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DNIT PEDE À AMAMS AJUDA PARA LIBERAR BR-135

No 08 Junho 2017.

 Autarquia diz ter R$ 50 milhões para concluir subtrecho entre Manga e Itacarambi, mas obra depende do aval da Funai

 Trinta anos de espera e agora BR-135 no extremo Norte de Minas depende de liberação dos indígenas Xakriabás 

Uma reunião na sede da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (Amams), em Montes Claros, no Norte de Minas, na manhã desta quinta-feira (8), de reunião o prefeito de Bonito de Minas e presidente da entidade, José Reis, e o superintendente estadual do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit),  Fabiano Cunha, além do coordenador regional da autarquia federal, Wainer Nether.

Na pauta, entre outras amenidades, a necessidade da retomada das obras nas rodovias federais da região, verdadeiros abatedouros de carne humana por conta do descaso de sucessivos governos à esquerda e à direita. Um dos temas abordados foi a continuidade das obras da BR 135, no trecho de Itacarambi-Manga.

O superintendente Fabiano Cunha disse na ocasião que o governo federal, via Ministério dos Transportes, tem proposta para destinar R$ 50 milhões no orçamento para a conclusão do subtrecho Itacarambi-Manga, com extensão de 35 quilômetros.  

O novo entrave para a expansão do asfalto seria uma espécie de permissão da Fundação Nacional dos Índios (Funai) para que o traçado da rodovia BR-135 corte um bico de terra da reserva indígena Xakriabás, na altura do município de São João das Missões. Os representantes do DNIT, acreditem meus 17 leitores, foram à Amams  pedir apoio das entidades regionais de representação para ajudar na solução do problema. O trecho em questão tem 35 quilômetros de extensão e se tornou o único sem cobertura asfáltica em toda a extensão da rodovia federal em Minas Gerais.

Novos padrinhos 

A luta pelo asfaltamento da estrada remonta a 1987, durante o governo de Newton Cardoso (PMDB) em Minas, quando as obras do trecho Itacarambi-Manga foram embargadas pelo Tribunal de Contas da União (TVU), por suspeita de superfaturamento. Não é de hoje que a corja rouba o Brasil e sonho dos norte-mineiros em ter uma estrada decente para transitar.

Segundo nota emitida pela Amams, o TCU suspendeu os embargos em 2005, durante o governo Lula, mas a partir daí não se conseguiu alocar os recursos no orçamento necessários à conclusão do subtrecho. Essa informação é nova, porque, até onde se sabia, até aqui, o dinheiro existe e o projeto executivo da obra chegou a ser finalizado. Mas vamos adiante.

O superintendente estadual do Dnit disse durante o encontro em Montes Claros que o órgão vai receber as obras do subtrecho entre Montalvânia ao Distrito de Monte Rei, com 18,4 quilômetros de extensão em breve. O ministro dos Transportes, Mauricio Quintella Lessa, e o diretor-geral do Dnit, Valter Casimiro Silveira, prometeram inaugurar o asfalto novo nas próximas semanas.

O prefeito José Reis assumiu o compromisso de vir a Brasília para uma audiência à direção da Funai, quando vai pedir urgência no licenciamento da obra. O asfalto entre Manga e Itacarambi ganha, com isso, um novo padrinho desde que o deputado estadual Paulo Guedes (PT) perdeu o acesso aos gabinetes federais que tinha aqui em Brasília, com o impeachment de Dilma Roussef. Em seu lugar entraram o deputado Zé Silva (Solidariedade) e Arlen Santiago (PTB), respectivamente federal e estadual. 

Além do prefeito de Manga, Joaquim Oliveira, o Quinquinha do Posto Shell (PPS), que subitamente passou a ter interesse na obra, depois de desistir de participar da licitação que o governo de Minas promoveu para conceder a travessia sobre o Rio São Francisco entre Manga e Matias Cardoso, onde ele foi permissionário sem licença forma durante décadas. Quinquinha e Arlen, por óbvio, têm pouco poder de pressão para garantir o retorno da obra. Zé Reis, na condição de presidente de uma entidade que reúne 90 prefeitos pode, quem sabe, fazer algum tipo de cócegas na velha lentidão do governo federal.   


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