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SAMU 192 NO AR

Samu Macro Norte passa a gerenciar o serviço aeromédico mineiro a partir de janeiro

Consórcio da Rede de Urgência do Norte de Minas será responsável pelo gerenciamento da regulação e assistência do serviço em todo o Estado


[COM ASSESSORIA] - O Samu norte-mineiro começa a se preparar para ganhar os céus. A partir do próximo mês de janeiro, o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun) assume o gerenciamento da regulação e assistência do serviço Aeromédico Avançado de Vida da Rede de Urgência e Emergência do Estado Minas Gerais.

Responsável pela gestão da Consórcio da Rede de Urgência do Norte de Minas, o Cisrun foi selecionado para gerenciar o atendimento de seis helicópteros biturbina modelo EC 145, que serão adquiridos pelo Governo de Minas para o atendimento aeromédico no Estado. Um deles já está em operação desde a Copa do Mundo, e é o primeiro do país deste modelo com essa configuração, preparado para atendimento aeromédico.

Na aquisição da aeronave foram investidos cerca de R$ 35 milhões, com valor anual de custeio do serviço estimado em R$ 3 milhões. Além do atendimento inter-hospitalar, a aeronave será utilizada ao atendimento primário e secundário e é totalmente equipada para prover Suporte Avançado de Vida, além de transporte de órgãos e tecidos para transplantes e apoio à Força Estadual de Saúde em casos de catástrofes no território mineiro.

“O novo equipamento possibilitará fazer a diferença no enfrentamento de situações de emergência, encurtando distâncias e facilitando o atendimento nos locais de difícil acesso, onde ainda existem vazios assistenciais, ajudando a salvar mais vidas”, avalia Ricardo Afonso Veloso, presidente do Cisrun, para quem as aeronaves vão possibilitar um salto de qualidade no atendimento pré-hospitalar no Estado.
O serviço aeromédico terá abrangência estadual e, inicialmente, o atendimento primário será realizado somente na região metropolitana de Belo Horizonte e o transporte inter-hospitalar em todo Estado. A aeronave será tripulada por bombeiros do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) e por equipe médica do Samu, que permanecerão de plantão no Aeroporto da Pampulha. A aeronave irá compor a frota ao lado dos dois helicópteros Arcanjo, do Corpo de Bombeiros, que já atendem às emergências em todo o Estado.

Entre os sistemas instalados na aeronave estão equipamentos de tecnologia avançada, dispositivo para rapel, duplo comando, farol de busca e pouso, sistema de diminuição de ruídos e sistema automático de controle de voo.

Concurso

QUEM TROCA LÂMPADAS NAS PEQUENAS CIDADES?

Municípios mineiros têm um mês para assumir ativos da iluminação pública

### Boa parte das cidades corre contra o tempo para aprovar participação nos consórcios responsáveis pela troca de lâmpadas e outros serviços


Com agências CNM e Brasil

Além da dor de cabeça em torno do pagamento do décimo terceiro salário aos servidores, vem aí mais uma grande encrenca para prefeitos de pequenos municípios de sete estados administrar. Falta pouco mais de um mês para vencer o prazo determinado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para que os municípios desses estados assumam os ativos de iluminação pública.


O prazo para as transferências, que deveria ocorrer em setembro de 2012, foi prorrogado por duas vezes. Ainda assim, não é pequeno o número de municípios em que os prefeitos não têm a mais vaga ideia de como trocar as luminárias queimadas a partir de 1 º de janeiro de 2015.

As prefeituras podem decidir de que forma será feita a manutenção dos ativos de iluminação pública. As opções são a formalização de contrato com a própria distribuidora de energia elétrica; garantir a manutenção com equipe própria; licitar a contratação de empresa especializada na manutenção dos ativos ou firmar consórcio com outros municípios.

Pelo menos 70 prefeituras do Norte de Minas optaram por formar consórcios. As câmaras de vereadores foram convocadas ao longo das últimas semanas para, em regime de urgência urgentíssima, aprovarem a autorização legislativa que vale como pré-requisito para o ingresso nesses consórcios. O site recebeu a informação de que pelo menos 40 cidades já aprovaram seus pedidos para transferir a gestão dos ativos para essas novas empresas.

Na região, o município de Montes Claros é um dos poucos, se não o único,  a oferecer os serviços de manutenção e expansão da iluminação pública. Um balanço rápido do tema na atual administração aponta para burocratização no atendimento aos pedidos da população para troca de lâmpadas, por exemplo, com a necessidade de protocolo presencial para a emissão da ordem de serviço. 

“Prefeitos de cidades maiores avaliam ser vantajoso administrar os ativos, mas para os pequenos será muito dispendioso. Por isso, buscamos a criação de consórcios para o atendimento, o que ajudará os cofres públicos nas reduções de gastos”, defende o presidente da Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (Amams) e prefeito de Mirabela, Carlúcio Mendes Leite (PSB).

Em Minas Gerais, dos 853 municípios apenas 19 assumiram a tarefa de custear a manutenção dos ativos, que inclui luminárias, lâmpadas, relés e reatores. Para bancar a despesa extra, as prefeituras poderão instituir a contribuição de iluminação pública (CIP) que, por sua vez, pode ser arrecadada por meio da fatura de energia elétrica.

Consumidor paga a conta

TRÊS MARIAS NO LIMITE

Cemig reduz novamente vazão da barragem

As chuvas que têm caído o Sudeste ainda não foram suficientes para reverter a crise hídrica que afeta rios da região, em especial o São Francisco. A vazão do reservatório da usina de Três Marias teve nova redução de vazão na quinta-feira (30). O volume de água liberado pela barragem caiu de 140 metros cúbicos por segundo para os atuais 120 metros cúbicos por segundo. A medida pode ter o efeito prático de agravar a situação das populações próximas ao reservatório os próximos dias.

Essa é a menor vazão registrada naquele que é um dos maiores instalados ao longo do Rio São Francisco. A medida foi determinada pela Agência Nacional de Águas e tem o objetivo de preservar o reservatório, que hoje está com 3,01% de seu volume útil. Três Marias é o reservatório de cabeceira do Rio São Francisco e o segundo maior da bacia, depois de Sobradinho.

A usina de Três Marias, que possui seis turbinas para gerar energia, funciona atualmente com apenas duas turbinas e corre o risco de ter que desligar todas as máquinas, devido à queda constante do volume de água.

Por meio de nota, a Cemig [A Companhia Energética de Minas Gerais], responsável pela usina, informou que avalia, agora, a possibilidade de cumprir a solicitação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sem que haja necessidade de desativar uma das turbinas em operação. A estimativa é de que seriam necessários 30 dias de chuvas ininterruptas para que a barragem retome o se nível normal, o que provavelmente não vai ocorrer na atual temporada de chuvas.

MINAS FAZ BALANÇO DE INVESTIMENTO EM MUNICÍPIO

Linhas do BDMG liberam recursos da ordem de R$ 600 milhões para obras de infraestrutura e modernização

Saiu esta semana o balanço das contratações da etapa da contratação dos recursos para os municípios lançada pelo governo de Minas Gerais em abril do ano passado. Por meio de parceria entre o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e o Estado, viabilizou, foram contratados, no último ano, quase R$ 600 milhões em investimentos para 218 municípios, com a liberação de 297 financiamentos.

Há pouco mais de um ano, o BDMG anunciou linhas de créditos o que totalizavam R$ 700 milhões em investimentos para apoiar ações locais de infraestrutura, saneamento, edificações públicas, compra de máquinas, além de modernização administrativa no Estado. Os limites de financiamento por tomador são de até R$ 3 milhões, disponíveis em quatro linhas: BDMG Cidades, BDMG Urbaniza, BDMG Maq e BDMG Saneamento. A capitalização do banco, pelo Governo de Minas, permitiu a criação dessas novas linhas e reforçou sua atuação junto aos municípios mineiros.

Pelo menos dois municípios da microrregião do extremo Norte de Minas [Montalvânia e Itacarambi] contrataram os recursos do BDMG. Em Itacarambi, o prefeito Ramon Campos (PDT) utiliza R$ 3 milhões desse empréstimos para a polêmica iniciativa decapear com massa asfáltica as principais vias do centro da cidade, já pavimentadas com paralelepípedos (na foto acima).

Um dos principais diferenciais do BDMG – líder no apoio à infraestrutura municipal em Minas Gerais – é o atendimento especializado e personalizado, com equipes que conhecem as questões das administrações municipais, dando assistência técnica na montagem das propostas.

O BDMG Cidades financia edificações municipais, projetos de apoio ao turismo e ao patrimônio histórico e cultural. O prazo total do financiamento é de até 60 meses, incluídos até 12 meses de carência. Para projetos de iluminação pública, mobilidade e drenagem urbana há a linha BDMG Urbaniza, que oferece prazo total de até 72 meses, com até 12 meses de carência.

Já a linha BDMG Maq contempla propostas de aquisição de máquinas, equipamentos e veículos novos. Financiamentos destinados a projetos de água, esgoto e resíduos sólidos urbanos são contemplados pelo BDMG Saneamento, que disponibiliza prazo total de até 84 meses, com até 12 meses de carência.

Parceria com o BID

VELHO CHICO NA PAUTA

Em dia de balanço, Codevasf diz investir de R$ 67 milhões na preservação e revitalização da bacia do São Francisco

Com Portal da Codevasf

Dia de balanço das boas ações de governo e empresas em favor do meo ambiente. A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) fez o seu, com destaque para as ações de recuperação hidroambiental praticadas em Minas Gerais, estado onde está localizada a nascente do rio que é vital para a população do semiárido brasileiro. A preservação e revitalização da bacia hidrográfica do rio São Francisco é fundamental para melhorar a oferta de água nas sub-bacias do rio e proporcionar mais qualidade de vida às pessoas beneficiadas pelo rio, diz o óbvio a autarquia federal em despacho sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente , comemorado nesta quinta-feira.

A Codevasf informa investir mais de R$ 67 milhões em Minas Gerais por meio do Programa de Revitalização da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco – coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente, em parceria com o Ministério da Integração Nacional e outros 14 ministérios. A ação envolve desde a elaboração de planos diretores de bacias e monitoramento de águas superficiais e subterrâneas a ações de controle de processos erosivos em microbacias e sub-bacias. Os recursos são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Orçamento Geral da União.

“O principal objetivo desses trabalhos é a implantação de práticas conservacionistas de solo e água que, entre outros benefícios, melhoram a oferta de água, diminuem o carreamento de sedimentos para os cursos de água e propiciam melhores condições socioeconômicas e ambientais à população”, avalia Sidenísio Lopes de Oliveira, gerente de Revitalização das Bacias Hidrográficas na 1ª Superintendência Regional da Codevasf, em Montes Claros (MG).

Regeneração