UNIMONTES PARA POR CONTA DE BAIXO SALÁRIO

UNIMONTES PARA POR CONTA DE BAIXO SALÁRIO

O ao letivo nem começou e os servidores da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) estão novamente em greve, na repetitiva e…

More...
HORÁRIO DE VERÃO ACABA NO SÁBADO

HORÁRIO DE VERÃO ACABA NO SÁBADO

Chega ao fim à meia-noite do próximo sábado (17) o horário de verão em vigor desde outubro passado, quando os…

More...
PROVEDOR REGIONAL PUXA AVANÇO DA BANDA LARGA

PROVEDOR REGIONAL PUXA AVANÇO DA BANDA LARGA

A Agência Nacional de Telecomunicações divulgou comunicado nesta segunda-feira (29) com a informação de que foram adicionados ao sistema 1,91…

More...
TELEFONE FIXO A CAMINHO DO MUSEU

TELEFONE FIXO A CAMINHO DO MUSEU

Crise e mobilidade leva país a perder 1,2 milhão de linhas de telefone fixo  em 2017 [Com Agência Brasil] -…

More...
 PREFEITOS EM PÉ DE GUERRA COM PIMENTEL

PREFEITOS EM PÉ DE GUERRA COM PIMENTEL

O governador de Minas, Fernando Pimentel, vai lidando como pode com a insatisfação dos prefeitos após a repetição dos atrasos…

More...
APÓS NOVO W.O DE QUINQUINHA, COMISSÃO PROCESSANTE ENCERRA FASE DE INSTRUÇÃO

APÓS NOVO W.O DE QUINQUINHA, COMISSÃO PROCESSANTE ENCERRA FASE DE INSTRUÇÃO

Prefeito tem prazo de cinco dias para apresentar alegações finais, mas recusa em prestar depoimento indica que optou por judicializar…

More...
NA DEFESA, QUINQUINHA PARTE PARA O ATAQUE

NA DEFESA, QUINQUINHA PARTE PARA O ATAQUE

Prefeito alega fraude em votação e suspeição de vereadora entre argumentos para barrar denúncia de improbidade  Volumes com as cerca…

More...
Frontpage Slideshow | Copyright © 2006-2012 JoomlaWorks Ltd.

Em Tempo Real - Luís Cláudio Guedes

Imprimir

MATIAS CARDOSO PAGA ABONO FUNDEB, QUINQUINHA NADA...

No Quarta, 17 Janeiro 2018 19:24.

A Prefeitura de Matias Cardoso, no extremo Norte de Minas, pagou na terça-feira (16) o abono do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) a cerca de 100 profissionais do ensino na rede pública local. Ao todo, o prefeito daquele município, Edmárcio Moura Leal, o Edmárcio da Sisan (PSC), destinou R$ 98,7 mil a cerca de 100 professores e cargos de supervisão. O tíquete médio recebido por cada profissional foi de um salário mínimo (R$ 954).

Já na vizinha Manga, que fica a 11 quilômetros de Matias, na margem oposta do Rio São Francisco, os profissionais da educação podem não ter a mesma sorte. Embora o pagamento do abono do Fundeb tenha sido uma das mais destacas processas de campanha do prefeito Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), não há, até aqui, nenhuma sinalização de que os professores vão receber o dinheiro extra após quatro anos de suspensão.

Imprimir

QUINQUINHA PAGA SERVIDOR, MAS NÃO CONSEGUE EVITAR DESGASTE DA GESTÃO

No Quarta, 17 Janeiro 2018 08:20.

Na linha do 'inferno são os outros', nota assinada pelo prefeito faz críticas indiretas a Temer e Pimentel

A Prefeitura de Manga emitiu nota de esclarecimento no final da tarde da terça-feira (16) para informar que havia pago os salários do mês de dezembro aos cerca de 800 servidores municipais. Foi o primeiro atraso na folha de pagamento em cinco anos, com potencial para arranhar a narrativa de gestor infalível com que o prefeito do município, Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), vendeu o seu retorno ao cargo na última campanha eleitoral. É assim que se faz, dizia o slogan de suas gestões anteriores e mote de campanha.

Na confusa nota de esclarecimento, o prefeito de Manga tentou esclarecer os motivos que teriam forçado o atraso na quitação da folha de pagamento, que tem sido feita no 10 mês. O descontrole nas contas públicas teria sido causado pelo bloqueio de repasses dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) que a Receita Federal do Brasil determinou após atraso no pagamento das contribuições previdenciárias do mês mês de novembro. A fatura só paga no dia útil do ano e a Receita não tolera mais esse tipo de inadimplência.

Ainda segundo Quinquinha, o governador Fernando Pimentel deixou de repassar ao município recursos do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério) ao longo do mês de dezembro e início agora de janeiro. A isso se somou os atrasos do governo federal, do aliado Michel Temer, nas transferências de verbas para a saúde.

A pindaíba da Prefeitura de Manga, segundo Quinquinha, ainda tem razões na redução das transferências constitucionais federais, outra vez sobre a gestão do presidente Temer, aliado do senador Aécio Neves (PSDB), do deputado federal Toninho Pinheiro (PP), correligionários do peito, como é sabido, do atual prefeito de Manga.

Fica o dito pelo não dito...

Imprimir

PROJETO DA MG-479 OPÕE PREFEITOS A ESTADO

No Terça, 16 Janeiro 2018 08:18.

Após bloqueio em rodovia, prefeitos anunciam recurso para projeto da ligação Januária-Chapada Gaúcha

 Prefeitos Zé Reis e Marcelo Félix anunciam liberação de recursos do Turismo para projeto de rodovia que o governo de Minas havia prometido entregar até o ano passado: em ano eleitoral, sobra boa-vontade, mas falta dinheiro para pavimentar a via 

A rodovia que liga o município de Januária, no extremo Norte de Minas, a Chapada Gaúcha, no Noroeste do Estado, a MGC-479, é considerada pelos órgãos estatais de planejamento em infraestrutura como uma rodovia estadual coincidente. Isso equivale dizer que a MGC-479 é estrada estadual que sobrepõe o traçado de uma BR planejada – daí o termo ‘coincidente’.

Depois dessa explicação inicial, vale o registro de que agora o governo estadual e a Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (Amams) estão em pé de briga pela prerrogativa de chamar de sua a autoria do projeto executivo para pavimentação da rodovia que tem extensão de 160 quilômetros, nas terras perdidas do sertão entre Januária e Chapada.

Após o anúncio de que o movimento Asfalto MGC-479 planeja bloqueio na estrada ao longo desta semana, publicado com exclusividade aqui no site, os prefeitos de Januária, Marcelo Félix Araújo, e de Bonito de Minas, José Reis Nogueira de Barros, o Zé Reis, ambos do PSB, anunciaram assinatura de convênio com o Ministério do Turismo no valor de R$ 4,8 milhões para a execução do projeto a rodovia que interliga Januária a Chapada Gaúcha, que representa parte da ligação entre o Norte de Minas e centros consumidores importantes como Brasília, Anápolis e Goiânia.

Fac-simile do contrato que a Prefeitura de Januária firmou com a Caixa Federal

O prefeito Marcelo Félix assinou contrato de repasse para transferência voluntária de recursos da União com a Caixa Econômica Federal em Montes Claros, no final do ano passado. O prefeito se comprometeu a concluir o projeto executivo no prazo de oito meses, mas a Caixa estipulou o período de 30 dias para analisar a viabilidade da medida.

A iniciativa dos prefeitos Zé Reis, que está em pré-campanha pela disputa de um cargo na Assembleia Legislativa de Minas, e Marcelo Félix causou estranheza no governo estadual, que tinha firmado o compromisso de autorizar o Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DEER/MG) a lançar edital de licitação com a mesma finalidade. O governador Fernando Pimentel deveria ter anunciado os recursos para o projeto-base da MGC-479 na visita que fez a Matias Cardoso, há pouco mais de um mês, mas acabou adiando a medida com a alegação de que uma greve do funcionalismo público do Estado inviabilizaria a lançamento do edital.

Segundo o deputado estadual Paulo Guedes (PT), um dos avalistas da obra pelo lado do governo estadual, o secretário de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais, Murilo Valadares, deu garantias, ainda no mês de dezembro, de que o processo de elaboração do termo de referência para o projeto da rodovia entre Januária e Chapada já estava autorizado, inclusive com visitas de equipes técnicas do DEER/MG à região para finalizar o edital de licitação do projeto.

“A pressa, às vezes, é inimiga da perfeição. Temos garantia do governo estadual para a publicação da licitação do projeto executivo já nos próximos dias. É importante que o próprio DEER, que tem pessoal técnico capacitado e responsabilidade pela rodovia assuma a execução do projeto e, posteriormente, da obra”, avalia Paulo Guedes, com a ressalva de que não faz nenhuma crítica ao movimento dos prefeitos de Januária e Bonito de Minas, porque toda ajuda é “sempre bem-vinda”, mas entende que o governo estadual merece um mais de crédito no compromisso de realizar o projeto da estrada.

A análise do deputado petista coincide com aquela do movimento Pró Asfalto MGC-479, que promete manter o bloqueio na estrada, em relação ao risco do projeto contratado pela Prefeitura de Januária não receber a homologação futura do Departamento de Estrada e Rodagens mineiro e mesmo do Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (Dnit), na hipótese, hoje fora de questão, da rodovia ser federalizada e passar para o controle da União.

Um encaminhamento possível de solução para o impasse, segundo comunicado do Movimento Pró MGC-479, seria o estado firmar termo de compromisso com o prefeito Marcelo Félix de que vai validar o projeto financiado pelo Ministério do Turismo.

Em entrevista ao Blog, via WhatsZap, o prefeito José Reis antecipou que tem agenda com o secretário Murilo Valares (Transportes e Obras Públicas) nesta quarta-feira (17), quando vai propor que o Estado se junte à Amams e à Prefeitura de Januária, via convênio, para licitação conjunta do projeto, no que se aproveitaria o recurso de R$ 5 milhões já liberado pelo governo federal e o estudo técnico realizado em campo pelo DEER/MG, na tentativa de agilizar a parametrização do edital.

“Não queremos concorrer com o Estado [nesse assunto], muito pelo contrário. Nossa tentativa é para juntar esforços, mesmo sabendo da briga atual entre os governos estadual e federal, mas para nós, nesse momento, não interessa essa dualidade, essa briga entre PT e o PMDB. O que nos interessa é retirar do papel esse sonho e minimizar esse atraso que a interligação nos traz”, argumenta o prefeito Zé Reis, para quem a busca de recurso junto ao governo federal é consequência da demora do Estado em cumprir a promessa de licitar o projeto.

"Nossas tratativas tiveram início em 2013 [durante o governo Dilma], com o sonho de trazer Brasília para mais perto e levar nossas potencialidades regionais, até a entrada do Projeto Jaíba de forma mais ampla na disputa [dos mercados] do Centro-Oeste e do Sul do país", explica Zé Reis, que diz ter usado junto ao Ministério do Turismo, que liberou os R$ 4,8 milhões para a Prefeitura de Januária, no argumento da necessidade de inserção regional com base selo do Parque Peruaçu, nas riquezas do Parque Grande Sertão Veredas e da região do Rio Pandeiros.

Januária a 5 kms

Imprimir

PROTESTOS EM ESTRADAS DO EXTREMO NORTE

No Domingo, 14 Janeiro 2018 19:03.

Bloqueios devem acontecer em Itacarambi e Januária, com suspensão do tráfego na BR-135 e MG-479  

 

BR-135 entre Manga e Itacarambi: descaso do poder público já dura décadas 

Dois movimentos programados para a manhã desta segunda-feira (15) devem paralisar o tráfego na BR-135, na altura do povoado de Rancharia, e na MG-479, na saída de Januária, no sentido de Chapada Gaúcha, no Noroeste de Minas. Um dos organizadores do movimento na BR-135, o vendedor Daniel Caldas Santiago diz que o movimento é apartidário e que 'políticos não serão bem-vindos' ao protesto.

"Nosso objetivo é sensibilizar os governantes para esse problema aí da estrada", diz Daniel Santiago, em contato via telefone com o site. Ele acrescenta que o movimento é apartidário e que não há lideranças definidas no comando da paralisação. A proposta dos bloqueios é alertar os governos estadual e federal para o abandono da rodovia federal entre Manga e Itacarambi. O protesto deve começar na madrugada, com o uso de pneus velhos e veículos para interceptar o fluxo na BR-135.   

Segundo os organizadores, a paralisação deve durar 24 horas, mas a experiência mostra que esses protestos costumam se esvaziar algumas horas depois do início da instalação das barreiras de contenção do trânsito de veículos. Ainda assim, o motorista que não quiser ficar parado sob o sol escaldante da região deve evitar trafegar nesta segunda-feira pela BR-135 e a MG-479.

Quem trafega pela BR-135, no sentido Manga-Januária, pode optar pela travessia entre Manga e Matias Cardoso. No sentido contrário, a solução é atravessar o Rio São Francisco em Mocambinho e voltar a cruzar o leito do rio entre Matias Cardoso e Manga, para pegar novamente a BR-135.   

Esse tipo de manifesto é sempre bem-vindo, mas dificilmente vai sensibilizar governantes em final de mandato e às voltas com estados quebrados como é o caso do presidente Michel Temer e do governador Fernando Pimentel. Ainda assim, a iniciativa vale para mostrar que a sociedade civil não está inerte diante do velho descaso do sempre com a população de municípios do extremo Norte de Minas.

O trecho da BR-135 entre Manga e Itacarambi segue órfão desde que o petismo saiu de cena com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Os deputados Arlen Santiago (estadual) e Toninho Pinheiro (federal) comandaram 'caravanas' de prefeitos, entre eles o de Manga, Quinquinha de Quinca de Otílio (PPS), e vereadores de municípios daquela microrregião, para reivindicar a retomada do asfalto naquele trecho, mas acabaram por enfiar a viola no saco e não falam mais no assunto.

A BR-135, por sinal, deve voltar para o domínio do governo estadual, conforme previsto em decreto de estadualização assinado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em acordo de transferência da rodovia para a responsabilidade e gestão do governo de Minas, quando Itamar Franco era o governador do turno.

Durante os governos do ex-presidente Lula, os destinos da BR-135 foram devolvidos para Departamento Nacional de Infraestrutura em Transportes (DNIT), que iniciou a pavimentação de alguns trechos da estrada entre a divisa com o estado da Bahia e a cidade de Manga, em Minas. O asfalto da rodovia federal nunca esteve tão longe como agora, porque os governos federal e estadual jogam a responsabilidade pela estrada um no colo do outro e tudo fica por isso mesmo.

Acesso para Brasília 

Imprimir

TEMER AGE PARA PIORAR MINISTÉRIO MEIA BOCA

No Domingo, 14 Janeiro 2018 11:59.

Presidente abusa da tática de nomear dor de cabeça em troca de apoio na votação da reforma da Previdência

Pivô da mais nova crise no governo Temer, a deputada Cristiane Brasil aguarda por uma posse que dificilmente vai acontecer

Maurício Quintella, Sérgio Sá Leitão, Osmar Terra, Marcos Pereira, Fernando Coelho Filho, Marx Beltrão, Helder Barbalho, Alexandre Baldy, Wagner Rosário...

Elencados na ordem acima, sem nenhum aposto, dificilmente esses nomes serão reconhecidos pelo brasileiro mediano. Todos são ministros do governo Michel Temer, que ainda ostenta em seus quadros nulidades de apelo instantâneo na mídia, como Luislinda Valois, a ministra dos Direitos Humanos mais conhecida por brigar por salário acima do teto constitucional de R$ 35 mil.

A banda conhecida do governo Temer na Esplanada dos Ministérios também não anima. É gente como Eliseu Padilha (Casa Civil), aquele que o falecido senador baiano Antonio Carlos Magalhães apelidou de Eliseu Quadrilha, e Blairo Maggi (Agricultura), com seus currículos enfeitados por processos judiciais, ou mesmo Gilberto Kassab (Comunicações), o suprassumo do fisiologismo nacional, capaz de adormecer no governo da presidente cassada Dilma Rousseff e amanhecer no dia seguinte ministro do governo Temer, a quem se acusa de golpe parlamentar.

O ministério de Temer exibe ainda Sarney Filho (Meio Ambiente) e Hélder Barbalho (Integração Nacional), assessores que têm mas a dizer pelo sobrenome que carregam do que pela contribuição efetiva que possam dar ao país. Está lá também Moreira Franco, o secretário-geral da Presidência da República, que recebeu o mimo ministerial do presidente e correligionário para não ficar sem o foro privilegiado que o deixaria susceptível de responder às muitas acusações que lhe pesam nos ombros ante um juiz de primeira instância.

Não pode ficar de fora o hour-concour Carlos Marun (Secretaria de Governo), o rei do baixo clero e ex-office-boy de Eduardo Cunha, que rasgou o verbo poucos dias após assumir ao considerar normal vincular empréstimos de bancos públicos às votações de interesse do governo, em especial a da Previdência. 

Ah, mas tem o Henrique Meirelles, dirá o leitor com ambição para Pollyanna,  capaz de ainda enxergar algum tom cor-de-rosa em meio ao muito cinza da cena nacional. Até mesmo aí, a safra não tem sido boa. A recuperação econômica é mais para inglês ver e o afamado ministro já rende algumas dores de cabeça depois que resolveu mostrar que é quem realmente manda no pedaço ao partir para voo solo presidencial. Para piorar o humor de mister Meireles, a agência de medição de riscos Standard & Poor's rebaixou a nota do Brasil, no que fere de morte a baboseira oficial de que há um ajuste fiscal em curso no país.      

Nas últimas semanas, Michel Temer teve um nome indicado a ministro barrado pelo correligionário José Sarney, ex-presidente e dono da capitania hereditária do Maranhão. Agora mesmo, seu governo gira às tontas voltas para derrubar as ações judiciais que vetam a posse da deputada federal fluminense Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho. Além de ser filha de Roberto Jefferson, o homem-bomba do Mensalão, a moça é ré em processos trabalhistas, com zero contribuição para o setor e zero conhecimento sobre as normas internacionais do Trabalho.

Prerrogativa