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FONTE:QUINQUINHA COGITOU RENÚNCIA BRANCA

No 25 Janeiro 2018.

Na intimidade do seu gabinete, e para pessoas do seu círculo máximo de confiança, o prefeito de Manga, Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), tem dito que não vai recorrer judicialmente caso a Câmara de Vereadores vote pelo seu afastamento na manhã desta sexta-feira (26), em sessão designada para apreciar e deliberar sobre o parecer da comissão processante que concluiu pela violação do princípio da moralidade administrativa na contratação do escritório de advocacia Menezes & Consultores Associados, em fevereiro do ano passado, com dispensa de licitação. Trata-se de uma lorota, evidente, mas é útil para acalmar as muitas brigas na base (assunto sobre o qual vou falar em outro post). 

Nos últimos dias, Quinquinha tem alternado momentos de euforia com dias de péssimo humor (ocasiões em que enfrenta fotossensibilidade). Durante essas crises existenciais, o prefeito diz aos interlocutores (cada vez mais poucos) que vai abrir mão do mandato para se dedicar aos seus postos de gasolina. Lorota.

Quinquinha já pressentiu que não vai conseguir fazer um bom mandato e que, a cada dia que passa, perde capital político e complica sua vida para depois que deixar o cargo - com a possibilidade de vir a enfrentar novas ações judiciais sem o abrigo dos caríssimos advogados pagos pela viúva. 

O prefeito voltou a repetir o cansativo mantra de que a política só lhe causa prejuízos, porque é forçado a delegar a terceiros, pessoas que nem sempre têm o "mesmo olho dono", a gerência das suas empresas. Essa balela não o impediu, entretanto, de bancar quebrar lanças durante a campanha mais cara e judicializada da história de Manga nas eleições de 2016. Mas essa é outra história.

Muxoxos

No ar condicionado do seu gabinete, o prefeito garante que, se for cassado, cassado estará, para desespero do seu advogado e principal assessor. A possibilidade da renúncia obviamente não existe, é apenas mais uma das choramingas de Quinquinha nos seus dias de crise, quando debita suas dificuldades no cargo ao antecessor Anastácio Guedes, além do governador Fernando Pimentel (que não repassa recursos para o transporte escolar e do ICMS) e o presidente Michel Temer, que também retém recursos do orçamento federal para a saúde e obras.

No mais, o prefeito se queixa da crise financeira que o país atravessa. Em Manga, é crescente o sentimento de que, se ele fosse, já iria tarde. Mas o eleitor não se deve deixar iludir: poucos políticos na história de Manga se mostraram tão apegadas ao cargo. Se for cassado, Quinquinha, que já deu um boi para entrar na briga não vai se importar de perder uma boiada para não sair da vida mansa que é o prefeitar (a liturgia do cargo, as viagens, o salário de R$ 15 mil e as vantagens de não pagar pela gasolina, comida e telefone, entre outras benesses). Ele move céus e terra, mas não entrega a rapadura para o vice Luiz do Foguete (PRB).

Comentários  

0 #1 pé de cabrya 25-01-2018 19:21
Tem liminar e amanhã tem votação?
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