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O PATO MANCO

No 24 Maio 2017.

O presidente Michel Temer insiste em ser humilhado pelos fatos e constrangido pelas circunstâncias. Vide as manifestações violentas que toma conta da Esplanada dos Ministérios na tarde desta quarta-feira (24/5). Temer segue presidente, mas o que lhe resta de poder é, cada vez mais, o simbolismo do cargo. Temer está presidente, por enquanto. No seu entorno, os aliados já discutem a céu aberto o dia seguinte à sua renúncia – até agora na dependência do julgamento pelo Tribunal Superior Eleitoral da chapa que o elegeu junto com Dilma Rousseff. 

Não falta quem já dê de barato o desembarque de Temer para antes disso. Os americanos criaram um termo para presidentes sem força política e poder de decisão: é o pato manco. A junção de circunstâncias entre um presidente fraco e clima de baderna que se insinuou hoje não costuma render bons resultados. Temer insiste em não renunciar, e tem lá seus motivos, mas adiar essa decisão pode ser muito ruim para o país. 

Temer é o pato manco da vez. Reserva para si a ilusão de que ainda manda, a despeito da debandada à sua volta. Veja o caso do ministro da Fazenda, Henrique Meireles, que deu o tom do desfecho para a crise ao declarar que o cronograma das reformas da Previdência e trabalhista vai mesmo sofrer atrasos, mas deve seguir adiante com Temer ou sem Temer.


Esqueceu de dizer, mas nem precisava, que as reformas seguem com ele, o ministro, no cargo – quiçá no lugar do atual chefe. Essa é a segunda vez que Meireles desmente o presidente. Pouco antes da revelação do escândalo que anima as rodas de conversas país afora, Temer anunciou a correção na tabela do Imposto de Renda, defasada há um bom tempo.

No dia seguinte, os jornais deram o desmentido do ministro Meireles para o assunto. Um ministro desmente o presidente e fica tudo por isso mesmo. Ora, Temer já tinha caído antes mesmo da crise. Quem, afinal manda neste fracasso de Nação?

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