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MANGA: MICO OFICIAL NO CASO ECON

Ligado .

Após estender tapete vermelho a investidor em energia solar, Quinquinhas diz não “compactuar com atividades obscuras que visem lesar quem quer que seja”

Vista panorâmica do local onde deveria ser instalado o canteiro de obras da Econ: seis meses após o evento de lançamento do projeto, a Prefeitura de Manga diz, em nota oficial, não ter recebido a documentação da empresa. Investidores denunciam suposta fraude   

[ATUALIZADO] - Era para ser um grande dia para o prefeito de Manga, Quinquinhas de Quinca de Otílio, o Joaquim do Posto (PPS), numa tarde excepcionalmente amena, com rara ocorrência de céu nublado no município de 19,8 mil habitantes, entranhado no semiárido do sertão norte-mineiro.

As chuvas ainda não tinham dado o ar da graça naquele setembro de 2019, mas o clima era de puro entusiasmo com a promessa (até aqui não cumprida) de se fazer chover dinheiro em Manga com a exploração daquilo que o município tem de mais abundante: a luz do sol.

 

No vídeo acima, Quinquinhas fala durante evento promovido pela Econ para apresentar o projeto de produção de energia em Manga

Trajado com a indefectível camisa azul, dress code que herdou dos tempos de camaradagem com o PSDB de Aécio Neves, o prefeito Joaquim de Oliveira Sá Filho, o Quinquinhas, falava em nome do município.

O prefeito se apresentou como uma espécie de anfitrião do evento realizado pela Econ Energia Compartilhada numa fazenda localizada a cinco quilômetros do centro de Manga.

A propriedade é do jornalista Luiz Tito, colunista do jornal mineiro O Tempo. Ao final deste post publicamos o posicionamento em que Tito nega qualquer relação com a empresa e seu presidente.

CHUVA DE DINHEIRO

A outra estrela do dia era o CEO (Chief Executive Officer) da Econ, Samir Gabriel, que estava em Manga, junto com uma caravana de empresários e funcionários da empresa, segundo sua fala durante o evento, para “inaugurar” uma fazenda de geração de energia solar, com investimentos previstos da ordem de R$ 400 milhões.

Se for real, mas há uma boa safra de indicações que mostra o contrário, esse aporte de capital seria a maior quantia, em termos nominais, já endereçada ao município de Manga em quase 100 anos de existência.

Quando a esmola é demais, o santo desconfia. O prefeito Quinquinhas parece ter esquecido o significado desse provérbio ao colocar sua reputação e, pior, a do município, em uma empreitada que agora é obrigado a reconhecer que desconhecia e que, sobre a qual, parece não ter adotado a devida postura prudencial que evitasse colocar a institucionalidade do cargo e credibilidade do município sob eventuais riscos.

Para se ter uma ideia do delírio da Econ Global em Manga, a microgeração de energia somada das três usinas já instaladas no município é de apenas 15 megawatts-pico (MWp), com investimentos bem mais modestos - coisa aí de R$ 45 milhões para as três plantas (duas plantas da Mori Energia e outra da Órigo Energia).

SEGUE O FIO

O prefeito percebeu seu erro de avaliação cinco meses depois do animado discurso no stand de vendas da Econ, com a publicação de uma nota de esclarecimento no site oficial do município há coisa de um mês. Convido meus três leitores a seguirem o fio.

Se um dia sair do papel, o portento prometido pela Econ pode gerar 209 megawatts/ano de energia limpa, produzidas por um imenso campo formado por 345.600 placas fotovoltaicas, distribuídas por 330 hectares na periferia de Manga.

 

Vídeo institucional em que a Econ mostra a chegada da sua equipe a Manga e o local onde será (seria?) instalada a futura usina de geração de eenrgia solar  

Em vídeos disponíveis no Youtube, o CEO Samir Gabriel diz que essa energia vai beneficiar 432 mil pessoas. O site da Econ Global, novo nome de fantasia da Econ Energia Compartilhada, mantém a promessa de construção da usina em Manga, com a geração de 450 empregos diretos com o empreendimento, que deve beneficiar 117 mil residências.

O título de CEO é o equivalente ao de presidente em bom Português. Esse uso pomposo de estrangeirismos no cartão de visitas não é só exibicionismo, também impressionar potenciais clientes.

- O propósito [da fazenda em Manga] é levar uma oportunidade de renda com algo de sustentabilidade social e ambiental. E tornar a Econ, obviamente, em um dos maiores players não só do mercado e energia solar sustentável, mas sim de energia no Brasil. Nossa empresa não será de um dono só, de uma pessoa só, mas de todas as pessoas que estão envolvidas -, diz um convincente Samir, em vídeo de produção impecável no quesito técnica.

O site procurou, mas não encontrou referências sobre a concessão da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) para as anunciadas plantas de geração de energia da Econ em Manga e Paracatu, no noroeste do Estado.

Seis meses após o evento da Econ em Manga, só resta uma placa gasta pelo sol e chuva no local onde deveria ser construída a fazenda de energia solar da Econ. A placa mostra os números grandiosos do projeto, mas está perdida no meio do nada, conforme a reportagem conferiu in loco há três semanas.

Seis após o lançamento do projeto de estruturação da usina solar em Manga a placa da Econ permanece no local: números grandiosos

RECLAMAÇÕES

A promessa de ganhos fáceis até agora não saiu do papel e, pelo andar da carruagem, talvez não se concretize. O site ReclameAqui acumula, até agora, 429 queixas contra a Econ Energia Compartilhada.

São relatos desesperados de investidores que pedem o pagamento dos prometidos rendimentos de 30% ao mês ou a devolução do dinheiro aplicado em cotas-partes dos projetos da empresa - empreendimentos de fazendas de energia solar que seriam instalados no Piauí e Norte de Minas.

No Youtube há farta documentação em vídeo com denúncias contra a Econ. A empresa, mostram em vídeos analistas de mercado e investigadores de fraudes financeiras, atuava como típica pirâmide financeira ao prometer retornos irreais aos incautos que topassem comprar cotas de suas plantas inexistentes, até onde e consegue apurar, de produção de energia solar.

'ACIONISTAS LESADOS'

Uma delas seria em Manga - onde o prefeito Quinquinha de Quincas de Otílio estendeu o tapete vermelho para o que vai se configurando como uma possível ação de estelionatários. Não se tem notícia que a Econ tenha voltado a Manga após o evento do ano passado. Veja o que o prefeito diz em seu comunicado oficial: 

“Desde a data de início dos trabalhos até a presente data, nenhuma documentação foi fornecida para o município de Manga pela mencionada empresa. Posteriormente tornou-se pública a informação de que vários acionistas teriam sido lesados pela falta de início das ações de implantação da mencionada empresa, ao passo que os investimentos neste município nunca se iniciaram”, diz Quinquinhas em posicionamento pendurado no site oficial do município.

"ESTOU AQUI PARA APOIAR ESTE EVENTO"

Cerca de 60 pessoas acomodavam-se sob o toldo e entorno de algumas tendas instaladas no meio de um pasto no dia de campo em setembro do ano passado, quando o CEO Samir Gabriel ensaiou discurso grandiloquente, lido a partir da tela de um smartphone. Além de Samir, apenas apenas Quinquinhas fez uso da palavra.

O prefeito era só entusiasmo com a promessa de investimento em Manga: 

- Esse momento é um momento muito rico para o município de Manga, né? Momento da gente receber esse investimento aqui na nossa cidade. É um investimento de uma ordem muito grande financeiro, que vai gerar um impacto muito grande para nossa cidade [...]. Como prefeito, estou aqui para apoiar o evento, apoiar o empreendimento e dizer a todos os empresários que estão aqui 'participano' desse momento que sejam muito bem-vindos.

TÁ DIFÍCIL ENTENDER? VOU DESENHAR... 

Após afirmar que a cidade estaria de portas abertas para receber os investidores da Econ, Quinquinhas não se deu por achado.

O prefeito de Manga fez troça com o baixo regime de chuvas no município e a fartura de sol durante praticamente todo o ano naquela região – o que resulta em flagelo para a população, cada vez mais pobre ante os efeitos da estiagem que castigou o município nos últimos anos - exceção feita a este início de 2020, quando os índices pluviométricos estão acima da média.

Como se fosse difícil entender, o prefeito de Manga resolveu desenhar. O rascunho, no entanto, não ficou bom:

 - Apesar do que não está sendo mostrado aqui hoje, que é a questão do sol, o que não tem aqui na nossa região é sol, né? (risos da plateia, para deleite do orador). Infelizmente hoje está nublado, né? (Felizmente, né prefeito!, ouve-se um grito, quase em desespero vindo da plateia, na tentativa de corrigir a gafe do político).

 Ainda segundo Quinquinhas, o empreendimento em Manga teria “grande diferencial” em relação a outras áreas e outras regiões por conta do excesso de luminosidade.

 - Você pode ter na certeza [Samir] que o percentual de luminosidade aqui na nossa região é impressionante, quase na totalidade dos dias do ano -, mandou ver o prefeito, no que conferiu um certo status de institucionalidade ao evento da Econ, um reconhecimento tácito de que a coisa era para valer.

PERDAS

A empresa, por sinal, divulgou o vídeo do evento em Manga no Youtube com o título “Prefeito de Manga (MG) confirma investimentos Econ na região”. A postagem, de sete de setembro de 2019, é do perfil Econ Minas. A mensagem saiu do ar e agora apresenta o status de vídeo privado. De todo modo, a empresa usou a imagem do prefeito para convalidar o que depois começaria a configurar um possível golpe.

Um vídeo com a fala do prefeito de Manga foi veiculado, depois apagado, fazia menção à confirmação 'oficial' do investimento da Econ no município  

Por exemplo: um investidor de Pindamonhangaba, interior de São Paulo, relata no ReclameAqui, de ter levado um calote de R$ 120 mil após assinar contrato com a empresa com a duração de dois anos (na imagem abaixo).

- A Econ Energia Solar ou Econ Energia Compartilhada agora mudou o nome para Econ Global. Dizem possuir fazendas no Piauí e Minas Gerais, chegaram no mercado prometendo lucros através de cotas de energia geradas através de painéis solares -, denuncia esse investidor.


O QUE QUINQUINHAS DIZ AGORA

Cinco meses depois do evento festivo da Econ em Manga e do surgimento de dezenas de denúncias na internet sobre atrasos nos pagamentos dos bônus prometidos aos investidores, o prefeito Quinquinhas mandou publicar uma nota de esclarecimento, em 14 de fevereiro deste ano, no site oficial do município.

Na nota, o prefeito informa nem ele nem o município “tinham conhecimento das reais intenções da empresa e não compactuam com atividades obscuras que visem lesar quem quer que seja”. O tom da nota é menos entusiasmado do que o discurso de Quinquinhas no evento festivo da Econ:

“A Prefeitura Municipal de Manga informa que, no mês de setembro de 2019, o prefeito Joaquim de Oliveira Sá Filho, recebeu um convite para estar presente no evento de abertura dos trabalhos da empresa Econ – Agenciamento de Serviços Negócios Eireli, trabalhos estes que previam um investimento na cidade de Manga na casa dos R$ 400 milhões)”. A íntegra da nota pode ser conferida na imagem abaixo:


DESCULPAS SINCERAS INTERESSAM

Não há mesmo qualquer motivo para vincular o prefeito de Manga à ação dos supostos golpistas. Sua alegação de que não sabia “das intenções da Econ em lesar quem quer que seja” soa sincera, mas Quinquinhas poderia ter sido mais atento em relação a essa chuva de investimentos bem no seu quintal. Dinheiro não costuma cair do céu.   

Aqui, aqui e aqui é possível ver vídeos de alertas para o que já se consolidava como o modus operandi agressivo da Econ na captação recursos para a montagem de fazendas solares.

As denúncias mostram o quanto era irreal as promessas de rentabilidade aos investidores do projetos e para os riscos de irregularidade que contrariam a legislação brasileira para estruturação de operações e atuação no mercado de capitais.

São vídeos de seis e setes meses atrás, antes mesmo da visita de Samir Gabriel e seus camisas pretas a Manga. Tudo estar a indicar que o prefeito de Manga entrou de gaiato no navio da Econ, mais ou menos como aconteceu com as muitas centenas de pessoas que alegam ter perdido dinheiro com o suposto golpe.

SEM CONTROLE

É surpreendente a falta de notícias sobre a atuação dos órgãos de controle e das polícias sobre casos como o que se narra aqui. Há um registro na internet dando conta que a CVM (Comisão de Valores Mobiliários) teria alertado para o risco de pirâmide financeira por parte da Econ, mas o site da autarquia, que é uma espécie de xerife do mercado de capitais e financeiro, no entanto, não mostra nada sobre o caso.    

Procurados por e-mail para comentar o assunto, o prefeito de Manga e sua assessoria de comunicação optaram por não se manifestar. Entre as perguntas encaminhadas pelo site, questionou-se se o empresário Quinquinhas comprou cotas da Econ Global e se ele considera que sua fala no evento da empresa, na condição de agente político e não mais no CPF, poderia ter influenciado, de algum modo, a decisão de compra de investidores país afora.

'PARCEIRO ESTRATÉGICO'

Seja como for, o CEO Samir Gabriel não deixa por menos. Na sua fala durante o evento de setembro passado fica muito claro o papel de aliado do município de Manga e seu prefeito para com o projeto local da empresa:

-  O município de Manga é, e sempre será, parceiro estratégico da Encon. Quero, mais uma vez, parabenizar o prefeito Quinquinhas por trabalhar por um município prospero, forte e respeitado. Tenho certeza que a inauguração da usina de Manga é passo fundamental nessa direção -, discursou o CEO Sami Gabrel, afetando proximidade com o atual titular da administração municipal em Manga - que agora nega, peremtoriamente, em nota ofical, qualquer relação com a empresa.   

Pode ser, e aqui vale o benefício da dúvida, que o prefeito de Manga não sabia exatamente dos planos da Econ - agiu motivado pela promessa de investimento inédito par o município.

Faltou ao prefeto o zelo dos prudentes ao se prestar, ainda que involuntariamentre, ao papel de garoto propaganda do que vai se firmando como uma canoa furada. Talvez por temer representações judiciais, ele se apressou em fazer um hedge com a divulgação do tal "posicionamento oficial". 

O QUE DIZ A ECON GLOBAL

Este Em Tempo Real monitora o caso Econ há pelo menos quatro meses, desde que começou a surgir uma enxurrada de comentários nas matérias que publicamos sobre a instalação das três fazendas de microgeração de energia solar em Manga. Eram investidores ansiosos para saber se as plantas já existentes na cidade tinham relação com a Econ.

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Leia também:  

ALGO DE NOVO SOB O SOL   
Projetos de energia solar começam a mudar a paisagem do semiárido mineiro. Manga terá três usinas até o próximo ano

FOTOVOLTAICA EM MANGA

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O site tentou entrar em contato com a Econ em pelos menos três números de celulares associados à empresa em sites da internet, mas as linhas foram canceladas ou registram uma mensagem de que não aceitam determinados tipos de chamada.

E-mails com pedido de posicionamento também foram enviados para os endereços de contato que constam do registro da empresa no Cadastro Nacional de Empresas Jurídicas, além de outros endereços disponíveis sítios da internet. Não houve resposta até a publicação deste post.

Outra tentativa de contato se deu pelo canal ‘Fale com CEO’ no site da Econ Global, mas ocorreram erros na hora do envio da mensagem.

Basicamente, questionou-se a empresa sobre a instalação da planta de energia solar em Manga, se o projeto está mantido e quando será o seu início. Outra indagação pertinente, é como a empresa responde às acusações de que montou um esquema de pirâmide financeira. 

No site da Econ Global, que deu lugar à Econ Energia Compartilhada, há uma nota sobre a usina em Manga.

"Apesar de ainda representar menos de 2% da matriz elétrica do Brasil, o uso privado e público da energia solar tem crescido muito nos últimos anos. Prova disso é a construção de mais uma usina geradora de energia fotovoltaica em Minas Gerais, desta vez no município de Manga. O local, que pertence a Econ (e não mais ao empresário Luiz Tito), onde iniciou suas obras em setembro, teve um investimento de R$ 395 milhões e gerará 450 empregos, diretos e indiretos. 

A empresa não respondeu aos nossos contatos até a publicação deste post. 

O QUE DIZ O DONO DA FAZENDA SEDE DO EVENTO

Proprietário da fazenda onde se realizou o evento da Econ, o empresário Luiz Tito foi contatado pelo site via Whatsapp. A recepção não foi muito amigável. O empresário parece ter entendido que se buscava aqui associar o seu nome a um esquema de pirâmide financeira - o que absolutamente não era o caso. 

A confirmação, por parte de Tito, de que a empresa efetivamente arrendou sua propriedade, pode ser um índicio de que há alguma credibilidade nas promessas de instalação de um grande projeto de geração de energia solar em Manga, a despeito de todas as denúncias contra o grupo que instalar em uma planta de grande porte para produção de energia solar, ainda sem existência real ou indícios de concretização, como bem o confirma a nota oficial da Prefeitura de Manga.        

Em resposta aos questionamentos do site, Tito informou ter contrato particular de arrendamento de sua propriedade com uma empresa que vai “implantar uma usina de captação e geração distribuída de energia solar em Manga". O empresário não quis abrir o nome da empresa. 

"DESCONHEÇO"

Tito afirma que não conhece o CEO Samir Gabriel, que, por sua vez, em vídeo disponível na rede, o cita nominalmente ao agradecer a cessão do espaço para o dia de campo. O que não significa, obviamente, que o empresário, a exemplo do que alega o prefeito de Manga, soubesse ou concordasse com a forma como a empresa toca seus negócios. Confira a resposta de Tito:

“Não fiz qualquer negócio com essa empresa Econ, tampouco conheço o tal Samir [Gabriel]; dessa forma não posso fazer qualquer a avaliação sobre ambos. Nunca tomei conhecimento de tratar-se a citada empresa de uma pirâmide; essa informação é sua [na verdade de diversas denúncias na internet], bem como prejuízos que ela teria dado a alguém. Tenho um contrato particular de arrendamento com uma empresa que atualmente discute a implantação de uma usina de captação e geração distribuída de energia solar. A área arrendada é de minha propriedade. Trata-se de um contrato particular de arrendamento. Como sou proprietário da área e não devo nada a ninguém, tenho a faculdade legal de fazer o que desejar”.  

Comentários  
0 # Isaias Pereira dos S 12-03-2020 11:29
sobre esse assunto vale lembrar a fala da Ministra Cármen Lúcia sobre " a ousadia dos canalhas". Isaias - Januária-MG
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0 # Wagner P Brandao 02-04-2021 19:56
Ñ é possível que a justiça cega do Brasil ainda ñ foi atrás desse assunto.
Más a justiça de Deus não falha, a justiça do homem pode dar várias voltas, más esses s... vão pagar em nome de Jesus.




*COMENTÁRIO EDITADO*
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0 # pe de cabra 11-04-2021 12:35
o tempo e o vento
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