prefeito denunciado para desqualificar a comissão processante e os vereadores que formam maioria oposicionista na Câmara Municipal.

Ao longo dos últimos dois meses, o prefeito deixou de comparecer a pelo menos quatros convocações para se defender da acusação de que teria ferido os princípios da moralidade e impessoalidade no trato da coisa pública quando insistiu na contratação do escritório de advocacia pivô, até aqui, de três condenações judiciais para devolução de valores pagos indevidamente ao Menezes & Associados.

Na última delas, ele se recusou a assinar a notificação para comparecer CP, após ter sido localizado pelo presidente da Câmara, vereador João França Neto, o Dão Guedes (PT), e pelo vereador Bio Pimenta, no sábado (6/1), em uma festa de casamento na comunidade rural de Caiúbas, próximo à divisa com o município de Juvenília. O prefeito disse que só receberia a notificação em seu gabinete, na segunda-feira (8), mas depois não voltou mais ao prédio da Prefeitura.

Membro da comissão processante, o vereador Evilásio Amaro tem se esforçado para melar a investigação. Amaro chegou mesmo a suspender os trabalhos da CP por duas semanas, após conseguir liminar em mandado judicial com a alegação de que teve cerceado seu acesso às 7,5 mil páginas anexadas pela defesa do prefeito ao processo. O vereador queria que o presidente da comissão determinasse a leitura dessas ‘provas imprestáveis’ em tentativa de obstrução do processo.

Na última tentativa de esvaziar a comissão, ele se recusou a assinar a convocação para a sessão desta terça-feira, com o argumento de que era final de semana. Seria o caso de se perguntar ao vereança se ele adiaria para o próximo dia útil um pedido de uma eleitora em trabalho de parto para conduzi-la ao hospital. Evilásio acaba de inaugurar o agente político de horário comercial.

Ao deixar de comparecer à sessão final para apresentar defesa oral, Quinquinha sinaliza que optou pela judicialização do processo. Se for afastado do cargo, em votação que deve acontecer até o final deste mês, ele deve apelar ao Judiciário para tentar se manter no cargo. Vai alegar vícios no processo. Um deles é de que não poderia ser notificado pela comissão processante em um sábado à noite.

Uma fonte próxima ao gabinete do prefeito diz que ele vai partir mesmo para o tapetão, com o argumento de que houve cerceamento de defesa e que não foi formalmente convocado para a sessão desta terça-feira, em que a CP finalizou a etapa de instrução - justamente aquela em que o denunciado tem espaço para apresentar suas alegações.

Para CP, prefeito adota "caminho rasteiro e antirrepubicano"

Imprimir

HUCK É SOLUÇÃO PARA O BRASIL LATA VELHA?

No Terça, 09 Janeiro 2018 08:25.

A parcela do espectro que forma a centro-direita da política brasileira começa a entrar em pânico com as baixas expectativas para a sucessão presidencial deste 2018. São os donos da grana, em que está aquela gente que sempre se autorrefere como liberal, mas que não perde uma oportunidade de receber uma mamata dos cofres da viúva.

Chegamos ao ano eleitoral com crescente mal-estar ante a resiliência do ex-presidente Lula, que embora sob fogo cerrado há um bom tempo e prestes a ser julgado em sua segunda instância por aquele caso do apartamento triplex na praia do Guarujá, em São Paulo, tem coisa aí de 35% por das preferências para a sucessão.

Atribui-se a Lula responsabilidades por parcela das barbeiragens administrativas e a corrupção que quebrou o país. Ele é suspeito de ter amealhado fortuna durante a passagem do PT pela Presidência, dinheiros escondidos entre vastos laranjais ou enviado ao exterior e sob a guarda de paraísos fiscais. Exagero, embora o petista não tenha como se defender das alianças que fez com empresários de todos os matizes e o gosto refinado de andar em jatinhos de luxo, sem ter caixa para tal.

Mas o fato é que a centro-direita pirou com a baixa densidade eleitoral dos seus homens de preto. Henrique Meireles e sua gasolina a R$ 5 não dá nem para a saída. Não há igreja evangélica chique capaz de operar esse milagre da multiplicação dos votos. O PSDB do ex-governador Geraldo Alkmin já mandou avisar que não terá o menor pudor em cristianizá-lo, caso não consiga ultrapassar a barreira dos 10% nas pesquisas eleitorais até março. Fernando Henrique Cardoso, o vovô super-sincero já cantou a pedra: Alkmin não tem garantias de que será o candidato do tucanato.

Noutra seara, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (Democratas) sonha com a faixa presidencial, que, por sinal, não teve tino suficiente para arrancar do peito de Michel Temer no episódio da primeira de duas denúncias por corrupção que enfrentou no Congresso Nacional. Maia não tem a mesma verve de um Eduardo Cunha, se é que me entendem. É bagrinho. E como tal, terá dificuldades para sair do brejo do baixo clero parlamentar formado pelo Centrão.

O que fazer?

Imprimir

CP ACHA PREFEITO, QUE RECUSA NOTIFICAÇÃO

No Segunda, 08 Janeiro 2018 08:25.

O prefeito de Manga, Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), foi informado pessoalmente sobre a sessão da comissão processante (CP) da Câmara de Vereadores de Manga, designada para esta terça-feira (9/1), ocasião em que ele e suas testemunhas deverão ser ouvidos no escopo do processo que investiga denúncia de supostos danos à moralidade pública previsto na Lei de Improbidade em contrato de R$ 65 mil firmado entre o município e o escritório Menezes & Advogados Associados, de Montes Claros, com dispensa de licitação.

Quinquinha foi localizado por vereadores e servidores da Câmara Municipal na noite do sábado, quando pousava como convidado de honra na festa de casamento de uma funcionária pública na comunidade rural de Caiúbas, próximo à divisa com o município de Juvenília. 

Abordado pelos vereadores, o prefeito se recusou a assinar a notificação com a alegação de que estaria disponível para recebê-la oficialmente nesta segunda-feira (8), em seu gabinete no paço municipal. Quinquinha, que não chegou a engasgar com a coxa de frango caipira que esperava saborear nas nupciais, deixou rapidamente o local, para espanto dos seus anfitriões, em busca de sinal de telefonia celular para pedir socorro para um dos seus inúmeros advogados. 

Termo circunstanciado

Imprimir

PARA CP, QUINQUINHA E OLIVA ESTÃO 'EVADIDOS'

No Domingo, 07 Janeiro 2018 16:59.

Prefeito faz jogo de gato e rato para fugir de depoimento à comissão que investiga suposto ato de improbidade

 O presidente da comissão processante, Bento Gonçalves, ao lado de Quinquinha (ao centro) e do vereador Evilásio Amaro (D), em fevereiro de 2017, durante viagem aqui a Brasília: tentativa frustrada de cooptação 

A sessão da comissão processante (CP) da Câmara de Vereadores de Manga, marcada para esta terça-feira (9/1), deve ser novamente adiada por que, segundo o advogado Ilídio Antônio dos Santos, responsável pela condução do processo na Casa, o prefeito de Manga, Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), e seu advogado Fábio Oliva estariam "evadidos" da cidade e região, como parte da estratégia para evitar a notificação para prestar depoimentos, dele e de suas testemunhas.

A investigação contra Quinquinha foi aprovada por seis dos noves vereadores no início de outubro, após denúncia do eleitor Adeon Lélis da Silva em que se relata possíveis danos à moralidade e impessoalidade no trato com a cosia pública, conforme previsto na Lei de Improbidade em contrato de R$ 65 mil firmado entre o município e o escritório Menezes & Advogados Associados, de Montes Claros. Onde a improbidade? Na dispensa de licitação e no fato de que prefeito e advogado já tinham sido condenados a devolver valores pagos em contrato anterior, em sentença do ano de 2013.

Em julho deste ano, Quinquinha e o Menezes & Associados foram novamente condenados pela Justiça, novamente por irregularidades nos contratos do mandato anterior, mas o processo ainda não transitou em jugado.

A Prefeitura de Manga voltou a contratar, em fevereiro deste ano, os serviços do mesmo escritório Menezes, que já recebeu pelo menos R$ 51 mil reais do valor total desse novo contrato (aqui), que seriam devidos pela prestação de serviços de consultoria jurídica ao município de Manga.

A estratégia de defesa adotada pelo prefeito e seus advogados beira quase ao desespero, com o uso recorrente de chicanas jurídicas e tentativas de obstrução da investigação. O advogado Fábio Oliva chegou ao cúmulo de apresentar 7,5 mil páginas de anexos à defesa. Há rumores, ainda não confirmados, de que após uma análise inicial feitas pelos servidores da Câmara de Manga teria sido encontrados insumos para novas denúncias contra o prefeito. A farta documentação, tudo indica, foi juntada às pressas e enviada à comissão processante sem passar pelo crivo da defesa do prefeito. 

Quinquinha de Quinca foge do confronto com a comissão processante, que é presidida pelo vereador Bento Ferreira Gonçalves (PR), com secretaria do colega Israel Jarbas Pimenta, o Bio (PSB), além do líder do governo na Câmara, Evilásio Amaro Sobrinho (PPS), que atua como vogal. Ele deixou de comparecer à primeira das oitivas ainda no final do mês de novembro, com a alegação de precisava participar de audiência aqui em Brasília. Na ocasião, mandou em seu lugar o advogado Fábio Oliva, que pediu mais prazo para que a comissão processante pudesse ouvir o prefeito.

Um novo depoimento foi agendado para o dia 8 de dezembro, mas a decisão do juiz titular da 1ª Vara da Comarca de Manga, Luiz Felipe Sampaio Aranha, em que se acatou pedido de liminar do vereador Evilásio Amaro suspendeu temporariamente os trabalhos da comissão processante e a oitiva teve que ser cancelada.

Posteriormente, o desembargador Luís Carlos Gambogi, da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em Belo Horizonte, decidiu que a suspensão dos trabalhos da comissão seria por apenas cinco dias, medida que anulou o mandado de segurança do vereador Evilásio, que também mandava parar a investigação, mas sem definir prazos.

Após a Justiça decidir pela legalidade da CP, Quinquinha foi novamente notificado na semana do interstício entre o Natal e o Ano Novo, novamente para prestar depoimento e apresentar testemunhas, desta vez via aviso de correspondência (AR), entregue em sua residência para empregada doméstica.

A notificação, contudo, perdeu efeito porque o vereador Evilásio Amaro não foi localizado em tempo hábil para receber oficialmente a convocação para a nova reunião da comissão no praza de vinte quatro horas. Além disso, segundo o advogado Ilídio Santos, a notificação ao prefeito precisa ser 'em caráter pessoal' e em mãos.

Foi justamente uma notificação via AR que serviu de base para Quinquinha 'comprar' a briga judicial que o elegeu para o atual mandato, após ter seus direitos políticos suspensos por ausência de prestação de contas na campanha eleitoral de 2014, quando disputou, meio por brincadeira, o cargo de deputado federal.

É da prerrogativa de notificado pessoalmente que Quinquinha tem lançado mão para tentar adiar o máximo possível o momento em que, finalmente, vai ficar cara a cara com o vereador Bento Gonçalves. O presidente da comissão, por sinal, foi um dos parlamentares de oposição que a atual administração tentou cooptar para sua base. Em fevereiro do ano passado, Quinquinha e Bento se encontraram aqui em Brasília, quando o vereador participava de evento de uma entidade de classe. A tentativa de aproximação, contudo, não vingou porque o prefeito havia feito um movimento para cassar o mandato de Bento, logo no início do atual mandato.  

Nos últimos dias, a Câmara de Manga montou uma força tarefa para localizar o prefeito, mas ele não foi encontrado em nenhum dos seus endereços possíveis, dentre eles o prédio da Prefeitura, além de suas residências em Manga, Januária, Montes Claros, com exceção talvez para o aqui de Brasília, além dos escritórios dos seus cinco postos de combustíveis na microrregião de Januária.

Quinquinha esteve em Manga no final do ano em pelo menos duas ocasiões. Numa delas, participou do evento de encerramento do campeonato amador de futebol. Em outra, fez breve e desanimado discurso na Festa da Virada, na Praça da Cultura, que recebeu bom público para ver bandas de baixa qualidade e a queima de fogos numa balsa instalada no leito do Rio São Francisco.

Por que o prefeito não notificado nessas duas ocasiões? Por que os vereadores, claro, comeram mosca, com o argumento de a Câmara não trabalha durante os recessos dos feriados de final de ano.

Depois disso, segundo um membro da comissão processante, o prefeito está em local incerto e não sabido. O advogado Fábio Oliva mandou dizer que está em férias com a família na cidade de São Paulo, a despeito de ter ser o responsável pelas defesas dos prefeito de Manga e Itacarambi em duas comissões processantes que estão a pleno vapor.

Oliva, que fez o curso de Direito em idade avançada, após criar certa fama de justiceiro e caudilho de prefeitos e vereadores enrolados com a Justiça no Norte de Minas, agora ganha a vida na defesa justamente de agentes públicos em débito com o Ministério Público por práticas que violam os princípios norteadores da Lei de Improbidade Administrativa.

Segundo uma fonte, ele tem recebido assessores para despachar nos escritório de suas empresas em Manga e Januária. Também se cogita do prefeito ter sido 'exilado' pela colega e prefeito de Itacarambi, Nívea Maria de Oliveira, a Doutora Nívea (PTB), que teria cedido uma sala para os despachos do prefeito com seus assessores. Essa informação, contudo, não foi confirmada. 


Leia também: 

QUINQUINHA IGNORA VEREADOR E JUDICIÁRIO 

JUSTIÇA DETERMINA RETORNO DA INVESTIGAÇÃO CONTRA PREFEITO DE MANGA

QUINQUINHA E SUAS 'PROVAS IMPRESTÁVEIS'

SUSPENSA INVESTIGAÇÃO CONTRA PREFEITO

NA DEFESA, QUINQUINHA PARTE PARA O ATAQUE

O JUS SPERNEANDI DE QUINQUINHA

DEMOROU, MAS ERA DIA

QUINQUINHA TEM DUAS NOVAS CONDENAÇÕES POR IMPROBIDADE 

QUINQUINHA: PASTINHA CHEIA DE PROMESSAS


Para o advogado Ilídio Santos, o 'desaparecimento' do prefeito de Manga pode ter graves consequências na hipótese do município enfrentar uma calamidade. No final de 2016, por exemplo, um temporal alagou parte da cidade e inundou o lago do Parque Uirapuru.

A ser verdadeira a acusação de que o município está acéfalo, por conta da tentativa de prefeito de malograr sua cassação pela Câmara Municipal, tem-se mais uma grave falha de Quinquinha. Ele precisaria pedir autorização aos vereadores para se ausentar do município por mais de 15 dias, hipótese em que precisaria transmitir o cargo para o vice Luiz do Foguete (PRB). Coisa que Quinquinha jamais faria, sobretudo nas circunstâncias atuais, pelo óbvio receio de que o vice possa tomar gosto pela cadeira.

Isolamento

Imprimir

MAIS UM RETROCESSO NA GESTÃO QUINQUINHIA

No Sexta, 05 Janeiro 2018 19:31.

Prefeito manda desligar iluminação de campo de futebol

 Partida de futebol no campo do Arvoredo: prefeitura manda cortar luz e frusta população do maior bairro da cidade    

Visite Manga, antes que acabe. O bordão é velho e já um tanto gasto, mas parece que a administração do prefeito Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS) se esmera em embicar a cidade na direção do ‘já teve’, além de botar o município no rumo do atraso. Quinquinha assumiu o município pela terceira vez há um ano e, desde então, parece empenhado em destruir o legado do mandatário anterior, o ex-prefeito Anastácio Guedes (PT). Legado pequeno para quem teve os governos estadual e federal em mãos, mas vá lá, é sempre um legado.

Agora mesmo, a Prefeitura de Manga mandou desligar a energia elétrica do campo de futebol amador do Bairro Arvoredo, umas das últimas conquistas da gestão petista (2013/2016). O local recebeu iluminação com lâmpadas de LED em dezembro de 2016, após a Prefeitura receber aporte de R$ 80 mil do governo estadual por meio do programa Campos de Luz. A contrapartida do município foi providenciar o alambrado para cercamento da área do campo de futebol.

A obra foi muito festejada pela população do Bairro, o mais populoso da cidade, mas Quinquinha resolveu desligar a luz do campo, o que, na prática, representa decretar sua morte para a prática esportiva. O forte calor que faz na cidade praticamente inviabiliza as partidas de futebol naquele local, que tanta alegria trazia para a atletas amadores e a população local. Procurada, a administração não retornou até a publicação deste post.

Parou no tempo