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Em Tempo Real - Luís Cláudio Guedes

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ERRO DE AÉCIO ERA SÓ PARA ‘ENCHER O SACO’

No 06 Junho 2017.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retoma logo mais o julgamento da chapa que elegeu Dilma Rousseff, cassada no ano passado, e o atual presidente, Michel Temer. Será puro jogo de cena, sem chance de ser concluído esta semana, já que o circo está armado para que um dos ministros faça pedido de vista e adie a decisão final para as calendas gregas.

Em uma das suas muitas inconfidências e explosões de mau-caratismo captadas pelos grampos da Polícia Federal, o senador afastado do mandato Aécio Neves (PSDB) contou que a ação que pode cassar a chapa Dilma-Temer foi ajuizada por seu partido somente para “encher o saco” do PT.

Aécio confessou a cafajestice em conversa gravada por Joesley Batista, um dos donos da JBS. “Lembra depois da eleição? Os filhos da puta sacanearam tanto a gente, vamos entrar com um negócio aí para encher o saco deles também.” Ainda segundo Aécio, que assinou a ação na condição de presidente do PSDB, o presidente Michel Temer pediu para ele retirar a ação no TSE logo após o impeachment que cassou Dilma.

O neto de Tancredo nunca aceitou a derrota nas eleições de 2014. Mau perdedor, ele tentou essa vendeta para ‘encher o saco’ dos adversários. Não contava com as voltas que o mundo dá. Por ironia do destino, Aécio está morto politicamente, na mesma condição de boa parte dos seus arqui-inimigos petistas. Aécio agora corre contra o tempo para evitar ir para a cadeia e perder mandato, não necessariamente nessa ordem. Pode levar adiante sua irresponsabilidade e alegar na Justiça que a ação contra a chapa Dilma-Temer perdeu o efeito, já que é impossível 'encher o saco' do petismo, também combalido e a caminho da extinção.   

A atitude infantil e tresloucada de Aécio não deve ter maiores consequências para o morto-vivo que insiste em ocupar a Presidência da República. Não com o TSE, a corte que tem histórico de decisões sem muita coerência com a letra da lei. Mas não deixa de ser curioso o fato de que Temer enfrente agora a chapa quente de passar pelo escrutínio do TSE com as incertezas de uma possível delação do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), seu ajudante de todas as ordens. 

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