Destaques

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MEIA VOLTA: HORÁRIO DE VERÃO TERMINA DIA 22

No Quinta, 12 Fevereiro 2015 16:04.

Governo desiste de prorrogação e relógios serão atrasados em uma hora no próximo dia 22

[DA AGÊNCIA BRASIL] - O governo federal decidiu não prorrogar a vigência do horário de verão neste ano, como havia sido cogitado na semana passada. Após reunião com a presidenta Dilma Rousseff, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse hoje (11) que o governo avaliou que não vale a pena estender o horário diferenciado, que está em vigência para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Braga explicou que, com mais um mês de horário de verão, algumas localidades do país ficariam com um período da manhã mais escuro, acarretando mais consumo de energia. Ele disse também que a economia no final da tarde não seria tão expressiva, já que o pico de consumo tem se deslocado do final da tarde para o início da tarde.

“Do ponto de vista da energia, parte do Brasil ficaria pela parte da manhã no escuro, e nós teríamos, portanto, mais consumo de energia de manhã. Em que pese, na parte da tarde, podermos ter um ganho de energia que seria mais importante se a ponta de carga estivesse se confirmando, coisa que, graças a uma série de medidas, conseguimos atenuar e também porque estamos passando o período de fevereiro e o mês do verão”, explicou o ministro.

O horário de verão começou no dia 19 de outubro para os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e termina no dia 22 deste mês. O principal objetivo da medida é reduzir o consumo de energia no horário de pico, registrado a partir das 18h, aproveitando melhor a luminosidade natural.

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CRISE DA ENERGIA: NÃO ACERTE O RELÓGIO AINDA

No Sexta, 06 Fevereiro 2015 12:41.

Governo estuda ampliação do horário de verão neste ano

[Da Agência Brasil] - A ampliação do horário de verão por mais um mês é uma das alternativas que estão sendo estudadas pelo governo para diminuir o consumo de energia neste ano. Segundo o Ministério de Minas e Energia, uma reunião na próxima quinta-feira (12), com a presença de representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica e da Empresa de Pesquisa Energética, vai discutir se o prazo do horário diferenciado deverá ou não ser ampliado.

O horário de verão começou no dia 19 de outubro para os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e, em princípio, acabaria no dia 22 de fevereiro. O principal objetivo da medida é reduzir o consumo de energia no horário de pico, registrado a partir das 18h, aproveitando melhor a luminosidade natural.

Um dos argumentos que será debatido pelos técnicos é o deslocamento que vem sendo verificado neste horário de maior consumo de energia, que ultimamente tem sido registrado por volta das 14h. Neste caso, a prorrogação do horário de verão não seria necessária.

Segundo o ministério, não há, em princípio, uma predisposição do governo em ampliar o período de vigência do horário de verão, esta é apenas uma das alternativas que estão em estudo, mas não há nada definido. No início do horário de verão deste ano, a estimativa do governo era uma economia de R$ 278 milhões, com geração de energia térmica no horário de pico. Na edição anterior, a economia foi R$ 405 milhões.

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PERDEU A GRAÇA

No Quarta, 04 Fevereiro 2015 09:48.

Dilma, enfim, resolve mudar comando da Petrobras

Um erro grosseiro na comunicação do já controverso balanço trimestral da Petrobras foi, com perdão pelo lugar comum, a gota de óleo que faltava para entornar o copo da paciência da presidente Dilma Rousseff. Dona Presidenta decidiu colocar um ponto final na gestão da amiga Graça Foster no comando da maior empresa do país, tragada para uma crise sem precedentes na sua história de 60 anos pela mistura sempre deletéria da incompetência misturada à corrupção. Foi mais um episódio em que a teimosia da presidente ante as evidências dos fatos cede espaço para um meia-volta quando o leite anda bem derramado.

O atraso na divulgação do balanço em quatro meses não foi suficiente para evitar a trombada entre o comando da Petrobras e o Palácio do Planalto. Por erro de comunicação, a que se adiciona a má vontade, ou burrice mesmo de alguns jornalistas ditos econômicos, uma nota explicativa no balanço da Petrobras informava que a empresa carrega, no seu balanço não auditado, ativos supervalorizados, ou avaliados acima de seu valor de face, como queira, em espantosos 88,6 bilhões de reais. Sem mais nem menos, o número que mostra descompassos de várias origens, virou o que seria o tamanho do buraco que a mão boba dos corruptos deixou na estatal.

A presidente chegou à conclusão de que chegara ao fim o ciclo de Graça Foster na direção da empresa, que um dia foi o orgulho de todos os brasileiros. Conversaram na tarde da terça-feira (3) e acertaram, como antigas camaradas, a estratégia de que Graça ganha uma sobrevida na Petrobras até o final do mês, tempo suficiente para tentar fazer uma faxina minimamente razoável nas marcas de óleo cru que mancha a reputação da empresa. Foi o que bastou para que as ações das empresas disparassem na Bolsa de Valores, com valorização superior aos 15% ao cabo de poucas horas.

O site Brasil2/4/7=13, que teve a graça de se transformar na leitura preferida de 11 entre 10 cabeças coroadas do petismo, tenta emplacar, desde ontem, o nome do banqueiro e ministro Henrique Meirelles, presidente do Banco Central nas gestões Lula, para tentar recolocar a estatal brasileira do óleo e gás no seu destino de potência empresarial aqui e alhures. O nome de Meirelles, por sinal, teria sido sugerido à Dona Presidenta pelo próprio Lula, o velho conselheiro neste nosso esquisito presidencialismo de dois gêneros. Lula, aliás, tenta emplacar o banqueiro Meirelles em toda vaga de responsa que aparece na administração.

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UM BURACO SEM FUNDO

No Terça, 03 Fevereiro 2015 18:07.

Aneel autoriza mais aumentos nas contas de luz


Reajustes autorizados para contas de energia autorizados pela Aneel entram em vigor hoje (Foto:Agência Brasil)


[COM AGÊNCIA BRASIL]

Em janeiro de 2013, a presidente Dilma Rousseff apareceu em rede nacional de televisão para anunciar um saco de bondades para o consumidor de energia elétrica no Brasil.  "A partir de agora a conta de luz das famílias vai ficar mais barata. É a primeira vez que isso ocorre no Brasil. Isso significa que o Brasil tem e terá energia mais que suficiente para o presente e para o futuro, sem nenhum risco de racionamento, de qualquer tipo de estrangulamento, no curto, no médio ou no longo prazo". Dois anos depois, e não somente por erro de cálculo grosseiro do governo, que não tinha mesmo bola de cristal para prevê a crise da água, a história é bem outra.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou nesta terça-feira (3) mais uma série de aumentos na tarifa de energia elétrica de distribuidoras localizadas em diversas partes do país. Os aumentos começam a ser cobrados já a partir de hoje pelas companhias de Luz e Força (CPFLs) de Mococa, Santa Cruz, Sul Paulista, Leste Paulista, Jaguari; pela Companha de Eletricidade do Amapá; e pela Energisa Borborema Distribuidora de Energia. O aumento é setorial, mas reflete as sucessivas elevações de custos que assusta famílias e empresas no país.

Com cerca de 44 mil consumidores, que residem principalmente no município de Mococa, em São Paulo, e nos municípios mineiros de Arceburgo, Itamogi e Monte Santo de Minas, a CPFL Mococa aplicará reajuste médio de 29,28% – sendo de 35,37% para consumidores alta tensão e de 27,21% para os de baixa.

A CPFL Santa Cruz distribui energia em 27 municípios localizados na região da Média Sorocabana, em São Paulo, e em três municípios ao norte do Paraná. Os cerca de 197 mil consumidores atendidos pela distribuidora terão reajuste médio de 27,96% em suas contas de luz. Para os de baixa tensão, o reajuste médio será 28,99%, e para os de alta, 26,5%.

Responsável pela distribuição de energia para cerca de 80 mil consumidores de cinco municípios de São Paulo – Itapetininga, São Miguel Arcanjo, Sarapuí, Guareí e Alambari – a CPFL Sul Paulista teve autorização para reajuste médio de 28,38% nas contas de luz. O efeito para consumidores de alta tensão será 33,71% e, para os de baixa tensão, 25,8%.

A Aneel autorizou também aumento médio de 24,89% na conta de luz dos clientes da CPFL Leste Paulista, que atende a cerca de 55 mil consumidores de sete municípios paulistas: São José do Rio Pardo, Casa Branca, Caconde, Divinolândia, Itobi, São Sebastião da Grama e Tapiratiba. Consumidores de baixa tensão terão reajuste médio de 24,73% e os de alta tensão, de 25,3%.

Outra CPFL que teve autorização para aumentar suas tarifas foi a de Jaguari, que atende a 37 mil consumidores dos municípios de Jaguariúna e Pedreira, ambos em São Paulo. O efeito médio do aumento será 45,40%, sendo de 48,85% para os de alta tensão; e de 39,49% para os de baixa. Sobre esse reajuste, o diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, disse tratar-se de uma situação específica e muito particular, porque a distribuidora vinha cobrando valores mais baixos. “Portanto, esse aumento não indica uma tendência”, afirmou Rufino.

O aumento médio da CPFL autorizado para a Energisa Borborema Distribuidora de Energia ficou em 39,55%, sendo de 38,62% para os de alta tensão, e de 40,19% para os de baixa. A Companhia de Eletricidade do Amapá teve autorização para aumento médio de 18,56% (8,82% para alta tensão e 21,25% para baixa).

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NO ACUMULADO, DESEMPREGO SEGUE EM QUEDA

No Quinta, 29 Janeiro 2015 17:11.

Taxas de desemprego de 2014 são as menores da série histórica, diz IBGE

Da Agência Brasil Edição

A taxa de desocupação do mês de dezembro do ano passado foi 4,3%, mesmo resultado de dezembro de 2013. A taxa média de desocupação de 2014 fechou em 4,8%. Os dados revelam as menores taxas de trabalhadores desocupados (sem emprego) de toda a série histórica, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada hoje (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em novembro de 2014, a taxa havia fechado em 4,8%, enquanto a média anual de janeiro a dezembro de 2013 havia fechado em 5,4%. Os dados divulgados pelo IBGE indicam que a taxa média de desocupação chegou a cair 7,5 pontos percentuais em uma década: em 2003 a taxa média de ocupação de janeiro a dezembro havia sido 12,4%.

A pesquisa indica que, em 2014, a média anual da população desocupada foi estimada em 1,176 milhão de pessoas, percentual 54,9% menor que o de 2003, quando a média anual havia sido de 2,608 milhões. Quando comparada a 2013, a queda no número de pessoas desocupadas foi 10,8%: 1,318 milhão pessoas.

Em dezembro de 2014, a população desocupada nas seis regiões pesquisadas (1,051 milhão) recuou 11,8% em relação a novembro (1,192 milhão) e 0,9% quando comparada a dezembro de 2013 (1,061 milhão).

Por outro lado, a pesquisa do IBGE constatou que a média anual da população ocupada nas seis regiões pesquisadas em 2014 foi estimada em 23,087 milhões de pessoas, recuando 0,1% em relação a 2013, quando este contingente era 23,116 milhões.

Em dezembro do ano passado, a população ocupada nas seis regiões pesquisadas chegou a 23,224 milhões, recuando 0,7% em relação a novembro e ficando estatisticamente estável (0,5%) em relação a dezembro de 2013.