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ANÁLISE: PT VAI PARA O TUDO OU NADA

No 25 Janeiro 2018.

A executiva nacional do PT está reunida em São Paulo para avaliar a extensão dos estragos provocados pela confirmação da condenação, com majoração na dosimetria da pena contra o ex-presidente Lula no julgamento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre. O lulopetismo chegou àquela encruzilhada que vai definir o futuro de Lula e a própria existência da legenda no curto e médio prazo. A questão que não é externada, mas que invade mentes e corações consiste em saber se o PT existirá sem Lula.

O petismo vai caprichar no vermelho cor de guerra, com promessas de radicalização. No imediatismo da ressaca cívica e moral (os petistas perderam bastante a noção do que isso significa após chegar ao poder), a única solução possível é manter a candidatura de Lula, que será lançado ainda hoje para a empreitada praticamente impossível. Enquanto se bate com seus moinhos de vento, Lula precisa escolher com calma o melhor momento para a saída da cena presidencial e na escolha sobre quem passará o bastão da maior liderança popular da história do país. Não será escolha fácil.

Os anunciados Fernando Haddad e Jacques Wagner não estão à altura do desafio, tampouco há essa figura disponível. Lula nunca levou a sério esse negócio de sucessão e agora paga pelo erro de não ter incentivado a renovação no intramuros do partido. A única concessão que fez nessa seara foi a Dilma Rousseff, decisão da qual se arrepende amargamente. No mais, o PT vai apostar na tese de que eleição sem Lula é golpe.

O absoluto descaso do país para seu drama pessoal nesse day after do julgamento em Porto Alegre recomenda cuidado também nessa frente, porque mostra carência de soldados disponíveis para a guerra santa que o petista pretende travar. O ano eleitoral, contudo, segue incerto mesmo com o nome de Lula fora da urna eleitoral. Seus opositores, em especial do engajado Judiciário, precisam moderar o ímpeto - sob pena de reforçar em Lula não mais o papel de mito, que lhe andava meio desbotado, mas o de mártir jogado numa cela qualquer das horrorosas prisões brasileiras. Lula na cadeia, enquanto gente muito suspeita desfila por aí no tapetes vermelhos do poder é receita de certo risco.   

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