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QUINQUINHA AMARELOU

No 27 Novembro 2017.

Prefeito alega compromisso anterior para o bolo na comissão processante

Um compromisso previamente agendado aqui em Brasília foi o motivo alegado pelo prefeito de Manga, Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), para não comparecer à audiência com a comissão processante instalada pela da Câmara de Vereadores para apurar denúncia de suposta prática de improbidade administrativa na contratação do escritório de advocacia Menezes & Consultores Associados ao custo de R$ 65 mil ao longo deste ano.

Quinquinha amarelou e mandou em seu lugar o advogado e fiel escudeiro Fábio Oliva, que pediu mais prazo para a oitiva do prefeito. Pediu e levou. O novo depoimento foi agendado para a sexta-feira (8/12), com o argumento de que será preciso convocar novamente todas as testemunhas arroladas pelo prefeito-réu, que tem abusado da prerrogativa de pedir concessões aos membros da comissão processante.

A estratégia do prefeito, segundo uma fonte que pede para não ser identificada, é ganhar o maior tempo possível para resolver um problema crucial: ele ainda não tem os votos necessários para mandar a denúncia do eleitor Adeon Lelis da Silva ao arquivo. Quinquinha tenta passar tranquilidade em relação ao tema, mas está cada vez mais preocupado com a possibilidade de não conseguir cooptar o voto que vai mudar o rumo da investigação.

Além de ter usado a dispensa de licitação para contratar o escritório Menezes & Associados pelo motivo alegado do notório saber, motivo da sua atual dor de cabeça, Quinquinha autorizou também a contratação, na modalidade dispensa de licitação, o escritório Tourinho & Cunha Sociedade de Advogados, de Belo Horizonte. O processo de inexigibilidade 003/2017, prevê o pagamento de R$ 66 mil reais ao escritório pelo prazo de um ano, entre os meses de abril de 2017 a abril de 2018. Nenhum dos dois escritórios atua, pelo menos não oficialmente, na sua defesa no âmbito a comissão processante.

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