Política

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EFEITO ORLOF

No 04 Outubro 2017.

A decisão do juiz João Carneiro Duarte Neto, titular da 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Manga, que sentenciou o ex-prefeito Miravânia Elpídio Gomes Dourado, o Bila (PP), à perda dos direitos políticos pelo período de três anos, em processo de ação civil pública por improbidade administrativa (aqui), acendeu o sinal vermelho para outros ex-mandatários de municípios da microrregião de Manga que respondem por processos similares no Judiciário local.

Considerado um magistrado linha-dura, João Carneiro só deve deixar a Comarca de Manga em abril do próximo ano e já teria dito que pretende passar a limpo os abusos por improbidade administrativa da prefeitada dos municípios vinculados à sua jurisdição. Os ex-prefeitos de Manga Haroldo Bandeira (1997/2004), Humberto Salles (2005/2007), Quinquinha Oliveira (2007/2012) e Anastácio Guedes (2013/2016), estão entre os ex-agentes políticos com pendências judiciais em aberto – lista que inclui ainda ex-prefeitos de Matias Cardoso João Cordoval e a turma que quase leva Jaíba à breca.

Condenado à três perdas consecutivas do atual mandato e à perda dos direitos políticos por longos 14 anos, Quinquinha pode ser afastado do cargo a qualquer momento, caso as decisões do juiz João Carneiro recebam confirmação no Tribuna de Justiça de Minas Gerais. O agente político que contava com a leniência da Justiça para escaparem ilesos das irregularidades que perpetraram durante seus mandatos.

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