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Em Tempo Real - Luís Cláudio Guedes

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QUARESMEIRA

No Terça, 04 Fevereiro 2014 14:55.

Papa Francisco pede simplicidade em mensagem de Quaresma

Tânia Rêgo/Agência Brasil

Das agências Brasil/Lusa -- O papa Francisco pediu hoje (4) simplicidade em sua mensagem para a Quaresma, os quarenta dias que antecedem a Páscoa. Para ele, o poder, o luxo e o dinheiro impedem a distribuição justa das riquezas. No texto do papa, divulgado pelo Vaticano, o principal tema é a pobreza material.

"Quando o poder, o luxo e o dinheiro se convertem em ídolos, antepõem-se à exigência de uma distribuição justa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à simplicidade e a compartilhar”, disse o papa.

Francisco expressou preocupação em relação ao que chamou de miséria moral, que “consiste em se converter em escravos do vício e do pecado", entre eles, do álcool, das drogas, do jogo e da pornografia. Para o papa, muitas pessoas são obrigadas a viver em miséria por condições sociais injustas e falta de trabalho, que as priva da dignidade por falta de igualdade e respeito pelos direitos a educação e a saúde.

De acordo com o pontífice, a Quaresma é o período adequado para que as pessoas ponderem a privação com o objetivo de enriquecer os outros com a própria pobreza. "Desconfio da esmola que não custa e não dói.”

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E AÍ, VAI 'CURTIR'?

No Sábado, 21 Setembro 2013 13:40.

Papa Francisco defende a participação da Igreja nas redes sociais

Da Agência Lusa - Via Agência Brasil  

O papa Francisco disse neste sábado (21) que é importante “a atenção e presença da Igreja [Católica] no mundo da comunicação”, como nas redes sociais, para dialogar com os homens e levá-los ao encontro com Cristo.

Durante a audiência de hoje aos participantes na Assembleia Plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Francisco destacou a importância da Igreja na comunicação, sem esquecer, contudo, que o importante é a mensagem e não a aquisição de sofisticadas tecnologias.

"O panorama comunicativo converteu-se pouco a pouco, para muitos, em um ambiente vital, uma rede onde as pessoas se comunicam e ampliam os horizontes dos seus contatos e relações”, disse o papa.

O pontífice ressaltou que a Igreja deve assumir como papel no mundo da comunicação, por meio do diálogo “com os homens e as mulheres de hoje, para compreender as suas expetativas, as suas dúvidas e esperanças”. “Na atual era da globalização, estamos assistindo ao aumento da desorientação, da dificuldade para trabalhar relações profundas”, disse. Francisco disse que, por isso, é importante que a Igreja saiba dialogar, “entrando também nos ambientes criados pelas novas tecnologias, nas redes sociais, para tornar visível” a sua presença.

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CRISE BATE NA OCUPAÇÃO

No Quinta, 09 Abril 2015 18:16.

Desemprego sobe para 7,4% no trimestre encerrado em fevereiro, diz IBGE


[AGÊNCIA BRASIL] - A taxa de desemprego no país subiu para 7,4% nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, informou hoje (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa revela aumento da desocupação na comparação com o trimestre anterior (setembro, outubro, novembro), quando era 6,5%. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), o desemprego no trimestre encerrado em fevereiro também está acima do índice do mesmo trimestre do ano anterior (6,8%) e é o maior indicador desde o período de março, abril e maio de 2013 (7,6%).

A Pnad Contínua se destina a produzir informações sobre a inserção da população no mercado de trabalho. Leva em conta as características demográficas e de educação, e também o desenvolvimento socioeconômico do país. A pesquisa é feita por meio de uma amostra de domicílios, de forma a garantir a representatividade dos resultados para os diversos níveis geográficos definidos para sua divulgação. A cada trimestre, são investigados 211.344 domicílios particulares permanentes, em aproximadamente 16 mil setores existentes no censo, distribuídos em cerca de 3,5 mil municípios.

No período, o IBGE contabilizou 7,4 milhões de pessoas desocupadas, alta de quase 1 milhão de pessoas (14,7%) na comparação com o quantitativo de desempregados entre setembro e novembro de 2014, que era 6,5 milhões de trabalhadores.

Por outro lado, a pesquisa verificou que o rendimento médio do brasileiro cresceu 1,1%, subindo de R$ 1.793 no trimestre fechado em novembro para R$ 1.817 nos três meses seguintes. O montante subiu ainda 0,7% na comparação com o mesmo período do ano anterior, descontada a inflação.

A massa de rendimento real habitualmente recebida para todos os trabalhadores cresceu para R$ 162 bilhões, o que revela aumento de 2,2% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Na comparação com trimestre encerrado em novembro, o aumento foi 0,7%.

Para analisar o desemprego no país, o IBGE também elabora a Pesquisa Mensal do Emprego (PME). Na última divulgação, o dado registrou alta de 5,9% do desemprego no mês de fevereiro deste ano – a maior taxa desde junho de 2013. Por abranger menos regiões, a PME está sendo substituída pela Pnad Contínua, que coleta dados em 3.464 municípios.

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CHICLETE SEM BANANA EM MONTALVÂNIA

No Domingo, 05 Abril 2015 11:09.

Mesmo com piora da crise, Jordão retoma festa do aniversário da cidade

O prefeito de Montalvânia, Jordão Medrado (PR), resolveu bancar a festa da emancipação político-administrativa do município, comemorada no feriado do 21 de Abril. A edição de 2014 do evento foi suspensa, sob a alegação de que a cidade atravessava dificuldades financeiras com as constantes quedas nos repasses de recursos pelos governos federal e estadual. 

Pois bem, de lá para cá, a crise financeira, inclusive nos municípios ficou mais grave e evidente. Ainda assim, Medrado decidiu bancar a festança, que deve consumir recursos públicos da ordem de meio milhão de reais, segundo fontes ouvidas pelo site. A principal atração da festa será a banda de axé ‘Chiclete com Banana’. 

O grupo, que já teve o status de um dos mais requisitados do país para micaretas e shows em praça pública, perdeu muito do seu atrativo com a saída do vocalista Bell Marques, 62 anos, há exatamente um ano. Sem o carisma de Marques, o ‘Chiclete’ ficou acessível a municípios do porte da pequena Montalvânia. O cachê da banda caiu de R$ 200 mil por apresentação para alguma coisa próxima de R$ 80 mil por cada show. 

“Seria irresponsabilidade realizar uma festa de grandes proporções como é a nossa, numa cidade que vem passando por muitas dificuldades, inclusive com a prorrogação do decreto de Estado de Emergência”, declarou o prefeito Jordão, há um ano, após pedir desculpas para a população, na tentativa de justificar o cancelamento da festa. A crise, como se sabe, deixou o status de marolinha para a atual tempestade perfeita, que reúne a um só tempo desajuste nas contas públicas, com forte queda na arrecadação dos entes federados, com a péssima ambiência política no país.

Promessa

Ainda assim, Jordão Medrado vai bancar a farra. Uma fonte próxima ao prefeito diz que ele recebeu forte cobrança de setores representativos da comunidade local para não romper a tradição de se comemorar o aniversário da cidade. Medrado partiu para o abraço, na tentativa de evitar mais desgastes pela fraca gestão que mostrar após ter superado a marca da metade do mandato. A festa tem pretensões de ser eclética, com a participação de cinco atrações, entre elas um trio elétrico e o dispensável ‘Bonde Sertanejo’. 

O prefeito cumpre promessa, feita há um ano, após o cancelamento do evento em 2014, de tentar planejar melhor o evento e buscar recursos extraorçamentários para sua realização. Não há evidência de que isso tenha acontecido. Ainda assim, Montalvânia vai cair na folia, mas sempre há o risco da população pagar a conta mais adiante – com a piora na prestação de serviços na saúde e educação, por exemplo, ou o atraso no pagamento de salários e do décimo terceiro salário, caso se confirmem os cenários pessimistas para o ano de 2015 na economia nacional. 

O risco de desequilíbrio nas contas do município não é pequeno, o que pode comprometer a realização da festa no ano eleitoral de 2016. Na saia justa, Medrado optou por fazer a festa, mesmo com o risco de oferecer chicletes sem banana na vitamina da população. No mais, a Prefeitura planeja entregar 40 casas de um conjunto popular e uma unidade básica de saúde durante a festa, que tem duração prevista de cinco dias, entre 18 e 22 deste mês.     

 

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TEMPORADA DE GRANDES PARADOXOS

No Quarta, 01 Abril 2015 08:07.

Política não dá sinais de ter a saída para crise brasileira

A se acreditar nas notas que colunam os espaços nobres das ‘folhas’, o ex-presidente Lula anda bastante abespinhado com os rumos que economia e política – não necessariamente nessa ordem – tomaram no Brasil. Abespinhado e, até então, um tanto quanto ausente do debate. Agora não mais, a julgar pelos seus últimos movimentos na noite da terça-feira (31). O petista-mor, que manteve distância de segurança do alcance dos holofotes nos últimos tempos, período que coincide com os solavancos na economia e o esquenta na chapa cada vez mais animada da política – território onde ele é sabidamente um ás -, reapareceu em ato no Sindicato dos Bancários de São Paulo.

A 'plenária' foi organizada por movimentos ditos sociais contra as medidas de ajuste fiscal que restringem direitos trabalhistas e previdenciários, além de defesa da democracia e a Petrobras. Uma contradição em fortes termos, já que o resumo disso é que o governo protesta contra o... governo.

De volta a Lula, seu sumiço não significava exatamente alienação do processo. Na condição de presidente por trás da presidente, ele segue a mil por ora, depois que a sede do instituto que leva seu nome, em São Paulo, virou uma espécie de praça de romaria para insatisfeitos com os rumos do governo da sua afilhada. É o pleno exercício do presidencialismo de dois gêneros, do qual já tratei aqui neste sítio em outras ocasiões.

Os boatos que dão conta das possíveis ranhuras na lealdade que envolve Lula e sua sucessora não se confirmam, embora o ex-presidente reclame vez por outra de que o Planalto até escuta seus argumentos e conselhos, mas nem sempre os utiliza. Um exemplo disto: Lula teria alertado para o risco de o governo enfrentar Eduardo Cunha (PMDB) na briga pela Presidência da Câmara dos Deputados – disputa que Cunha levou e que, desde então, se tornou fonte de boa parte das dores de cabeça que a presidente enfrenta nos últimos tempos.

Não há dia em que as manchetes registram sinais de que a relação na base governista anda esgarçada. Volta e meia o PMDB puxa a fila de novas derrotas para o Palácio do Planalto, em votações vitais para a sustentabilidade do governo que, pasmem!, também são recusadas por parlamentares petistas. Os dois partidos dividem os cargos máximos na hierarquia de mando do país.

No festival de sandices que assola o país, coube a Eduardo Cunha a melhor definição sobre o atual status da aliança entre os partidos líderes da coligação que elegeu a presidente: “Na prática a gente finge que está no governo e eles [supostamente o governo e o PT] fingem que acreditam”. O país assiste a um bem elaborado teatro, é que se depreende da surpreendente declaração.

Se foi propositadamente enigmática, a frase de Cunha poderia indicar que não há saída para a crise institucional e econômica que vivemos pela via da política. O que temos é que os dois partidos que dividem o mando da Nação ensaiam perigoso jogo de faz de contas. Eis aí um grande paradoxo, já que a política, definida por Aristóteles [filosofo grego - 384\322 a.C] como a arte do possível ou de tornar factível o que parece impossível em primeira análise, parece ter se reduzido a um jogo perigoso de esticar a corda para ver quem cede primeiro.

Os nossos tempos são mesmos controversos. Eleita com o discurso da ampliação da cobertura social, a presidente muda repentinamente de rumos e impõe à população um duro ajuste nas contas públicas, plataforma defendida justamente pelo seu principal opositor durante a campanha. Essa mesma oposição, que antes defendia mais rigor fiscal, agora torce para que a tentativa faça água.

Parece pouco? Ainda tem o samba do militante doido, aquela turma disposta a ir para a rua criticar as medidas de ajuste fiscal que restringem direitos trabalhistas e previdenciários, além de defender bandeiras gerais como a democracia e a Petrobras. Sem falar que vociferam contra a corrupção. O exemplo que aconteceu ontem e São Paulo, sugere que alguma coisa anda mesmo fora da ordem. O discurso anti-corrupção parece fora de lugar e de contexto ao servir de mero desagravo a figuras que têm muito o que explicar ao povo brasileiro.

Surpreende o fato de tais manifestações contarem com o pouco discreto apoio do partido que elegeu a presidente em duas ocasiões. Lula, que ainda é a maior liderança petista e avalista da presidente, promete animar esses eventos – com o mote de que o partido precisa resgatar sua história e bases sociais. Na impossibilidade de falar ás massas, ele tenta animar os auditórios militantes em tentativa de reavivar o discurso do 'nós' contra 'eles'.

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