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APÓS NOVO W.O DE QUINQUINHA, COMISSÃO PROCESSANTE ENCERRA FASE DE INSTRUÇÃO

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Em Tempo Real - Luís Cláudio Guedes

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TADEU PLANEJAVA VOLTAR AO BRASIL EM AGOSTO

No Quarta, 03 Julho 2013 18:40.

A Polícia Federal monitorou os passos do ex-prefeito de Montes Claros Luiz Tadeu Leite (PMDB) e dos demais envolvidos na operação ‘Violência Invisível’, que investiga fraudes em licitações de prefeituras em 11 estados da federação. O esquema, segundo a Polícia, consistia na compra de títulos supostamente falsos do Tesouro Nacional utilizados no abatimento de dívidas previdenciárias dos municípios com o INSS. O 'grampo' nos telefones celulares dos suspeitos ajudou aos agentes federais a acompanhar as movimentações deles pelo país e no exterior. 

A investigação apurou que Tadeu Leite deixou o país via aeroporto internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, como passageiro do voo JJ8056 da TAM, no dia 14 de maio. Tadeu viajou acompanhado da esposa, a médica Stela Gleide Martins Leite, e planejava retornar ao país no dia 10 de agosto. O ex-prefeito tinha bilhetes para o voo TAM JJ8053, no trecho Miami/Aeroporto de Confins, em Belo Horizonte. A estadia do político no EUA era parte de tratamento de saúde. Tadeu estava hospedado em um flat em Miami. A coluna 'Radar Online' publicada no site da revista 'Veja' informou que Tadeu Leite foi preso nesta quarta-feira - o que deve mudar os planos de voltar ao Brasil com o pedido para sua extradição.  

A Polícia Federal monitorou ainda as conversas de Tadeu Leite com o empresário Mateus Roberte Carias, dono da empresa Digicorp Consultorias e Sistemas Ltda., de Vitória, no Espírito Santo, que aportou no Norte de Minas no início de 2011 com proposta tentadora a prefeitos incautos: a empresa oferecia descontos tentadores no valor de face de títulos creditórios que poderiam ser usados no abatimento de dívidas das prefeituras com o INSS. O desconto chegava a 30% do valor dos títulos.

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RADAR ONLINE: PRENDERAM O TADEU

No Quarta, 03 Julho 2013 17:06.

Ex-prefeito de Montes Claros foi preso nos Estados Unidos, informa colunista da 'Veja'


Ex-prefeito Luiz Tadeu Leite: retorno antecipado de temporada em Miami

A coluna ‘Radar Online’, editada pelo jornalista Lauro Jardim na revista ‘Veja’ publicou, agora há pouco, que a Interpol prendeu o ex-prefeito de Montes Claros Luiz Tadeu Leite (PMDB), em Miami, nos Estados Unidos. Ele estava sendo procurado desde ontem por suposta participação em fraudes com precatórios. A prisão do ex-prefeito chegou a ser anunciada na manhã de ontem por um jornal de Montes Claros, o 'Daqui'. a 'barrigada do jornalista Waldo Ferreira, contudo, era mais de intenção do que fato concreto.

Tadeu Leite é o terceiro ex-prefeito preso pela operação 'Violência Invisível' da Polícia Federal por suspeita de envolvimento em esquema que custou R$ 70 milhões aos cofres públicos somente em prefeituras do interior de Minas. O ex-prefeito de Pirapora, Warmillon Fonseca Braga (PSB), também está preso no Departamento da Polícia Federal em Montes Claros. O ex-prefeito de Janaúba, Benedito Nunes (PT), também foi detido durante a operação que deixou o mundo político norte-mineiro apavorado. O clima é de surpresa e incredulidade com as imagens de gente graúda indo para a cadeia.

A ação tem o objetivo de desarticular algumas quadrilhas que supostamente desviavam recursos públicos de mais de uma centena de cidades dos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Pará, Sergipe, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Maranhão e Bahia. Os esquemas envolvem fraudes em processos licitatórios destinados à aquisição de precatórios judiciais. A megaoperação seria uma resposta da Polícia Federal às cobranças pelo fim da corrupção que marcaram as manifestações durante o mês de junho no Brasil.

Títulos podres

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JORNAL DE OPOSIÇÃO DIZ QUE TADEU FOI PRESO

No Terça, 02 Julho 2013 12:36.

'Jornal Daqui' informa que ex-prefeito de Montes Claros foi preso nos EUA

Por Waldo Ferreira

O 'Jornal Daqui', de Montes Claros, sem periodicidade definida, publicou agora há pouco que o ex-prefeito do município Luiz Tadeu Leite (PMDB), foi preso ao meio-dia desta terça-feira 2, em Miami (EUA), para onde tinha fugido ao tomar conhecimento de operação da Polícia Federal que investiga desvios de recursos públicos em municípios de Minas Gerais, entre eles Montes Claros. A informação ainda carece de confirmação, porque o jornal faz duras e adjetivadas críticas ao politico Tadeu Leite e se jacta de ajudado a denunciá-lo ao Ministério Público. O repórter Waldo Ferreira não informa quem foi a sua fonte - mas parece pouco crível que a Interpol tenha agido com esse senso de urgência.

Segundo o 'Daqui', confirmando o que o colunista Lauro Jardim, da revista 'Veja', publicou mais cedo, desde as primeiras horas da manhã a casa de Tadeu em Miami permaneceu cercada por agentes do FBI, da Interpol e da Polícia Federal brasileira. Autoridades dos dois países acertam neste momento detalhes da chegada dele ao Brasil. Enquanto o ex-prefeito estava cercado nos Estados Unidos, policiais federais, de posse de mandado judicial, vasculhavam sua residência em Montes Claros, no condomínio Portal das Acácias, apreendendo documentos.

Além de Tadeu, foram presos os ex-prefeitos de Janaúba, José Benedito Nunes, que é delegado da PC; de Pirapora e Lagoa dos Patos, Warmillon Fonseca Braga; o ex-procurador jurídico da Prefeitura de Montes Claros na gestão Tadeu Leite, Sebastião Vieira, atualmente ocupante de cargo comissionado na gestão do prefeito Ruy Muniz.

Outro ex-procurador do Município – no governo do ex-prefeito Jairo Ataíde -, Farley Menezes, foi levado à sede da PF em “condução coercitiva”, que nada mais é que um tratamento formal a quem é preso. Todos se encontram neste momento prestando depoimento. Eles foram pegos na operação “Violência Invisível”, deflagrada com objetivo de desarticular organização criminosa que desviava recursos públicos de mais de uma centena de cidades de Minas, Espírito Santo, São Paulo e Mato Grosso do Sul, a partir de fraudes em processos licitatórios destinados à aquisição de precatórios judiciais.

Luiz Tadeu Leite e os demais fazem parte de quadrilha que fraudava as licitações, direcionando as contratações a uma das empresas integrantes da organização criminosa, que vencia as concorrências com o compromisso de fazer a compensação entre precatórios judiciais e as dívidas das Prefeituras, sob o argumento de uma economia de até 30% sobre os valores devidos aos INSS, prática proibida expressamente pela lei.
Tadeu responderá por crimes contra a administração pública, formação de quadrilha, falsidade ideológica, fraude às licitações, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, entre outros. A pena ultrapassa 30 anos.

Daqui - Entre 2009 e 2012, o jornal Daqui investigou Luiz Tadeu Leite por inúmeros crimes à frente da Prefeitura de Montes Claros, incluindo o superfaturamento da merenda escolar e os desvios de recursos públicos para financiar time de vôlei com o objetivo de eleger seu filho, o agora deputado estadual Tadeu Martins Leite, o Tadeuzinho.

Além desses escândalos, o Daqui também descobriu que o ex-prefeito cooptava a imprensa, pagando o chamado “mensalinho” ou “cala-boca” a jornalistas e veículos de comunicação. Outra denúncia dava conta da criação da chamada “rádio peão”, para disseminar mentiras favoráveis à administração e contra adversários políticos. Cabos eleitorais faziam esse serviço constando na folha de pagamentos da Prefeitura. O esquema era comandado pelo cabo eleitoral Everaldo Ramos, outro que continua recebendo da Prefeitura, agora prestando “serviço” para Ruy Muniz.

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POLÍCIA FEDERAL CHEGA A NOVOS INTOCÁVEIS

No Terça, 02 Julho 2013 09:33.

Ex-prefeitos de Montes Claros, Pirapora e Janaúba são alvos de nova operação da Polícia Federal

##Warmilon Braga, de Pirapora, está na cadeia
###Tadeu Leite pode estar foragido nos Estados Unidos
###Ex-prefeito de Janaúba Benedito Nunes, de Janaúba, também é investigado e já está na prisão

Operação 'Violência invisível' faz alusão aos crimes de colarinho branco: Warmilllon Braga e Benedito Nunes estão presos. Tadeu Leite (D), passava férias em Miami e está na mira da Interpol

O mundo político norte-mineiro voltou a ser sacudido com a força de terremoto na manhã desta terça-feira (2). A Polícia Federal realiza desde as primeiras horas da manhã a operação ‘Violência Invisível', que tem objetivo de desarticular algumas quadrilhas que supostamente desviavam recursos públicos de mais de uma centena de cidades dos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Pará, Sergipe, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraíba, Maranhão e Bahia. Os esquemas envolvem fraudes em processos licitatórios destinados à aquisição de precatórios judiciais. A megaoperação seria uma resposta da Polícia Federal às cobranças pelo fim da corrupção que marcaram as manifestações durante o mês de junho no Brasil.

O ex-prefeito de Pirapora, no Norte de Minas, Warmillon Fonseca Braga (PSB), é dos dos detidos. Ele foi preso em casa na manhã de hoje e e conduzido para a Delegacia da Polícia Federal em Montes Claros. Candidato declarado a deputado federal nas próximas eleições, Warmillon sofre agora revés que pode tirá-lo da vida pública. Prefeito itinerante na região do norte-mineiro, ele é suspeito de ter desviado dinheiro público das prefeituras onde foi eleito e de ter feito fortona incompatível com os rendimentos em 16 anos de vida pública.

Um dos dos nomes alvo da operação 'Violência Invisível', o ex-prefeito de Montes Claros Luiz Tadeu Leite (PMDB) não foi preso porque estaria em viagem internacional aos Estados Unidos. Tadeu teria comprado um apartamento em Miami, onde passa seu dolce far niente - ue ninguémé de ferro. Um mandado internacional de prisão foi expedido e a Interpol, que já estaria no encalço do ex-prefeito - que desistiu de concorreer à reeleição no ano passado após sua adminstração ter sido envolvida em vários escândalos de suspeita de desvio de verbas públicas.

A Polícia Federal não confirma os nomes dos detidos, mas pelo que se sabe até aqui o ex-prefeito de Janaúba, Benedito Nunes (PT), também está detido em Montes Claros. Há ainda indícios de que o advogado e professor universitário Farley Menezes também teria sido preso or envolvimento no esquema. Em Minas, a operação ‘Violência invisível’ é realizada em parceria com o Ministério Público Estadual (PME) e a suspeita é de que tenham sido desviados cerca R$ 70 milhões em 10 municípios. Outro peixe grande atrás da grades, por enquanto, é o Sebastião Vieira Filho, advogado e ex-procurador da Prefeitura de Montes Claros. Uma coletiva de imprensa foi marcada para às 11h00, quando a PF deve dar mais detalhes da operação e os nomes das pessoas investigadas e as prisões efetuadas.

Mais de 100 policiais estão envolvidos na ação, que realizam buscas nas cidades de mineiras de Águas Vermelhas, Capelinha, Caratinga, Ipatinga, Itambacuri/MG, Janaúba, Montes Claros, Pirapora, Rio Pardo de Minas, Várzea da Palma, Varzelândia, além do Consórcio intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun).

Novo esquema envolve precatórios (clique em leia mais)

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‘POXA NA VIDA’: É BATOM NA CUECA?

No Segunda, 01 Julho 2013 00:05.

Promessa de loteamento na Prefeitura de Matias pode custar o mandato a Edmárcio da Sisan

### Justiça Eleitoral avalia se assinatura em documento com promessas de cargo e mando em três secretarias pode ser tipificado como compra de voto

### Cotado para ser secretário de Educação, Tó diz que foi enganado e que recebeu 'cheque sem fundos' do atual prefeito

Edmárcio em campanha e agora na mira da Justiça Eleitoral: "Acordo não tem validade"

TEXTO ATUALIZADO

Raramente os bastidores das negociações de uma disputa eleitoral vêm a público com tanta oferta de detalhes e pormenores. Circula na internet há alguns dias, um documento com o título ‘termo de responsabilidade’ em que o atual prefeito de Matias Cardoso, no extremo Norte de Minas, Edmárcio Moura Leal (PSC), diz explicitamente e com firma reconhecida, que, se eleito for, se “compromete em colocar à disposição do Partido Popular Socialista (PPS), a quantia de três secretarias”. Se for verdadeiro, o 'termo' reduz as tratativas entre os partidos ao pântano das negociatas. Mas o documento é controverso - como se verá mais adiante.

O documento (no fac-símile ao lado. Para facilitar a leitura do texto, abra e amplie a imagem em uma nova tela) foi assinado em 24 de junho do ano passado, na esteira das conversas e movimentações que antecederam as convenções partidárias para a disputa da sucessão municipal. O ‘termo de responsabilidade’ diz que o PPS será o mandatário da capitania hereditária formada pelas secretarias municipais de Cultura, Saúde e Educação. “Fica ainda estabelecido que a Secretaria de Educação será preenchida pelo senhor Pedro Cristóvão de Souza Lima, presidente do PPS”.

Pedro Cristóvão vem a ser o Professor Tó, que era um dos pré-candidatos a prefeito de Matias Cardoso e que efetivamente desistiu da empreitada para apoiar a ainda nascente candidatura do agora prefeito Edmárcio. O documento que mostra as negociações entre o Professor Tó e Edmárcio recebeu o status de fé pública ao receber o carimbo do notário Álvaro Fernando de Souza, do Cartório Jaíba.

O processo de impugnação da candidatura do prefeito Edmárcio tramita na Comarca de Manga. Por enquanto, a peça está sob a análise do Ministério Publico Eleitoral local. A denúncia de suposto acordo eleitoral espúrio foi oferecida pelo segundo colocado nas eleições de 2012, Juarez Alves Pereira (PSDB), que recebeu cerca de 30% dos votos válidos.

Curiosa ou estranhamente, o reconhecimento da ‘firma’ de Edmárcio Leal foi requisitada quase um ano depois da data que conta no documento, em 15 deste ano. Procurado para questionar esse detalhe, o Professor Tó diz que tomou a providência a posteriori, para evitar dúvidas quanto à exatidão do documento. Até onde se sabe, a juíza Roberta de Souza Alcântara, da Comarca de Manga, acatou o 'termo' como peça do processo. O fato é que o PPS de Tó Lima foi um dos sete partidos que colaboraram para a eleição do atual prefeito. 

Edmárcio já apresentou sua defesa ao processo. O principal argumento dos seus advogados é de que o acordo foi firmado quando ele ainda não tinha homologado sua candidatura na Justiça Eleitoral e que, por isso, mesmo não tinha como prometer nada a ninguém – nem mesmo com firma reconhecida em cartório. O prefeito Edmárcio alega ainda que não cumpriu o tal acordo e que o PPS não faz parte do seu governo - o que seria prova de que ele não vinculou o apoio a esse tipo de apoio. Ouvido por telefone pelo Em Tempo Real, Edmárcio insinuou que a sua assinatura poderia ter sido falsificada. Posteriormente, ele desconversou sobre tal possibilidade e diz que está bastante tranquilo com o resultado do processo, já que não houve a materialidade do acordo. A estratégia dos advogados do prefeito de Matias será a de desqualificar o ‘termo de responsabilidade’, que ainda que fosse verdadeiro não teria nenhum valor legal. A conferir.

‘O que fizemos foi uma composição’, diz Tó...