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CONTRIBUIÇÃO AO DEBATE QUE NÃO HOUVE

Ligado .

Ganhe quem ganhar, proponho iniciar os preparativos para os 100 anos da emancipação política de Manga 

 Quinquinha e Anastácio evitaram o debate olho no olho na atual disputa: passada a refrega eleitoral, será hora de planejar o futuro com seriedade, em lugar das promessas vazias de campanha  

Sobraram ofensas e promessas vazias e pouco debate nas eleições para prefeito em Manga. Quem mais se aproximou de um programa de governo foi o candidato de oposição Joaquim Oliveira, o Quinquinha do Posto Shell (PPS), que lançou um site estático e meio sem graça para apresentar suas propostas. Cumpriu tabela, apenas.

As fotos da página são de uma realidade completamente alheia a Manga, sem falar que as proposições são típicas de candidato-sabonete – aquele que não quer se comprometer com nada nem com ninguém. O site teve repercussão nenhuma. O candidato a reeleição Anastácio Guedes (PT) nem isso mostrou. Coube ao vice de sua chapa Maurício Magalhães, o Cabeção (PR), propor fazer de Manga a ‘melhor cidade para se viver’.

Sugiro a Cabeção ler o Mito da Caverna, de Platão, para entender que pessoas presas a uma realidade projetada em suas mentes desde sempre não têm opção de sonhar com outros mundos possíveis. Mas deixemos de filosofices. Pensei neste post para sugerir ao próximo prefeito de Manga, seja ele Anastácio (de novo) ou Quinquinha (de novo), que comecem a pensar já a partir do próximo ano nas comemorações do centenário da criação do município de Manga, que terão tempo e lugar em 2023.

Qual é minha sugestão?

Enviem para a Câmara de Vereadores um projeto lei em que proponha a criação de um fundo para financiar a efeméride dos 100 anos do município, juntamente com a criação de uma comissão de notáveis no plano local que vai pensar em como comemorar esse momento especial da história da cidade. Caberia a essa equipe resgatar aspectos físicos e simbólicos dessa história, planejar a festa no seu sentido mais amplo, de modo a evitar que ela se resuma ao Psirico do momento ou um torneio de motocross ou vaquejada. Isso também é importante, mas nem de longe representa, isoladamente, os valores culturais do município.

Com seis ou cinco anos de antecedência, será possível pensar em algo realmente representativo, uma grande festa com banda marcial, teatro, exposições de artes plásticas, shows para todos os gostos e idades e, principalmente, ouvir a população para saber qual é a obra-síntese que a cidade merece ganhar nessa ocasião: uma casa da memória ou museu, um bom centro cultural com espaços multimeios, com um auditório digno desse nome e que tanta falta faz à população... Algo mais sólido que as atuais promessas vazias.

Comentários  
-2 # Carlos Diamantino 27-09-2016 10:11
Recebo com alegria num momento tenso de campanha eleitoral, a proposta do Luís Cláudio, de voltarmos para o futuro. Basta do imediato, do agora, q quase sempre se perde nas promessas de campanhas políticas. Avante a ideia "dos notáveis" para se construir o futuro de Manga e da sua gente. Rumo a 2023 com a participação dos jovens que perdoarão aos oportunistas e demagogos da nossa história. Avante!


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0 # Helayne Pereira 28-09-2016 12:06
Eu quero apoiar e também cobrar o que for preciso... Estou de acordo com esta proposta, é importante pra Manga. É importante pra todos nós.

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