COVARDIAS SUPREMAS

COVARDIAS SUPREMAS

Ao decidir em favor de Aécio e outros encrencados do Congresso, Supremo Tribunal afaga os acima da lei Há farta…

More...
TRAGÉDIAS ADJACENTES

TRAGÉDIAS ADJACENTES

  No domingo, 1° de outubro, Stephen Paddock, de 64 anos, dispara contra a pequena multidão que assistia ao festival…

More...
DEMOROU, MAS ERA DIA

DEMOROU, MAS ERA DIA

Câmara de Manga aceita denúncia e Quinquinha pode ser cassado por improbidade administrativa  Imagem: Clever Inácio - www.norticias.com.br        …

More...
MANGA: A LEI DO RETORNO

MANGA: A LEI DO RETORNO

Passagem de Quinquinha por consórcio de saúde pode abrir próximo capítulo de condenações judiciais Sujeito a enfrentar o estresse da…

More...
DEMOROU, MAS QUINQUINHA SERÁ INVESTIGADO

DEMOROU, MAS QUINQUINHA SERÁ INVESTIGADO

Vereadores avaliam na segunda-feira abertura de comissão processante para apurar suspeita de improbidade do prefeito de Manga   Plenário da Câmara…

More...
FALTOU PANO PRA MANGA?

FALTOU PANO PRA MANGA?

Oposição alivia para Quinquinha, o ímprobo, e Luiz do Foguete vê o cavalo para o poder passar arreado A primeira…

More...
IMPROBIDADES RECORRENTES 2

IMPROBIDADES RECORRENTES 2

Prefeito de Manga dispensa de licitação escritório que atuou na campanha eleitoral para livrá-lo da inexigibilidade O prefeito de Manga,…

More...
QUINQUINHA TEM DUAS NOVAS CONDENAÇÕES POR IMPROBIDADE

QUINQUINHA TEM DUAS NOVAS CONDENAÇÕES POR IMPROBIDADE

Numa única sentença, juiz decreta duas novas perdas do cargo para prefeito de Manga >> Dispensa de licitação em contratos…

More...
Frontpage Slideshow | Copyright © 2006-2012 JoomlaWorks Ltd.

Em Tempo Real - Luís Cláudio Guedes

Imprimir

MUNIZ CONDENADO A INDENIZAR PAULO GUEDES

No 11 Outubro 2017.

Ex-prefeito de Montes Claros foi sentenciado por falsa acusação de crime durante campanha eleitoral de 2012

O juiz João Adilson Nunes Oliveira, da 4ª Vara Cível da Comarca de Montes Claros, condenou, na sexta-feira (6/10), o ex-prefeito de Montes Claros Ruy Adriano Muniz (PSB) por danos morais contra o deputado estadual Paulo Guedes.

A condenação é ruído, com bom atraso, da campanha eleitoral do ano de 2012, quando os dois disputaram, em segundo turno, o cargo de prefeito de Montes Claros. Guedes reclamou pela via judicial de danos à sua imagem em episódio de outubro de 2012, quando Muniz teria dito que o seu então adversário seria réu em diversos processos criminais, além de acusar vagamente e sem provas, de suposto envolvimento em caso de pedofilia na cidade de São Francisco.

A acusação era falsa e representou um claro abandono do sempre desejável fair-play durante debate eleitoral realizado na Escola Estadual Professor Plínio Ribeiro, um dos muitos embates que tiveram quando disputavam o segundo turno das eleições na cidade. Mas não foi só. Panfletos apócrifos com a mesma e covarde acusação foram distribuídos, na ocasião, em vários bairros de Montes Claros.

Ruy Muniz foi condenado a pagar  o valor de R$ 15 mil ao deputado Paulo Guedes. Na sentença, publicada na terça-feira (10/17), o juiz João Adilson Nunes Oliveira afirmou que ficou comprovado o ato ilícito praticado pelo réu. “As palavras finais, no debate político em questão, foram capazes de ofender a honra e a imagem do requerente”, diz o documento.

Os advogados de Paulo Guedes informaram que pretendem recorrer para questionar o valor da condenação, considerado baixo diante do dano moral sofrido, além do dano eleitoral.

"Numa ação em que se pretende reparar o dano e a dignidade humana, o valor arbitrado é mais do que simbólico, ele deve ter um caráter punitivo, para ter sentido de exemplo. E, neste caso, o dano foi ainda mais grave, uma vez que a falsa acusação foi praticada às vésperas da eleição, provocando grande repercussão na cidade, o que deixou clara a intenção de produzir benefício nas urnas", diz o deputado em nota.

Os advogados de Muniz usaram farto palavratório sem pé nem cabeça para livrá-lo da condenação. Chegou-se a alegar até o fato de Guedes ser réu em outro processo, do qual já foi inocentado, parcialmente, por suposta improbidade administrativa no período em que presidiu a Avams (Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene).

Ambição

Como se disse lá no alto, a condenação de Muniz traz um distante eco da sucessão municipal de Montes Claros em 2012, quando Paulo Guedes saiu da condição de candidato sem nenhuma chance para ser o primeiro colocado no primeiro turno. Disputou com Muniz, que usou toda a estrutura da sua fortuna e argumentos de baixo gosto, como esse de acusar um adversário de prática de pedofilia sem nenhuma evidência que comprovasse a grave denúncia. Criou-se, também, uma onda de xenofobia em que o eleitor de montes-clarense foi chamado a não votar em forasteiros.     

Naquela ocasião, Muniz também mandou uma equipe de assessora para o município de Manga, onde Paulo Guedes começou sua carreira política. Descobriu e levou para o horário politico gratuito na televisão a história de um agricultor que dizia ter sido funcionário fantasma da Câmara de Manga, episódio que impedia de pleitear aposentadoria como trabalhador rural.

Ruy jogou sujo na disputa eleitoral, o que já era prenúncio do que viria a ser seu governo. Saiu escorraçado do cargo. Acusado de corrupção, ficou preso no presídio regional de Montes Claros e depois em prisão domiciliar. Foi impedido de disputar a reeleição. Tudo vale a pena, quando a ambição não pequena. Ruy anunciou outro dia que vai disputar uma vaga por no Senado (aqui).  

Adicionar comentário

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Entre os termos de uso do espaço para comentários estão a restrição a comentários racistas, misóginos e homofóbicos, além de xingamentos e apologias ao uso de drogas ilícitas, crimes inafiançáveis ou proselitismo partidário. Os comentários serão moderados ou recusados para evitar excessos.


Código de segurança
Atualizar