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MELHOR DE TRÊS NAS ELEIÇÕES EM MANGA

No Sexta, 30 Setembro 2016 08:04.

Urnas vai indicar neste domingo o desempate na disputa que Paulo Guedes e Quinquinha travam desde 2008

 Dia da desforra: Guedes e Quinquinha voltam a medir forças na política de Manga neste domingo

O nome do deputado estadual Paulo Guedes (PT) não vai aparecer nas urnas eletrônicas nas eleições municipais deste domingo. O candidato é seu irmão e atual prefeito, Anastácio Guedes, que busca a reeleição em disputa com o antecessor, Joaquim Oliveira Sá, o Quinquinha do Posto Shell. Mesmo ausente formalmente da disputa, Guedes é o adversário oculto que o ex-prefeito enfrenta para voltar ao cargo, em frente que marca o terceiro enfrentamento entre ambos desde 2009.

Naquele ano, Quinquinha derrotou o então candidato Henrique Fraga (PP), que era apoiado pelo deputado petista, em aliança que reuniu em palanque os ex-prefeitos Humberto Salles e Haroldo Bandeira. Sentado no cargo de prefeito e com o comando da máquina administrativa em mãos, ele atropelou até com certa facilidade o adversário Henrique Fraga. Agora vejam a ironia da política, Fraga mudou de lado: nestas eleições cumpriu a função meramente decorativa de ser o animador do palanque atual palanque de Quinquinha.

O mundo girou e a Lusitana foi atrás. A revanche de Guedes viria quatro anos depois, em 2012, quando o então prefeito Quinquinha ficou de fora das eleições, porque estava tecnicamente em segundo mandato (ele assumiu o cargo após o golpe parlamentar contra seu companheiro de chapa nas eleições de 2005, Humberto Salles). Mas eu como ia dizendo, em 2012, Paulo Guedes deu o troco em Quinquinha ao eleger Anastácio para prefeito, na disputa direta com o empresário Maurício Ramos (PPS).

No próximo domingo teremos o tira-teima entre os dois principais nomes da política manguense na atualidade. A briga entre o deputado Guedes e o ex-prefeito Quinquinha reflete ainda a rivalidade regional entre o petista e seu colega de Assembleia Legislativa Arlen Santiago (PTB), o deputado a quem Quinquinha deve muitos rapapés e gratidão. Arlen joga pesado para derrotar Paulo Guedes no seu quintal, cenário que contribuiria para diminuir o entusiasmo com o avanço do petista em prefeituras da região.

Quinquinha ganhou o filé; Anastácio herdou o osso...

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AVISA AO FORMIGUEIRO, VEM AÍ TAMANDUÁ 2

No Quinta, 29 Setembro 2016 12:45.

Candidato para ser diplomado precisa estar com registro aprovado

Os candidatos das eleições municipais 2016 que concorrerem neste domingo (2) com o registro indeferido e que tenham ingressado com recurso terão seus votos computados em separado, até que haja decisão final no processo. Caso haja o deferimento de seus registros, os votos serão validados.

Isso significa que, mesmo que tenham recebido votação suficiente para serem eleitos, somente terão seus votos contabilizados e poderão ser diplomados se tiverem seus registros aprovados pela Justiça Eleitoral.

Conforme jurisprudência consolidada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não se computam para a legenda os votos dados aos candidatos com os registros indeferidos à data da eleição, ainda que a decisão no processo de registro só transite em julgado após o pleito. Apesar de não serem contabilizados, os votos dos candidatos nessa situação ficarão armazenados separadamente e poderão ser consultados por eleitores e demais interessados.

Se, após o pleito, o juízo eleitoral proferir decisão pelo deferimento dos registros desses candidatos, os votos recebidos por eles passarão a ser computados. Dessa forma, na hipótese de o concorrente ter obtido votação suficiente para ser eleito, ele deverá ser diplomado pela Justiça Eleitoral. A diplomação dos candidatos eleitos deverá ocorrer até o dia 19 de dezembro.

Caso a decisão seja pelo indeferimento do registro, os votos recebidos serão anulados pela Justiça Eleitoral, em conformidade com o parágrafo 3º do artigo 175 do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965). O dispositivo estabelece que: “Serão nulos, para todos os efeitos, os votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados”.

Votos nulos X votos anulados

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QUINQUINHA AMARGA NOVA DERROTA NO TRE

No Quinta, 29 Setembro 2016 08:19.

Candidato vai disputar as eleições no domingo, mas sua situação jurídica fica cada vez mais frágil 

 SERMÃO PARA CONVERTIDOS: O ex-prefeito Haroldo Bandeira lê certidão da Justiça Eleitoral para explicar a difícil situação de Quinquinha, que olha desanimado para a plateia à sua frente

Candidato que precisa dar explicações de sua situação eleitoral nas vésperas das eleições, é porque tem um grande abacaxi nas mãos. É essa a situação do ex-prefeito de Manga Joaquim Oliveira Sá, o Quinquinha do Posto Shell, que tenta voltar ao cargo em meio a uma campanha marcada por sucessivas derrotas judiciais. Uma turma colegiada (o pleonasmo se justifica) do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais manteve, na tarde da quarta-feira (28), por unanimidade, decisão anterior do juiz Antônio Augusto Mesquita Fonte Boa, que revogou, no último dia 14, liminar da própria autoria que declarava a nulidade do processo de prestação de contas do então candidato a deputado federal nas eleições de 2014 de Joaquim Oliveira Sá (PPS), nas eleições de 2014. Quinquinha disputa o cargo de prefeito em Manga e essa nova derrota na Corte Eleitoral deixa a situação do registro do candidato da coligação ‘Manga merece mais’ ainda mais precária e incerta.

Os juízes do Tribunal Regional Eleitoral reafirmaram a sentença do colega Fonte Boa que, ao revogar a liminar que possibilitou o registro de candidatura, ainda que sub judice, do ex-prefeito de Manga, acentuou que “a decisão judicial que julgou não prestadas as contas de campanha do requerente [Quinquinha] volta a produzir todos os efeitos legais”.

Qual é o impacto disso para esta reta final da campanha de Quinquinha? Olha, meus diletos 17 leitores, o efeito é de uma bomba com octanagem para derrubar o ânimo de qualquer militância. Aquela turma que, de resto, já incomodada com a sensação de que “tá tudo bom, tá lindo; mas ninguém na oposição sabe para aonde está indo”, conforme apontei aqui em outro post. Joaquim do Posto Shell não tem mais como provar a quitação eleitoral da campanha a deputado federal pelo PT do B no ano de 2014. A legislação eleitoral, conforme expliquei aqui em textos anteriores, é cristalina sobre esse ponto: quem não tem quitação eleitoral não pode ser candidato.


Leia também:

É OURO,É LINDO! SÓ NÃO SEI ONDE ESTOU INDO


O candidato Quinquinha está fora das eleições? Não. Não está. A foto e o nome dele aparecerão nas urnas eletrônicas no próximo domingo. O processo julgado na última quarta-feira não é ainda o do registro de candidato, mas sim a liminar com antecipação de tutela em que ele mesmo pedia a nulidade do processo de sua prestação de contas. O busilis é que o seu registro de prestação de contas só saiu pro causa dessa liminar, que não existe mais, foi revogada pelo juiz Antônio Augusto Fonte Boa, em decisão agora sacramentada pelo colegiado de juízes do Tribunal Eleitoral. Entenderam?

O eleitor que mantiver algum tipo de convicção de que o candidato vai passar por cima por cima da lei e tomar posse em caso de vitória, poderá sufragar o seu nome. Ele pode eventualmente até ser eleito, mas terá dificuldade para conseguir a diplomação. O Ministério Público Eleitoral da Comarca de Manga já anunciou, formalmente e no bojo de uma ação, que pretende pedir a nulidade das eleições em Manga em caso de vitória de Quinquinha.

 

Extrato parcial de recurso apresentado ao Tribunal Eleitoral pelo promotor Daniel Lessa: justiça pode antecipar decisão que retira Quinquinha do páreo e poupar o Estado de gastos 

Veja acima, no extrato do recurso, ainda não julgado, que o Ministério Público Eleitoral encaminhou ao Tribunal Regional em 17 de setembro. Na peça, o promotor eleitoral Daniel Lessa Costa argumenta que manter Quinquinha na disputa representa “nefastos danos ao erário”, em razão da necessidade de gastos públicos com novas eleições, além da insegurança jurídica. O promotor praticamente conclama o TRE mineiro a não procrastinar uma decisão que pode ser tomada de imediato.

Desânimo

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QUINQUINHA SEM REQUISITO DE ELEGIBILIDADE

No Quarta, 28 Setembro 2016 17:18.

Ex-prefeito chega à vésperas das eleições ameaçado pelos próprios erros: se ganhar, corre o risco de não levar 

O empresário e ex-prefeito de Manga Joaquim Oliveira, o Joaquim do Posto Shell (PPS), chega nestas vésperas da eleição, em que tenta retornar ao cargo para um terceiro mandato, em situação ainda não sanada de insegurança jurídica. Quinquinha está tecnicamente candidato, mas não o é na amplitude que essa condição requer – uma vez que não conseguiu provar, ao longo do processo, a quitação eleitoral da sua participação nas eleições de 2014, quando concorreu, meio por hobby, ao cargo de deputado federal.

Sem a quitação eleitoral, um dos principais pré-requisitos para validar a participação do candidato no processo, sua eleição, na hipótese de que venha a acontecer, será uma vitória de Pirro, aquela que se consegue com muito custo e pouco resultado efetivo.

Eleitor corre o risco de anular o voto

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TRE MANTÉM IMPUGNAÇÃO DE VEREADORES

No Terça, 27 Setembro 2016 22:47.

Decisão em segunda instância inviabiliza situação eleitoral de mais de 30 candidatos aliados de Quinquinha em Manga

Mais uma dor de cabeça na esfera da Justiça Eleitoral atinge a campanha do único candidato de oposição em Manga, Joaquim Oliveira, o Joaquim do Posto Shell (PPS). A juíza Sônia Diniz Viana, do Tribunal Regional Eleitoral, confirmou, nesta terça-feira (27), decisão de primeira instância da sua colega Bárbara Lívio, juíza eleitoral da Comarca de Manga, ao negar provimento para o recurso impetrado pelas coligações ‘Mudança que Manga precisa’ (PMDB/PSL/PTC/PTN) e ‘Muda Manga’ (PSDB/DEM), além de ‘Um novo olhar sobre Manga’ (REDE/PSD/PC do B/SD). As coligações pediam a anulação da impugnação do registro de seus candidatos a vereador pela juíza eleitoral de Manga.  

Na prática, ficam impugnados, e praticamente obrigados a apear do palanque da oposição em Manga, cerca de 36 candidatos a vereador aliados do candidato Quinquinha, resultado da sua aliança com o assessor parlamentar Hugo Mota Miranda (PSDB). Esse pelotão de candidatos a vereador nadou, nadou e pode morrer na praia às vésperas da eleição. Embora eles aparecem com o status de 'aptos' no site DivulgaCan, são grandes as chances de que percam novamente quando a ação for julgada no mérito por colegiado do Tribunal Eleitoral. A decisão provoca mal-estar no palanque de oposição, porque o candidato Quinquinha do Posto já tinha pisado o pé no freio dos apoios a esse magote de candidatos.  

Com a decisão de ontem, a juíza Sônia Viana confirmou, em segunda instância, as sentenças da juíza Bárbara Lívio que anulava os chamados Draps (Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários) das coligações a que os candidatos a vereador estavam inscritos por improcedência. “A questão dos autos é saber se as coligações e os partidos políticos podem renovar a apresentação do Drap, quando o anteriormente apresentado restar indeferido pelo juízo competente, com trânsito em julgado da sentença”, anotou a juíza Viana.

As coligações comandadas por Hugo Mota alegavam em seu recurso que, após o indeferimento das candidaturas dos vereadores pela juíza Bárbara Lívio, os partidos realizaram novas convenções para renovar a formação das suas coligações – o que sanaria os vícios anotados nas primeiras convenções partidárias e suas respectivas atas.

Para a Sônia Viana, ‘a sentença guerreada’ não merece reparo porque a renovação do pedido de registro de candidatura, após o indeferimento e trânsito em julgado de outro idêntico já protocolado, "fere a autoridade da coisa julgada, além de militar contra o princípio da segurança jurídica".

Suspeita de fraudes

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CONTRIBUIÇÃO AO DEBATE QUE NÃO HOUVE

No Terça, 27 Setembro 2016 08:12.

Ganhe quem ganhar, proponho iniciar os preparativos para os 100 anos da emancipação política de Manga 

 Quinquinha e Anastácio evitaram o debate olho no olho na atual disputa: passada a refrega eleitoral, será hora de planejar o futuro com seriedade, em lugar das promessas vazias de campanha  

Sobraram ofensas e promessas vazias e pouco debate nas eleições para prefeito em Manga. Quem mais se aproximou de um programa de governo foi o candidato de oposição Joaquim Oliveira, o Quinquinha do Posto Shell (PPS), que lançou um site estático e meio sem graça para apresentar suas propostas. Cumpriu tabela, apenas.

As fotos da página são de uma realidade completamente alheia a Manga, sem falar que as proposições são típicas de candidato-sabonete – aquele que não quer se comprometer com nada nem com ninguém. O site teve repercussão nenhuma. O candidato a reeleição Anastácio Guedes (PT) nem isso mostrou. Coube ao vice de sua chapa Maurício Magalhães, o Cabeção (PR), propor fazer de Manga a ‘melhor cidade para se viver’.

Sugiro a Cabeção ler o Mito da Caverna, de Platão, para entender que pessoas presas a uma realidade projetada em suas mentes desde sempre não têm opção de sonhar com outros mundos possíveis. Mas deixemos de filosofices. Pensei neste post para sugerir ao próximo prefeito de Manga, seja ele Anastácio (de novo) ou Quinquinha (de novo), que comecem a pensar já a partir do próximo ano nas comemorações do centenário da criação do município de Manga, que terão tempo e lugar em 2023.

Qual é minha sugestão?

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'MEME' COM O MIMIMI DA OPOSIÇÃO

No Segunda, 26 Setembro 2016 14:15.

Coligação Manga merece mais diz que este site 'deturpa os fatos para induzir ao erro'. Será? Fatos costumam falar por si mesmos... 

Os advogados das duas coligações na disputa sucessória do município de Manga têm entupido a Justiça Eleitoral com volume inédito de demandas. É a chamada judicialização do processo sucessório. O ritmo de produção de ações é frenético e tem feito a Justiça Eleitoral trabalhar pesado para dar vazão aos contenciosos que não param de chegar. Nos últimos quatro dias, para delimitar um período, a juíza eleitoral da Comarca, Bárbara Lívio, emitiu três decisões com julgamento do mérito a respeito de representações encaminhadas pelos candidatos Anastácio Guedes (PT) e Joaquim Oliveira (PPS).

O placar foi favorável à oposição, que ganhou duas dessas ações, embora as vitórias não tenham efeito prático sobre o cerne da disputa. Explico: os processos tratavam de temas acessórios, como se verá mais abaixo. A vitória mais expressiva do último final de semana ficou mesmo com prefeito Anastácio, que disputa recondução para um segundo mandato, após a magistrada Bárbara Lívio julgado improcedente a denúncia oferecida ao Ministério Público pelo opositor Quinquinha do Posto Shell, em que se acusava Anastácio de ter mandado distribuir o jornal de mandato “com o nítido propósito de promoção pessoal” durante o período eleitoral.

Noticiei o assunto aqui com as costumeiras primeira mão e isenção de sempre. Mas a oposição não gostou. Em 'meme' distribuído nas redes sociais, o mimimi correu solto. Segundo o comunicado da coligação ‘Manga merece mais’, meu texto, com farta citação à decisão da juíza Bárbara Lívio, teria “deturpado propositalmente [não sei exatamente o quê] para induzir ao erro”. O nhen nhen nhen da turma, que insinuou que meu texto mentia, era para ler as decisões contrárias ao prefeito Anastácio. É mais um ataque das dezenas que tenho sido vítima de certa militância hidrofóbica, que confunde jornalismo político com interesses de ocasião. Como não têm coragem de atacar a Justiça Eleitoral, que volta e meia contraria esses mesmos interesses, a turma acha que pode pegar esse escriba para Cristo. Para acabar com o ‘mimimi’, já que o porta-voz da coligação comeu mosca e não tratou do assunto, podem deixar comigo.

As ações favoráveis à coligação ‘Manga merece mais’, do candidato Quinquinha, de tão inexpressivas no seu conteúdo, sequer foram noticiadas no blog do advogado e bloqueio Fábio Oliva, que se destacou na atual campanha eleitoral pela atuação aríete da oposição em Manga, tanto para ataques como para defesa do candidato de oposição. Numa dessas ações, a primeira-dama do município, Jirlene Vieira Lima, representou conta o próprio Fábio Oliva, além do médico Hermógenes Bruno de Souza Canedo e o candidato Quinquinha Oliveira, com pedido de direito de resposta e retirada de circulação do áudio que circulou nas redes sociais e em carros de som que seriam caluniosos e difamantes contra sua pessoa.

Incompetência de foro

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APERTEM OS CINTOS, O 13º PODE SUMIR

No Segunda, 26 Setembro 2016 13:13.

O alerta veio no início do mês de julho, quando o líder do governo Fernando Pimentel na Assembleia Legislativa, Durval Ângelo (PT), avisou que o Estado de Minas Gerais não tem dinheiro garantido para pagar o 13º salário do funcionalismo em dezembro. Na ocasião, Ângelo condicionou o pagamento do abono natalino ao avanço das renegociações da dívida dos estados com a União.

Como esse assunto não avança sob a placa de nova direção do governo Temer,  a possibilidade de que os servidores mineiros da ativa e aposentados não consigam ver a cor do 13º e enfrentem o pior Natal dos últimos anos.  Minas não o único Estado a viver essa situação, no Rio de Janeiro o quadro ainda é mais grave. Pimentel vai pagar o décimo terceiro, mas só não vai conseguir os prazos previstos na legislação – que preveem uma primeira parcela em novembro e a outra até o dia 20 de dezembro.

Na muito diferente do que o escalonamento para pagamento de salários que a administração lançou mão em fevereiro deste ano. A medida foi tomada por causa da crise econômica enfrentada pelo governo do Estado. Na época, a previsão era que o escalonamento seria feito até o dia 7 de abril, mas o prazo foi prorrogado posteriormente para o mês de outubro, com efeito nos salários de novembro.  

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BALDE DE GELO NA CAMPANHA DE QUINQUINHA

No Domingo, 25 Setembro 2016 14:45.

Juíza arquiva denúncia em que oposição acusava Anastácio de abuso político por suposta distribuição de jornal de mandato

Imagem: Clever Inácio

A juíza eleitoral da Comarca de Manga, Bárbara Lívio, acaba de imputar mais uma dura derrota naquilo que tem sido as reiteradas tentativas do candidato de oposição Joaquim Oliveira Sá, o Joaquim do Posto Shell (PPS), da coligação ‘Manga merece mais’, em judicializar o atual processo sucessório do município, com a produção em série de denúncias contra seu único adversário na disputa, o atual prefeito Anastácio Guedes (PT), da coligação ‘Trabalho e realização’. 

O início da semana decisiva na sucessão local começa com uma má notícia para a oposição. Em decisão da última sexta-feira (23), mas que só veio ao conhecimento público com a publicação no site da Justiça Eleitoral neste domingo (25), a juíza Bárbara Lívio manda para o arquivo a denúncia oferecida ao Ministério Público por Quinquinha do Posto Shell em que se acusava Anastácio e o vice na sua chapa, Maurício Magalhães, o Maurício Cabeção (PR), de terem distribuído de forma extemporânea o informativo de mandato ‘Minha Terra’ durante o período eleitoral “com o nítido propósito de promoção pessoal” do candidato à reeleição. 

O promotor eleitoral da Comarca de Manga, Daniel Lessa Costa, acatou o argumento dos advogados de Quinquinha Briza Viana Lopes e Antônio Miguel Amaro, em que se tentou imputar em Anastácio e no seu vice a prática de abuso do poder político “com consistente o uso da máquina governamental [leia-se a Prefeitura de Manga] para fins eleitorais”. Quinquinha pedia, e não levou mais uma vez, a cassação do registro de candidato ou o diploma do petista Anastácio na hipótese de vir a ser eleito, e sua inelegibilidade pelo prazo de oito anos. 


Saiba mais sobre este mesmo assunto:

VAI AO ARQUIVO DENÚNCIA CONTRA ANASTÁCIO


“Não há que se falar em promoção pessoal dos investigados ao distribuir o informativo ‘Minha Terra’, pois busca justamente informar à população sobre as realizações promovidas pela administração, com a prestação de contas da sua gestão”, registrou a magistrada na decisão que considerou extinto o processo com resolução de mérito - com a declaração de improcedente para a ação de investigação judicial eleitoral (Aije) proposta ao MPE pelo candidato Quinquinha.

“Não há que se falar em promoção pessoal dos investigados ao distribuir o informativo ‘Minha Terra’, pois busca justamente informar à população sobre as realizações promovidas pela administração, com a prestação de contas da sua gestão”, registro a magistrada na decisão que considerou extinto o processo com resolução de mérito.

Na sentença, a juíza anota que a testemunha Edilson Lima dos Santos, arrolada pelo candidato Joaquim do Posto Shell prestou depoimento cheio de contradições em que não consegui “esclarecer de maneira indelével que houve a entrega do informativo ‘Minha Terra’ durante o período eleitoral na localidade de Cachoeirinha, já que não presenciou a ocorrência do fato, mas apenas tomou conhecimento” por interposta pessoa. Bárbara Lívio considerou ainda que as imagens oferecidas pela oposição em a militante Walkiria Passos de Castro supostamente fez a distribuição do jornal oficial não são claras o suficiente para mostrar que houve o delito.

“Nos presentes autos, não é possível presumir, de acordo com a análise das circunstâncias e peculiaridades do caso concreto, que Anastácio Guedes, ainda que autor da propaganda institucional editada em abril de 2016, tivesse autorizado ou tivesse ciência da distribuição de exemplares do informativo ‘Minha Terra’ em pleno período eleitoral”, conclui Bárbara Lívio.     

Aije anterior também foi extinta

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MANOEL JORGE QUER SAIR COM DIGNIDADE

No Domingo, 25 Setembro 2016 12:30.

Prefeito de Januária olha com alheamento para a própria sucessão na tentativa de preservar sua biografia

O prefeito de Januária, Manoel Jorge de Castro (PT), desistiu de concorrer à reeleição e tem se mantido praticamente à margem do processo sucessório no município. Segundo uma fonte próxima ao petista, tudo que ele deseja é concluir o mandato com dignidade e preservar a biografia dos ataques típicos dos períodos de campanha eleitoral. O sonho de implantar em Januária um governo popular, com alguns vieses do socialismo cristão aprendido na militância da juventude católica fica para depois.   

Manoel Jorge caminha para o final de um governo difícil, mal avaliado pela opinião pública, em razão, sobretudo, da sua pouca disposição para comunicar ou investir em assessoramento especializado nesse métier. Até mesmo iniciativas positivas, como aquela de pegar o ônibus para cansativas viagens a Belo Horizonte e Brasília, para dar o exemplo da necessidade de economizar recursos públicos, foram mal recebidas pela população – acostumada a ver nos prefeitos a pompa e a circunstância do cara montado na picape último modelo.

Alheamento

Quebrada, Januária não permite esses luxos. A favor de Manoel, está o fato de que administrou a inviável Januária de forma serena, com a sabedoria quase zen budista, de quem teve sobre os seus ombros o peso da grave crise em que seu partido jogou o país. Teve pouca ajuda de onde mais esperava, a saber, os governos Dilma Rousseff e Fernando Pimentel. Por essas e outras é que Manoel Jorge é um eleitor quase alheio à própria sucessão. Deixa um saldo tímido de realizações, em que se destacam a discutível pavimentação asfáltica do centro antigo da cidade.

O PT tem uma candidata, a professora Lenice Nunes Ribeiro, que não inspira muito entusiasmo nem mesmo nas chamadas hostes históricas do partido. Apoia de forma desinteressada o estreante médico Marcelo Félix Araújo (PSB), para não desagradar o deputado estadual Paulo Guedes e a sua política de resultados. Manoel 100 dias até o final do mandato para consolidar sua saída digna, talvez em clima de ilusões perdidas ou, quiçá, com a incipiente convicção de que o sonho ainda não acabou.

Manoel talvez leve para o seu futuro retiro zen budista, a partir de janeiro, a convicção de que fez o melhor diante das impossibilidades tantas, entre ela o orçamento apertado ante ao caos instalado. O prefeito pode se dar por satisfeito por ter mantido a calma no mar revolto da ingovernabilidade que assola Januária. Agiu com prudeência e sabedoria, enquanto todos ao seu redor indicavam sinais. de pânico.