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UM SÉRGIO MORO NO SERTÃO?

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ENTRE A CRUZ E A CALDEIRINHA

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OPOSIÇÃO LEVA BÔNUS, PREFEITO FICA COM ÔNUS

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QUINQUINHA TEM DUAS NOVAS CONDENAÇÕES POR IMPROBIDADE

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JUIZ GARANTE LIBERDADE DE IMPRENSA E EXPRESSÃO AO EDITOR DESTE 'EM TEMPO REAL'

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VEREADORES APROVAM FERIADO NO DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA. PREFEITO SANCIONA?

No Quarta, 19 Abril 2017 13:15.

 Projeto vai agora à sanção do prefeito, que recebe pressão de comerciantes para vetar iniciativa
Som Nogueira conseguiu apoios para aprovar proposta que Gil Mendes (D) tentou sem sucesso há três anos
 
[atualizado] - A Câmara de Vereadores de Manga aprovou na segunda-feira (17) o projeto de Lei que institui o Dia da Consciência Negra no âmbito do município, com a criação de mais um feriado no calendário local em 20 de novembro.  Segundo o autor da proposta, o vereador Anderson César Ramos, o Som Nogueira (PSB), as comunidades remanescentes de antigos quilombos do município precisam ser “reconhecidas e empoderadas com mecanismos que possibilitem a reflexão e busca por soluções para os problemas sociais que enfrentam”. 
 
O Dia da Consciência Negra é considerado ponto facultativo no plano nacional, mas sua oficialização pode ser decidida em âmbito local por estados e municípios, tornando feriado a data que lembra o dia da morte de Zumbi dos Palmares - que acontece no dia 20 de novembro. 
 
Votaram em favor da medida os vereadores Som Nogueira,  Bento Ferreira e Cassilia Rodrigues (PSB), além de Raimundo Mendonça Sobrinho (PTB).  Já Evilásio Amaro (PPS), que se posicionou contra o projeto, convenceu o amigo José Carlos Mendes, o Macalé da Agropasto (PR) e Ednaldo Neves Saraiva (PSC), a votarem contra o novo feriado municipal.  
 
O assunto vai agora para a sanção ou veto do prefeito de Manga, Quinquinha do Posto Shell (PPS), que recebe pressão da Associação Comercial Empresarial e Industrial de Manga (Acim) para rejeitar o projeto.  A quase sempre silenciosa Acim resolveu botar a boca no trombone contra o Dia da Consciência Negra local. Em clima de politização, a entidade divulgou nota de repúdio contra a decisão dos vereadores com o argumento de que o feriado não mudará os ideais o desenvolvimento de políticas de enfrentamento ao racismo e de promoção da igualdade racial, mas mudará, sim, a economia do município, principalmente no setor empresarial. 
 
“Sofremos com a instabilidade econômica e política. Os empresários já não suportam pagar tantos impostos e taxas, as regras trabalhistas sufocam o empresariado brasileiro.  Diante de reclamações de empresários, uma reunião deve ser convocada para fazer alterações no projeto. Vamos comunicar ao prefeito que os comerciantes não concordam tal decisão”, diz a nota  da Associação Comercial de Manga.
 
A Acim alega que não foi consultada sobre o assunto e que que seus associados não podem ser afetados pela decisão dos vereadores, que prejudicaria cerca de 350 comerciários de Manga. “Entendemos que o feriado já é ponto facultativo e que a decisão acerca da ausência do dia caberá ao comerciante em acordo com os seus funcionários”, diz a nota, sem explicar porque o comerciário seria prejudicado com o feriado remunerado.  
 
Ativista do movimento negro em Manga, o professor Isaías Rodrigues do Nascimento contesta a Associação Comercial de Manga. "O que  há de benefício para o povo negro é vetado pelos especuladores de sempre. Os governantes só sancionam projetos e decretos quando interessa aos comerciantes, aos fazendeiros e outros que só visam explorar o povo. Sem nenhum compromisso com o fortalecimento de sua estima e dignidade das comunidades negras", diz Nascimento, para quem os os políticos não deveriam ser 'empregados dos empresários'.
 
"Confio que desta vez será diferente, por acreditar no caráter e bom senso de nosso prefeito", complementa.
 
Semana da Consciência 
 
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ARROCHO SALARIAL NOS MUNICÍPIOS

No Domingo, 16 Abril 2017 11:07.

CNM avalia impacto do salário mínimo nos municípios. Em Manga, caminha-se para a 'minimização' da renda do servidor 

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgou, há alguns dias, estudo que antecipa o impacto da política de valorização do salário mínimo nas contas municipais depois que o governo federal anunciou a proposta de aumento do salário mínimo para R$ 979 no bojo do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) 2018.

Para os próximos três anos, a previsão é de que o mínimo vá a R$ 1.029 em 2019; e chegue em 2020 no valor de R$ 1.103. O impacto nas folhas de pagamento municipais pode chegar a atingir R$ 40 bilhões até 2020. O cálculo leva em conta o desempenho do PIB nos próximos três anos, que pode se confirmar ou não. Visto em retrospectiva, apenas no período entre 2003 a 2015, o reajuste do mínimo acumulou impacto de R$ 25,407 bilhões nas folhas de pagamentos das prefeituras.

Os cálculos elaborados pela CNM tomam por base dados disponibilizados na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Ressalta-se que, como a última atualização disponível da Rais é de 2015, os cálculos da CNM para a previsão do impacto do aumento do salário mínimo foram feitos com base no efetivo municipal desse ano.

A nova meta de resultado primário e os parâmetros macroeconômicos referentes aos próximos anos e que estarão presentes no PLDO de 2018 foram anunciados pelo governo federal no dia 7 de abril. O texto será encaminhado ao Congresso Nacional. De acordo com o governo, apesar da previsão do déficit primário para 2018 ser de R$ 129 bilhões, a estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) do país tenha crescimento real de 2,5% em 2018 e 2019, chegando em 2020 a 2,6%.

A CNM destaca que os municípios têm mais de seis milhões de funcionários com remuneração vinculada ao salário mínimo, o que faz das prefeituras o maior empregador do Brasil na faixa mínima de renda. Para a entidade, apesar de a política de valorização do salário mínimo ser positiva à população e ao conjunto da economia, causa problemas de caixa às prefeituras. Isso porque pressiona as folhas de pagamento, principalmente em regiões do país em que os municípios possuem baixa arrecadação e a maior parte dos funcionários é paga pelo piso nacional.

Manga caminha para o ‘mínimo total’

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A CRISE TRAZ RISCO DE RETROCESSO

No Sábado, 15 Abril 2017 11:35.

A exibição massiva dos depoimentos de corruptos confessos na TV e Internet nos últimos dias eleva níveis inéditos nosso complexo de vira-latas, aquele mesmo apontado por Nelson Rodrigues em dias bem mais festivos e esperançosos. A baixa estima dos brasileiros beira o fundo do poço, em processo inciado com as manifestações de 2013, o vexame na Copa do Mundo no ano seguinte, até chegar à atual depressão econômica, com efeitos diferidos no tempo até por volta de 2025. A origem da nossa crise certamente não está nas instituições, que mal ou bem ainda funcionam, a despeito de terem sido cooptadas pelo capital.

Nem tão subitamente assim, descobrimos que o Brasil passa por uma crise de lideranças - para muito além das crises financeira, ética e moral já sabidas, e por isso mesmo. O efeito mais perverso disso: a desesperança começa a ganhar espaço, mesmo ante a velha e acomodada promessa de que seriamos o país do futuro. Caminhamos em círculos viciosos, em voos de galinha de repetitivos retornos ao ponto de partida, que minam os ânimos e a crença de que esse país-eldorado efetivamente posa ter lugar e vez em algum momento do porvir.

Os dias melhores que não vieram, pois foram prorrogados pela (des) motivação do turno: a ditadura, a crise do petróleo, a dívida externa e o vilão FMI, que desembocaram em décadas perdidas, a inflação galopante, o impeachment do Collor, a crise financeira de 2008, as crises de energia e agora da água, e por aqui estamos.

A normalidade democrática foi, talvez, a maior de todas as promessas. Curiosamente, os três partidos que de alguma forma protagonizaram aquele momento – PMDB, PT e PSDB – estão no centro da nossa atual débâcle.

As lideranças dessas três siglas foram cruamente expostas, em maior ou menor grau, por atuaram na submissão da democracia e dos interesses do Estado à voracidade do capitalismo selvagem e canalha que, não de agora, domina a República.

Nossa crise, repita-se, é de lideranças. O que não é prerrogativa apenas do território da política, vale dizer. E aqui se coloca nosso dilema do dia: de onde virão as saídas para essas crises a que as nossas elites políticas e empresariais no enfiaram? Não será, certamente, dos bons líderes que já não temos em estoque.

Disso decorre nossa fragilidade maior e a ameaça -- real -- de que conquistas importantes dos últimos 40 anos se invalidem diante da sanha reformista: a normalidade democrática (de longe a maior conquista), a universalização da educação, redução nos índices africanos das desigualdades sociais, a regularidade fiscal nas contas públicas, a estabilidade inflacionária, e as mais recentes Lei da Ficha Limpa e o fim do financiamento empresarial das campanhas políticas, entre outras.

Candidatos a bombeiro

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TADEU É O NOVO CONDÔMINO DA SEDINOR

No Quinta, 13 Abril 2017 13:32.

Pimentel cede às pressões e nomeia indicado do PMDB para adjunto da pasta

TEXTO ATUALIZADO EM 13/04/2017 - ÀS 22:51

Fim do imbróglio que, nas últimas semanas, movimentou os bastidores da fatia do governo mineiro com interesses políticos no Norte de Minas. O governador Fernando Pimentel bateu o martelo e decidiu acabar com a interinidade de mais de ano na Secretaria de Estado de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Sedinor).

Aliado do deputado estadual Paulo Guedes (PT), Gustavo Xavier Ferreira não dá mais as cartas na pasta responsável pela definição de politicas públicas voltadas ao desenvolvimento regional do meio-norte mineiro. Xavier deixou a Sedinor e foi nomeado, com perda de algum status, para o Idene (Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais), uma autarquia vinculada àquela mesma Secretaria.   

O novo titular da Sedinor é o ex-prefeito de Serro, município da região da Serra do Espinhaço, Epaminondas Pires de Miranda, o Nondas (PR). A Sedinor, que até aqui era domínio do deputado Paulo Guedes (PT), tem agora a interveniência do deputado estadual Luiz Tadeu Martins, o Tadeuzinho (PMDB), aliado do governo estadual. Coube ao deputado Tadeuzinho a indicação de Jean Alves Coelho para o posto de secretário adjunto da Sedinor. As mudanças saíram na edição desta quinta-feira (13) do Minas Gerais, o diário oficial do Estado.  

Com a proximidade das novas eleições, cresce As zonas de atrito entre aliados do governo mineiro e o potencial de brigas por espaço em áreas-chave do governo. Tadeu Martins já reclamava há algum tempo do espaço sob controle do petista Paulo Guedes em áreas de governo com interesse direto no Norte de Minas. Pimentel resolveu arbitrar o contencioso entre os parlamentares aliados ao indicar Nondas para o cargo. O ex-prefeito coordenou a campanha de Pimentel na região central de Minas e é considerado indicação da cota pessoal do governador.  

A surpresa, contudo, é que a briga por mudanças na Sedinor teve, nos bastidores, o aval do deputado federal Gabriel Guimarães (PT), que não vê com bons olhos os planos de Paulo Guedes para alçar voos maiores em 2018. Guedes já anunciou que vai concorrer a uma cadeira na Câmara dos Deputados.

O movimento do petista Guimarães pode sinalizar para uma aliança sua com o Tadeu Martins na busca pela reeleição do ano que vem, em substituição ao apoio de Guedes. Um terço dos mais de 200 mil votos obtidos por Gabriel nas últimas eleições saiu do Norte de Minas.

Mudanças também no Idene

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TEMER FIRME NO ENTORNO EM CHAMAS?

No Terça, 11 Abril 2017 18:10.

Imunidade temporária e 'pargmatismo jurídico' deixam presidente incólume ao tsunami que abala politica

 A lista do fim do mundo, agora sob os cuidados do ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, provocou um cataclismo ontem aqui em Brasília. A luz do sol é o melhor desinfetante, já disseram. A Lista de Fachin tem o mérito de mostrar que o clã Odebrecht pagou por favores, em maior ou menor grau, prestados por todos os presidentes brasileiros desde a redemocratização em 1984. A lista, que já foi do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, traz indícios de corrupção praticados por oito ministros do atual governo, 24 senadores e 42 deputados, aí incluídos os presidentes das duas principais casas legislativas do país. Tem ainda 11 governadores e um magote de supostos corruptos sem foro privilegiado.

O presidente Michel Temer também teve o nome citado nas delações da Construtora Odebrecht, mas não está entre os investigados por prerrogativa de 'imunidade temporária'. Por aí ele não corre o risco de perder o cargo. Há contra ele outro processo em curso no Supremo Tribunal Eleitoral, mas também não será dali que o presidente deve perder o sono. O que não dá mais para esconder é que Temer trafega pelo movediço terreno em que se transformou o setor público brasileiro. Nosso sistema político foi tomado por uma espécie de gangrena ética e moral que agora chega ao ponto da metástase. A República demanda por uma refundação, que certamente não virá -- como tentarei mostrar adiante. 

O adiamento recente lá no TSE do julgamento do relatório do ministro Herman Benjamim sobre os malfeitos da chapa Dilma Rousseff-Temer, sinalizou para o governo que dali não virão dores de cabeça. Temer faz o jogo do liberalismo ao se comprometer com as reformas que vão desfigurar o atual arcabouço de proteção social e trabalhista. Não será o grande capital a pedir sua cabeça, tampouco seus adversários do petismo – em tese os mais interessados em demonstrar a veracidade da tese do golpe contra Dilma.

Não há sequer o clamor das ruas contra um presidente impopular e disposto a jogar o custo do fracasso das elites nacionais no lombo do povo, via reformas diversas e aumento de impostos em breve tempo. O PT não tem o mais pálido interesse em mobilizar as massas (talvez não tenha mais esse poder), porque um aprofundamento das investigações na Justiça Eleitoral exporia o partido a novos episódios constrangedores.

Noves meses após a posse Temer no cargo de presidente, é patente que a maior crise da nossa República segue mais ou menos do mesmo tamanho, ao contrário do que bradavam os partidários do impeachment – inclusive os ‘opinistas’ interessados da grande imprensa. No plano macroeconômico, o país segue sem rumo, mesmos com algumas melhoras no ambiente por conta da inflação sob controle (por absoluta falta de demanda) e a cruzada do Banco Central pela queda dos juros.

Grosso modo, conforme explicou o filósofo Hélio Schwartsman, em artigo recente na ‘Folha’, há duas correntes jurídicas que explicam o funcionamento da Justiça. Uma delas é a principista, em que os magistrados avaliam a instrução do processo e as provas nos autos, sem levar em conta os efeitos que a decisão pode provocar, inclusive na vida institucional de um país ou na rotina vindoura de determinado réu. Os principistas não concebem passar as mãos sobre a cabeça de eventuais transgressores da lei, duela a quien duela.

Temer não tem com que se preocupar

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OPOSIÇÃO VÊ ‘APAGÃO ADMINISTRATIVO’ NOS PRIMEIROS 100 DIAS DO GOVERNO QUINQUINHA

No Domingo, 09 Abril 2017 15:52.

Líder do governo na Câmara, Evilásio diz que prefeito herdou caos e que a casa 'começa a ser arrumada'

Fomos a campo para ouvir opiniões sobre os primeiros 100 dias do governo do prefeito Joaquim Oliveira, o Quinquinha do Posto Shell (PPS), em Manga. Foram mais de 20 entrevistas, que resultaram na série de reportagens que termina nesta segunda-feira. Na média das opiniões, o prefeito queimou a largada e paralisou o ritmo de obras que a administração anterior teria imprimido no final do ano passado, mesmo após o ex-prefeito Anastácio Guedes (PT) ter perdido a eleição.

A menção ao ritmo acelerado – que a bem da verdade só aconteceu mesmo ao final do governo e quando Inês já estava bem morta - é referência às obras do Parque Uirapuru, o asfaltamento da Avenida Ayrton Senna e ruas dos Bairros Tamuá e Novo Cruzeiro, além do início da construção do novo mercado e da segunda unidade da creche do programa Proinfância na cidade, essas duas últimas ainda em curso.

Para o advogado e ex-vereador Maurício Magalhães (PR), sob Quinquinha o município deu “uma travada feia” nos primeiros 100 dias da administração do atual governo. “Os servidores sentem isso na pele. No caso dos professores, houve a subtração do benefício pó de giz, sem falar na contratação de servidores em detrimento da lista de espera das pessoas habilitadas para a função em concurso público”, explica Magalhães, que disputou o cargo de vice da chapa derrotada nas últimas eleições.

Maurício lembra a falta de médicos especialistas na rede de municipal de saúde e os velhos problemas de sempre de abastecimento em comunidades rurais e demora excessiva para melhorar os acessos vicinais para essas mesmas comunidades, apesar do município ter maquinário e pessoal preparado para esse tipo de serviço.

O ex-vereador Maurício Magalhães avalia que Quinquinha 'travou' o município. Já o deputado Paulo Guedes (D) vê 'revanchismo e caos' nos primeiros três meses do mandato   

Quem também não poupa o prefeito é o vereador em primeiro mandato e líder da oposição, Anderson Cezar Ramos, o Som Nogueira (PSB). “Estamos assistindo a uma série de desmandos e total falta de respeito por parte do executivo local. Nossos ofícios estão sendo ignorados e nossas demandas não estão sendo atendidas. Espero e vou cobrar por melhoras”, disse Nogueira ao site. Para o vereador, a atual gestão tem encontrado diversas dificuldades para gerir o município e não conseguiu ainda demonstrar que saberá superar esses desafios.

Na Câmara Municipal, onde conta com o apoio de apenas três dos noves vereadores, Quinquinha do Posto Shell também não é visto em boa conta depois que tentou transferir para o Legislativo a responsabilidade pela falta de realizações. Entre as muletas a quais o prefeito se apega para negar os muitos pedidos que recebe quando vai à Prefeitura, estão a crise financeira que atravanca o país e o fato do eleitor ter mandado maioria de oposição para a Câmara.

“Estamos muito tranquilos com o que aconteceu nas últimas eleições em Manga, o povo decidiu e nós respeitamos essa escolha. Agora, passados esses 100 dias do desgoverno do prefeito Quinquinha, o que se percebe é um arrependimento geral. O povo foi enganado”, diz o deputado estadual Paulo Guedes (PT), a principal força de oposição ao atual mando político no município.

O deputado diz que o governo anterior, comandado pelo seu irmão Anastácio Guedes, foi vítima de um ‘verdadeiro massacre’ da parte do grupo político liderado por Quinquinha. “Eles passaram quatro anos tentando desconstruir tudo que fazíamos. Diziam que nossas obras não seriam concluídas, que era tudo eleitoreira, e repetiam isso durante visitas à casa das pessoas, com intrigas, para desqualificar o governo de Anastácio”, lembra Guedes.


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O deputado reclama do que seria a "atitude de revanchismo" do atual prefeito, especialmente em relação ao Parque Uirapuru, que teria sido abandonado apenas por razões políticas. “O parque ficou praticamente pronto, faltando apenas alguns detalhes de acabamento. O prefeito foi lá desligou a iluminação que a população aprovou, fechou a academia ao ar livre e 100 dias depois nada aconteceu”, reclama. Segundo Paulo Guedes, todo o material para concluir o alambrado do Uirapuru estava no local e foi devolvido ao almoxarifado. 

“Tudo que deixamos está à mercê do ataque de vândalos e de animais que invadem a área e pisoteiam a grama que custou o suor do povo de Manga. O que custa religar a energia? O que custa concluir o fechamento do Parque?”, acrescenta o parlamentar, para quem o atual prefeito recebeu o município “prontinho para dar continuidade aos avanços” e, ao invés disso, teria “fechado a Prefeitura por quase 100 dias, deixou o lixo tomar conta das ruas e instalou o caos”.

Evilásio: o ‘caos’ veio da administração petista

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CARRO DE PREFEITO PEGA FOGO APÓS ACIDENTE

No Domingo, 09 Abril 2017 18:29.

Silvanei, de Porteirinha, sai ileso após capotamento entre Montes Claros e Janaúba 

Um acidente de carro com o prefeito de Porteirinha, Silvanei Batista (PSB), na imagem ao lado sendo atendido pelo resgate do Samu 190, movimenta os bastidores do mundo politico do Norte de Minas na tarde deste domingo (9). Silvanei, que está no início do segundo mandato, capotou o veículo por volta das 15h00, próximo à localidade conhecida como Barreiro da Raiz, no trecho entre Montes Claros e Janaúba.

Em nota oficial, a Prefeitura de Porteirinha informa que, “apesar do susto, o prefeito passa bem”. As imagens ao lado circulam em redes sociais. Segundo uma fonte, Silvanei não cumpria compromisso oficial. Ele retornava de Montes Claros, onde acompanhou a internação da sua mãe, vítima de AVC (acidente vascular cerebral) no último sábado. 

Informações não confirmadas dão conta que Silvanei estava ao volante e que teria pedido o controle da direção, em seguida, o carro saiu da pista de rolamento e capotou após bater em uma árvore. Ajudado por pessoas que passavam no local no momento do acidente, o prefeito conseguiu sair do carro, que entrou em combustão logo em seguida. Uma equipe do Samu 190 de Janaúba socorreu o prefeito e o levou ao Hospital Regional de Janaúba.

De acordo com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Porteirinha, o prefeito já está hospitalizado e passa bem. Ele já falou com familiares e assessores pelo telefone, quando teria tranquilizado a todos. Segundo nota oficial publicada no perfil do município na rede social Facebook, o prefeito teve algumas escoriações leves e ainda precisa passar por alguns exames. Silvanei está consciente e já refeito do susto. Não há informações sobre boletim médico nem previsão de alta.

A nota oficial, entretanto, não dá detalhes sobre o veículo sinistrado, que é oficial, um Fiat Palio Weekend Adventure, de uso do gabinete e que se destina às movimentações do prefeito pela região. Não há informações sobre a existência de apólice de seguro para cobertura do veículo.

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MANGA:100 DIAS RENDEM RUÍDO NA BASE ALIADA

No Sábado, 08 Abril 2017 06:38.

Passada a euforia com a posse na condição de subjudice, cresce insatisfação dos aliados com Quinquinha

A eleição do ano passado em Manga foi, de longe, a mais judicializada da história local. Embora incontestável do ponto de vista da frente que colocou sobre o adversário (1,6 mil votos), a vitória do empresário Quinquinha do Posto Shell (PPS) foi consagrada mesmo no tapetão, após lamentável vacilo da Justiça Eleitoral, que liberou o registro de sua candidatura sem a comprovação de quitação eleitoral do pleito anterior, aquele de 2014, quando ele disputou sem sucesso uma vaga para deputado federal.

Como é o do conhecimento geral, o atual prefeito tomou posse com base em decisão judicial e o assunto veio parar aqui em Brasília, onde aguarda julgamento definitivo pelo Superior Tribunal Eleitoral. Quase não se ouve falar das rivalidades do período eleitoral, o que é bom. Os ruídos que podem tirar o sono de Quinquinha do Posto Shell daqui pra frente têm outra matriz e estão ainda em período de latência, com potencial para explodir mais adiante.

Há de tudo um pouco. De modo geral, as queixas são pelo fato do prefeito ter adotado critérios técnicos ao invés de políticos na montagem do seu secretariado. As pastas da Educação, Saúde, Assistência Social, além da Contabilidade, estão em mãos de pessoas sem expressão eleitoral e que sequer subiram no palanque durante a campanha do ano passado, revelaram ao site alguma fontes que pedem para não serem identificadas por temer represálias por parte do prefeito. O estoque de ciúmes por conta dessa opção pode transbordar para a luz do sol.


 

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Há ainda aliados de primeira hora insatisfeitos com o fato de terem sido preteridos na composição do governo e colaboradores próximos que avaliam ter merecido do prefeito eleito consideração mais elevada, em razão de serviços prestados antes e durante a corrida eleitoral. Tem gente no primeiro escalão que reclama, não para o prefeito, por óbvio, de ganhar pouco para as responsabilidades que assumem no dia a dia de suas diretorias. É que algumas secretarias foram rebaixadas à condição de diretorias, com o objetivo alegado de economizar R$ 1,3 milhão em quatro anos de mandato. Para o prefeito, talvez fosse bom seus assessores se candidatar ao cargo na condição de voluntariado, sem nenhuma remuneração.

O principal foco das insatisfações tem origem no PRB do vice-prefeito Luiz ‘Foguete’ Santana Caíres, e do médico Cândido Emílio Dourado. O partido teve importância fundamental para a eleição de Quinquinha (pode-se dizer que, sem essa aliança de última hora, ele não teria voltado ao poder), mas ficou sem espaço no governo. Para efeito de comparação, diz uma fonte ouvida pelo site, o PP de Henrique Fraga levou a Secretaria da Administração mesmo sem eleger um único vereador. Embora o próprio PRB também não tenha assento na Câmara de Vereadores, a convicção interna é de que a sigla teve influência superior na eleição do prefeito.

Para deputado, há um "poço de intrigas"

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CEM DIAS NO CARGO: QUINQUINHA NA VIDRAÇA

No Sábado, 08 Abril 2017 13:35.

Paradeiro no início do mandato potencializa crise em Manga e já provoca desgastes na imagem do novo prefeito

É ponto consensual nas democracias a ideia de que os primeiros 100 dias de governo são o melhor momento para se imprimir a identidade e a marca das novas administrações. Começar qualquer governo com medidas evasivas e com postura tímida é sinal de hesitação e pouca convicção sobre quais serão as prioridades para o exercício do mandato. É mais ou menos isso que aconteceu em Manga nos primeiros 100 dias da administração do prefeito Joaquim Oliveira, o Quinquinha do Posto Shell (PPS), que se completam nesta segunda-feira (10).

O prefeito retirou de pautas projetos enviados para a Câmara de Vereadores sem deixar claro a motivação. Um deles visava à racionalização da estrutura administrativa com a redução ao status de diretorias de algumas secretarias municipais. Outra proposta fixava novos valores para a gratificação conhecida como pó de giz paga a professores com dedicação exclusiva ao magistério.    


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A expectativa agora é para saber se ele terá nova chance para causar aquela primeira boa impressão que capta a boa vontade da população para o resto do mandato. Como ele perdeu essa primeira chance, talvez fosse o caso da Justiça Eleitoral zerar o jogo e lhe dar nova posse no cargo, como contou ao site uma das 20 fontes ouvidas para essa série de reportagens, durante recente visita que fiz à cidade. Para boa parte do entrevistados, inclusive da base de apoio do prefeito, Quinquinha teria queimado a largada e precisa correr contra o tempo para recuperar o tempo perdido. 

Como uma nova posse é impossível, o que se terá em Manga, a partir desta segunda-feira, depois dos 100 dias da posse do prefeito é a marca de uma gestão sem rumos, marcada por muito ruído e resultados concretos muito próximo do zero absoluto.  


Com uma agravante: o discurso de campanha, quando se vendeu a ideia de que o município teria de volta ao cargo um prefeito realizador e com soluções prontas para a crise não se confirmou no mundo das coisas concretas – pelo menos até aqui. Resultado: a imagem do administrador competente que Quinquinha do Posto Shell, um empresário do ramo de distribuição de combustíveis, tentou construir com base nos mandatos anteriores começa sofrer seus primeiros arranhões perante a opinião pública local. Isso em parcos 100 dias de governo.


De concreto até aqui, o prefeito só conseguiu produzir um desnecessário estado de calamidade financeira, toneladas de lixo espalhadas pela rua e estradas vicinais intransitáveis após o período de poucas chuvas na região (problemas que só agora começam a ser sanados). Sem falar no que já indica ser uma piora no atendimento à saúde da população. Faltam profissionais em diversas especialidades médicas e o Hospital da Fundação Rural de Amparo ao Homem do Campo opera no limite, por falta de recursos para o seu custeio. 

Mas não há uma única notícia positiva em cem dias de mandato? Deixo para a avaliação do leitor o juízo sobre o anúncio da doação de um ônibus escolar por um deputado aliado - a úncia 'notícia positiva' desde a posse. Mais do mesmo, porque de ônibus escolar o município anda bem servido. Resumo da ópera: 100 dias sem limpeza pública, 100 dias sem obras, 100 dias sem sinalização de rumos.

Para esconder a falta de resultados, Quinquinha lançou mão de táticas políticas bem batidas. Uma delas foi a estratégia da distração. O prefeito tentou ‘vender’ a tese do caos, ao espalhar em um blog chapa-branca informações de que teria recebido o município como uma fazenda arrasada, ao acusar seu antecessor, o petista Anastáco Guedes de ter deixado dívidas milionárias para pagar, aprontado sabotagens e realizados pagamentos indevidos antes de deixar o cargo, além da falsa polêmica sobre a homologação dos contratos de trabalho de servidores recém-aprovados em um concurso público. Consumiu dois meses para chegar à conclusão de que deveria decretar estado de emergência financeira no município, dias depois de ter cancelado o apoio ao Carnaval.

Resumo da ópera: o caos que se anunciou não foi confirmado e o prefeito parece precisar de uma nova posse para enfim cair a ficha de o prefeito agora é ele. 

No caso da crise da falta da coleta do lixo, Quinquinha do Posto Shel optou por criar um problema para depois oferecer a solução de uma força-tarefa para recolher a sujeira que se acumula pelas ruas. Tudo para reforçar a teoria do caos herdado da gestão anterior, mas com o efeito colateral de submeter a população que paga impostos aos riscos inerentes da falta da coleta do lixo.

“O atual prefeito instalou o caos completo no município. Não entendo a cabeça dele e das pessoas que o cercam. A mim me parece que eles queriam gerar a impressão de que herdaram uma cidade quebrada em todos os sentis para se colocarem no papel de vítimas, mas a população percebeu a manobra. Está claro para os servidores, para as pessoas do povo e mesmo para muitos que o apoiaram, que não foi uma boa escolha”, diz o deputado estadual Paulo Guedes (PT). Principal adversário político de Quinquinha, Guedes avalia que o fundamento da atual administração é o revanchismo para com os servidores, comerciantes, carroceiros e varredeiras de ruas, com as pessoas mais simples.

“Ele deveria mudar o seu slogan do é assim que se faz para o ‘É assim que se persegue”, provoca. 

Guedes insiste na tese de que o atual prefeito pegou o município pronto para dar continuidade aos avanços da nossa gestão. Diz que o seu irmão e ex-prefeito Anastácio Guedes pagou todos os salários, inclusive o décimo terceiro, além de ter deixado dinheiro em conta para a continuidade de vários projetos, que até agora não foram retomados. “A administração de Anastácio saiu sem deixar um centavo de dívidas com fornecedores em Manga e eu desafio o atual prefeito a nos desmentir”, diz o deputado.   

Cem dias sem site oficial, sem logomarca...
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NOVO MÍNIMO

No Sexta, 07 Abril 2017 18:50.

Governo propõe salário mínimo de R$ 979 para o próximo ano

Da Agência Brasil

O governo propôs salário mínimo de R$ 979 para o próximo ano. O valor consta do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, apresentado hoje (7) pelos ministros anunciaram os ministros do Planejamento, Dyogo Oliveira, e da Fazenda, Henrique Meirelles.

Atualmente, o salário mínimo é R$ 937. De acordo com Oliveira, a equipe econômica seguiu a regra atual, que determina a correção do mínimo pela inflação do ano anterior pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) de dois anos anteriores.


Como em 2016 houve contração de 3,6% do PIB, o salário mínimo será corrigido exclusivamente pela variação do IPCA de 2017. Para chegar a estimativa, o governo considerou a estimativa de 4,48% para o IPCA que consta do boletim Focus, pesquisa com mais de 100 instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central.

Aumento do déficit