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SONHO QUE SE SONHA, E SÓ

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Candidato do Cidadania não decola em pesquisa e desiste da disputa a prefeito em Januária

Domingo ele não vai. O engenheiro civil Daniel Fraga (Cidadania) anunciou na quarta-feira (4/5/2020) a retirada de sua candidatura a prefeito de Januária. A chapa de Fraga, casualmente batizada de ‘Construtores de sonhos’, tinha como vice o sindicalista Afonso José dos Santos, o Afonso do Sindicato (Cidadania).

O projeto político da dupla Daniel/Afonso tinha as bênçãos, ainda que à distância, do advogado e ex-prefeito Maurílio Arruda (2009/2012), que, por sinal, teve o mesmo Afonso do Sindicato como seu vice-prefeito. Daniel fez uma campanha baseada em idealismo e nos sonhos que anunciava construir, mas a chapa é quante e o jogo bruto. Não deu.

Fac-símile da carta-renúncia da chapa Daniel Fraga/Afonso do Sindicato: ganho de experiência

“Recuar, não seguir, voltar atrás, sempre é difícil. Devemos ter sempre a consciência de que a cada decisão que tomamos, renunciamos a uma opção [...]. As dificuldades de campanha, a pandemia, o respeito à família, aos amigos e apoiadores, foram fatores cruciais para essa tomada de decisão”, escreveu Daniel - numa melancólica nota de despedida do processo eleitoral.

Fraga diz “que saiu mais forte e mostrando dignidade, com a certeza de que plantamos uma semente”, escreveu o ex-candidato, que anunciou ainda sua decisão de não apoiar nenhum dos concorrentes, mas liberou seus eleitores para “escolher quem melhor representa os anseios da população”.

NÃO DECOLOU

Daniel Fraga definiu que seria candidato em meados de julho deste ano. No plano de voo, o ex-engenheiro da Copasa imaginava crescer na intenção de voto até o final de outubro, quando se posicionaria entre os dois nomes mais cotados para ganhar a eleição em Januária.

O projeto, entretanto, não vingou e Fraga optou por abortar a caminhada rumo às urnas – até como forma de se preservar para futuros embates.

Pesquisas realizadas pelos partidos para consumo interno mostram um desempenho pífio do candidato do Cidadania – na melhor projeção, ele alcançava 5% das intenções de voto na virada de outubro para novembro.

TOSTÃO CONTRA MILHÃO

POEIRA E LAMA: O ASFALTO QUE NÃO SAIU

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Outra eleição chegou, mas os acenos para a pavimentação da BR-135 feitos por Arlen e Quinquinhas não saem do papel

No meio do caminho tinha um asfalto, tinha um asfalto no meio do caminho: até quando o povo votará em quem promete e não cumpre retomar a obra parada   

[ANÁLISE] - O presidente Jair Bolsonaro foi ao Maranhão na semana passada para inaugurar 3,7 quilômetros da duplicação do asfalto da BR-135 em um ponto qualquer entre a capital São Luiz e o município de Bacabeira.

Tempos esquisitos esses em que um presidente da República dedica seu tempo para inaugurar a pavimentação de três quilômetros de asfalto, enquanto o país navega sem rumo em meio às maiores crises econômica e sanitária de sua história.

O ministro Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) estava ao lado de Bolsonaro no bate-pernas ao Maranhão.

É o mesmo Tarcísio que era a esperança do prefeito de Manga e candidato à reeleição, Quinquinhas de Quinca de Otílio, o Joaquim do Posto (PSD), para jogar o ‘ouro negro’ nos 48 quilômetros da mesma BR-135 entre Manga e Itacarambi, no extremo Norte de Minas.

CADÊ O ASFALTO QUE ESTARIA AQUI?

Nos últimos cinco anos, Quinquinhas e os deputados da estimação Arlen Santiago (estadual) e Antonio Pinheiro Neto, o Pinheirinho (federal), quase afundam o asfalto da Esplanada dos Ministérios para audiências-relâmpagos em que foram implorar aos mandachuvas dos governos Michel Temer e Bolsonaro um adjutório para a retomada do asfalto da BR-135 entre Manga e Itacarambi. 

Fossem verdadeiras as muitas promessas a cada final dessas audiências, Quinquinhas estaria agora com a fatura eleitoral da conquista do asfalto entre Manga e Itacarambi. Promessas, engodos e o usuário da BR-135 ainda trafega na poeira e lama, a depender da estação do ano.

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MUITO CACIQUE E POUCO ÍNDIO

TINHA UM LIMITE, ELE FOI LÁ E IMPLODIU

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[ANÁLISE] - O presidente Jair Bolsonaro foi ao Maranhão nesta semana torrar dinheiros públicos - sempre em falta - na campanha eleitoral extemporânea que mantém desde a posse e exercitar o que sabe fazer de melhor: exibir sua abissal estupidez em piadas de gosto duvidoso e atacar sua miríade de inimigos, reais ou imaginários.

Bolsonaro, o tosco, prometeu expulsar do Brasil os comunistas do Maranhão, Estado governado por Flávio Dino (PCdoB), que lhe faz dura oposição. Seria o caso de perguntar para o abilolado para qual parte do Universo ele enviaria os comunistas conterrâneos dos estupendos Zeca Baleiro e Alcione, mas deixa quieto. Conversa de doido, não vale a missa.

A primeira visita oficial ao Maranhão  deu a Bolsonaro a oportunidade de se mostrar na sua expertise máxima, a de humorista frustrado que vomita sandices em frases de mau efeito e ainda antecipa o próprio riso aos urros da claque ignorante e ignara que lhe serve de plateia por onde pisa.

A asneira bolsonariana da vez foi relacionar a cor do tradicional guaraná Jesus à homossexualidade do povo maranhense - de quebra se declarou convertido à opção, no que repete pela enésima vez não só o preconceito mas também apreço pela causa. Coisa de enrustidos. Não foi só ofensivo. Foi insano.

A baixeza e a vilania presidencial seria mais um dado desses tristes dias para um Brasil que sonhava com grandeza e status no panteão das nações, mas é pior.

O presidente joga contra a saúde pública desde o início da pandemia e agora incentiva uma bestial guerra contra a vacina na briga política com o governador João Doria.

Pior, ameaça entregar o SUS para o baronato da saúde paga a peso de ouro. Desmantelar o SUS em meio à maior crise sanitária da história é insano e criminoso.

Essa é a má notícia: o deslumbre de Bolsonaro e sua Presidência sem rumo colocam o país em rota batida para o caos. Há limites que não devem ser testados, sob pena de não se poder voltar atrás. Um deles é até quando um país suporta o desgoverno e a inação.

Não há governo, não há projetos e, para piorar, o ministro Paulo Guedes (Economia), que reuniu em torno de si quase a metade das pastas que realmente importam na Esplanada, começa a ensaiar a prometida fuga para Paris.

TACAPE NEOLIBERAL

ENTRE TAPAS E BEIJOS

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Arlen tenta animar a difícil campanha de Quinquinhas à reeleição em Manga com ataques ao PT, de quem é aliado em parcerias a granel

Arlen Santiago na convenção do PT em Matias e ao lado de Paulo Guedes, em evento da campanha de Joãzinho Lima (camisa verde) em Januária 

O deputado estadual Arlen Santiago (PTB) acionou as hélices do seu helicóptero para baixar em Manga duas vezes em menos de uma semana. O médico e político multimilionário, visitou a cidade no sábado (24) para participar da carreata do aliado Quinquinhas de Quincas de Otílio, o Joaquim do Posto (PSD), que disputa a reeleição no município.

Arlen voltou a queimar gasolina de aviação para pousar em Manga na quarta-feira (29) à noite, quando participou do desanimado comício que Quinquinhas realizou no Bairro Tamuá. O deputado se vira nos 30 na tentativa de animar a campanha do aliado em Manga.

Durante sua fala, o companheiro Arlen chutou mais uma vez o cachorro morto da gestão do petista Fernando Pimentel em Minas Gerais, de tão péssima memória, mas seguramente fora de lugar e espaço na sucessão manguense.

A coisa beirou ao desespero e, claro, mal serve para empolgar o eleitor mais apaixonado do prefeito de Manga, sabedor que é que Pilantrel, como Arlen prefere, não vai voltar a governar Minas e muito menos Manga.

“Esse sujeito, esse governador, Pimentel, quantas estradas ele asfaltou no Norte de Minas, gente? Nenhuma. Ele desceu de avião, helicóptero, lá em São Francisco e...”, discursou Arlen, em fala que, bem medida e pesada, vale para... o próprio deputado, que sobe e desce o Norte de Minas, também de avião, para lançar promessas ao vento. Entregas que é bom, ninguém ouve falar.

SOBRE AÉCIO...

GUEDES TESTA POSITIVO PARA COVID

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Deputado suspende atividades político-partidárias e deve ficar em isolamento por uma semana

O deputado federal Paulo Guedes (PT) testou positivo para a covid-19 na quarta-feira (28). O deputado começou a sentir os primeiros sintomas no último final de semana, durante uma visita a Manga, onde participou de ato da campanha do irmão e ex-prefeito Anastácio Guedes, candidato na sucessão local.

De volta a volta a Montes Claros, na segunda-feira, o parlamentar buscou orientação médica na Santa Casa, onde recebeu indicativo preliminar de diagnóstico positivo para a Sars-Cov-2, quando realizou bateria de exames para confirmar ou não a contaminação. O resultado saiu na noite de ontem.

MAL-ESTAR

CANDIDATOS REAGEM À PESQUISA DO PT

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Em rara concordância, adversários desqualificam pesquisa que coloca o petista Anastácio na liderança da corrida eleitoral em Manga

Carlito Oliveira, Luiz do Foguete, Isaías Nascimento e Adailton Locutor reagiram com duras críticas à divulgação da pesquisa

A pesquisa de intenção de votos sobre a temperatura da sucessão municipal em Manga, divulgada hoje aqui no site, causou grande irritação entre os cinco concorrentes do ex-prefeito Anastácio Guedes (PT).

A amostra foi contratada pelo diretório estadual do Partido dos Trabalhadores e realizada pelo Instituto Veredas de Ensino e Desenvolvimento Humano, de Montes Claros, e aponta que o petista e ex-prefeito Anastácio estaria isolado na liderança pela corrida eleitoral no município, com 40,3% da preferência do eleitor na opção estimulada – em que o pesquisador apresenta os nomes dos candidatos.

Em segundo lugar aparece o atual prefeito Quinquinhas de Quinca de Otílio, o Joaquim do Posto (PSD), com 26%, seguido de perto pelo fazendeiro José Carlito de Oliveira, o Carlitão (PSL), com 21,7%.

Pesquisa do Instituto Veredas com cenário que inclui indecisos e nulos 

O atual vice-prefeito e candidato Luiz Carlos Santana Caíres (PDT), ficou bem mais abaixo, com 3,7% das indicações de voto, mais próximo de Adailton Silva (Patriotas), que aparece com 1% das intenções de voto. O pastor Isaías Nascimento (Rede) não pontou nas entrevistas do Veredas.

‘PESQUISA TENDENCIOSA’

Luiz Foguete não gostou do que viu. Em áudio distribuído em uma rede social, ele classificou a pesquisa como “forjada, tendenciosa e não confiável, como é de costume desse pessoal do PT”. Segundo o candidato, o movimento dos petistas seria apenas o desespero em razão do seu crescimento nas intenções de voto.

“Eles sabem que Luiz do Foguete cresceu muito e que no dia 15 de novembro a população de Manga vai dar uma resposta ao descaso que acontece há oito anos no município, principalmente no governo do PT”, afirmou o candidato.

NOVO

Terceiro colocado no levantamento Veredas, Carlitão avalia que o resultado da pesquisa não condiz com o clima político atual. “Qualquer integrante de qualquer um dos grupos que disputam o pleito, concorda que Carlitão disputa a liderança, tem menos incide de rejeição, e tem uma campanha em crescimento”, diz o candidato em nota enviada ao site.

Carlitão diz que seu nome representa o novo e que, por isso, agradou o eleitorado manguense. “Pesquisas dessa natureza, com o objetivo que se busca com a divulgação do resultado, só demonstra que aqueles que são contrários à mudança de verdade estão incomodados com o nosso nome. As pesquisas realizadas para consumo próprio, mostram que estamos no caminho certo, verdadeiro e vitorioso”, sustenta o candidato.

‘NEM EU VOTO EM MIM?’

Sem nenhuma citação na pesquisa do Veredas, o pastor Isaías Nascimento também coloca em dúvida a veracidade da pesquisa.

“O jogo velho começa a se estabelecer e a gente já sabe como isso funciona. Pesquisas facciosas e sem verdade alguma são comuns na história política de Manga. Quando algum candidato está em posição de destaque, como é o nosso caso, eles tentam desclassificar, porque sabem que a nossa sociedade é vulnerável a esse tipo de prática”, desqualifica o candidato da Rede.

Isaías disparou contra o deputado federal Paulo Guedes, irmão do candidato Anastácio, a quem acusa de ser useiro e vezeiro em fazer contratação de empresa para trazer um panorama político irreal na reta final das eleições.

“Eles querem dizer que não tenho nem o meu próprio voto. Minha esposa e meu filho não votam em mim? Quem vai a campo sabe que isso não existe e que a realidade é totalmente diferente do que essa amostragem apresenta”, reclama.

CEMITÉRIO DE OBRAS

VEREDAS: ANASTÁCIO LIDERA EM MANGA

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Pesquisa encomendada pelo PT mostra ex-prefeito com 43,4% no critério votos válidos, seguido pelo prefeito Quinquinhas (28,1%), em empate técnico com o estreante Carlitão (23,4%)

[ATUALIZADO] - Grupos de Whatsapp começam a repercutir na manhã desta quarta-feira (28) o resultado de pesquisa de intenção de votos realizada pelo Instituto Veredas de Ensino e Desenvolvimento Humano no município de Manga, no extremo Norte de Minas.

A menos de três semanas da eleição, o levantamento aponta o ex-prefeito Anastácio Guedes (PT), que comandou o município entre 2013/2016, na liderança da corrida eleitoral com 43,4% das intenções de voto, quando se considera o critério dos votos válidos - o que exclui os indecisos, brancos e nulos, e os não informados. 

Em segundo lugar, e pelo mesmo critério, aparece o atual prefeito Quinquinhas de Quinca de Otílio, o Joaquim do Posto (PSD), que busca se reeleger para o que pode ser seu quarto mandato no município, com 28,1% das preferências do eleitor.  

Fonte: Relatório de Pesquisa Eleitoral Instituto Veredas

Ainda segundo o Instituto Veredas, empresa estreante no ramo de pesquisas, com sede em Montes Claros, o terceiro colocado nas intenções de voto na corrida eleitoral em Manga é o agropecuarista José Carlito de Oliveira, o Carlitão (PSL), o Carlitão (PSL), com 23,4% das intenções pelo critério dos votos válidos. 

Carlitão aparece em situação de empate técnico com o prefeito Quinquinhas, considerada a margem de erro amostral informada para o levantamento que é de 5,6 pontos percentuais para cima ou para baixo.

Quando se considera a opinião dos indecisos, brancos e nulos, os números são um pouco menores para todos os candidatos (veja na tabela abaixo). O ex-prefeito Anastácio segue na liderança com 40,3%, seguido por Quinquinhas (26%), Carlitão (21,7%), Luiz do Foguete (3,7%), Adailton Silva (1%), além do professor Isaias Nascimento, que não pontua.

Fonte: Relatório de Pesquisa Eleitoral Instituto Veredas

Na segunda coluna, os percentuais de cada candidato, em recorte que inclui brancos e nulos, indecisos e não informados

Bem mais distante, aparecem o atual vice-prefeito Luiz Carlos Santana Caíres, o Luiz do Foguete (PDT), com 4%, e Adailton Silva, o Adailton Locutor (Patriotras), com 1,1% dos votos válidos. O candidato da Rede Sustentabilidade, o pastor e professor Isaías Nascimento não pontuou na pesquisa. Votos brancos ou nulos são 2% e os indecisos somam 4%.

A pesquisa é do tipo quantitativa e teve como contratante o diretório estadual do Partido dos Trabalhadores, em Belo Horizonte. O Instituto Veredas informa no relatório técnico que acompanha a pesquisa que utiliza “a metodologia de entrevistas pessoais domiciliares, com aplicação de questionário estruturado e padronizado junto a uma amostra representativa dos eleitores”.  

O levantamento foi realizado entre os dias 22 e 24 de outubro e divulgada na noite da terça-feira (27). A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número MG-05465/2020 na quarta-feira, 21 de outubro. A responsável técnica pela pesquisa, que tem intervalo de confiança é de 95%, é a estatística Denise Nogueira Magri Mendes. 

A amostra do Instituto Veredas ouviu 300 eleitores para entrevistas que levam em conta o critério de cotas, calculadas na proporção de gênero, faixa etária e grau de instrução, além da renda familiar.

O plano amostral da pesquisa informa cobertura nas principais áreas geográficas do município, com respondentes do sexo masculino (51%) e feminino (49%). Ainda segundo o Veredas, o compliance para checagem das amostras é realizado em 20% dos questionários aplicados durante a consulta aos eleitores.  

REJEIÇÃO

QUEM PAGA A CONTA?

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PSL repassa R$ 70 mil para Carlitão. Quinquinhas e Anastácio também informam ajuda dos fundos partidário/eleitoral. Isaias e Adailton não declaram receitas nem gastos

Faltam menos de três semanas para as eleições municipais e os candidatos ou coligações concluíram no domingo (25), em todo o país, as prestações de contas parciais prevista na legislação eleitoral. O limite legal para gastos de cada candidato/coligação em Manga é de R$ 295,6 mil. 

Quase toda receita informada pelo candidatos a prefeito em Manga até agora teve como origem os fundos eleitoral e partidário. Embora tenham se declarados milionários à Justiça Eleitoral, o candidato José Carlito de Oliveira, o Carlitão (PSL), e seu vice, Vinicius Ramos (Republicanos), da coligação ‘Aliança pela renovação’, não meteram as mãos nos respectivos bolsos. Por enquanto, o dinheiro da campanha do prefeitável, por enquanto, foi aqui de Brasília.

Milionário e Zé Rico: prestação de contas parcial de Carlito e Vinicius não informa doação dos candidatos. Única transferência veio do PSL  

Carlito informa ter recebido R$ 70 do diretório estadual/distrital do PSL, o partido representado na região pelo delegado da Polícia Federal e ora deputado federal Marcelo Freitas. Carlito não informou gastos na prestação de contas parcial, embora sua campanha tenha feito uma carreata há pouco de mais uma semana pelas ruas da cidade.

DINHEIRO DA VICE

Em busca de um segundo mandato, o ex-prefeito Anastácio Guedes (PT), da coligação ‘A força do povo na reconstrução’ informou ter recebido até R$ 68,8 mil. Desse total, R$ 40 mil foram repassados pelo diretório estadual do PSB, o partido da candidata a vice-prefeito na chapa petista, a vereadora Cassília Rodrigues. Já a direção estadual do PT repassou à coligação outros R$ 26.884,19.

Anastácio atualizou sua prestação de conta para informar que doou à própria campanha uns poucos caraminguás, R$ 500. A vice Cassília foi ainda mais sovina: repassou R$ 300 para sua coligação. Um parente do ex-prefeito, Mateus Guedes Santana, foi mais generoso com o depósito de R$ 1 mil.

DINHEIRO DO PROGRESSISTAS 

Quem também fez a prestação de contas parcial foi o prefeito Quinquinhas de Quinca de Otílio, o Joaquim do Posto (PSD), da coligação ‘Manga não pode parar’. O prefeito, um empresário em busca a reeleição para aquele que pode ser seu quarto mandato no município, também não enfiou a mão no bolso até aqui.

Na prestação de contas, o prefeito diz ter recebido R$ 35 mil do Progressistas, um dos partidos que integram sua coligação. O  Progressistas vem a ser o partido da filiação do deputado federal aliado Antônio Pinheiro Neto, o Pinheirinho, estrela de pouco brilho no céu do Centrão, que agorar sustenta o bonde bolsonarista.

Não deixa ser curioso: o Progressistas talvez não tenha nem mesmo a expectativa concreta de eleger vereador em Manga, mas ainda assim irriga a campanha do aliado Quinquinhas com R$ 35 mil. O PSD ao qual o prefeito se filiou para disputar a atual eleição, não mandou um centavo até agora - segundo informa a primeira prestação de contas.  

O atual vice-prefeito Luiz Carlos Santana Caíres, o Luiz do Foguete (PDT), da coligação “Compromisso com a mudança”, retirou do próprio bolso R$ 5 mil, a única doação que recebeu até agora. Luiz do Foguete anunciou, no final de semana, que não aderir às carreatas, o modismo da atual estação eleitoral, em respeito ao distanciamento social imposto pela pandemia do covonavírus.

Os candidatos pastor Isaias Nascimento (Rede) e Adailton Silva (Patriotas) não fizeram suas prestações de conta parciais.

O CLIMA ESQUENTOU

A AJUDA QUE VEM DE CIMA

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Quinquinhas e Anastácio declaram ajuda de partidos políticos na prestação de conta parcial. Luiz doa para si mesmo. Carlitão, Isaias e Adailton não informam receitas ou gastos até agora

Imagem de arquivo: transição entre o governo Quinquinhas para Anastácio em 2012. Novamente candidatos, eles declaram recursos recebidos de partidos

O limite legal para gastos de cada candidato/coligação em Manga é de R$ 295,6 mil. Reza a lenda que os candidatos realmente competitivos - o que não estão só a passeio - precisam ir além desse valor, quando se considera o período temporal de uma campanha para muito além desses 60 dias estipulados no calendário eleitoral.

Os partidos políticos na arena da sucessão em Manga começaram a enviar suas prestações de contas parciais à Justiça Eleitoral nesta semana - o prazo vai até o próximo domingo (25). As informações devem trazer a contabilidade das receitas e despesas das campanhas até o dia 20 de outubro do ano eleitoral.

FUNDO ELEITORAL

Em busca de um segundo mandato, o ex-prefeito Anastácio Guedes (PT), da coligação ‘A força do povo na reconstrução’ informou ter recebido até R$ 66,8 mil. Desse total, R$ 40 mil foram repassados pelo diretórios estadual do PSB, o partido da candidata a vice-prefeito na chapa petista, a vereadora Cassília Rodrigues. Já a direção estadual do PT repassou à coligação manguese outros R$ 26.884,19.

Anastácio relatou gastos - até agora - de R$ 20,2 mil, o maior deles com uma gráfica, para a impressão do material de campanha. Anastácio é aposta do deputado federal Paulo Guedes para voltar a mandar na Prefeitura de Manga, de onde saiu enxotado pelo povo há quatro anos, após uma gestão difícil que tentou reação de última hora com um pacote de obras para fins eleitoral.

Quem também fez a prestação de contas parcial foi o prefeito Quinquinhas de Quinca de Otílio, o Joaquim do Posto (PSD), da coligação ‘Manga não pode parar’. O prefeito, um empresário milionário em busca a reeleição para aquele que pode ser seu quarto mandato no município, não enfiou a mão no bolso até aqui.

Na prestação de contas, o prefeito diz ter recebido R$ 35 mil do Progressistas, um dos partidos que integram sua coligação. Seu partido, o PSD, até agora não botou um centavo na roda. Quinquinhas não informou nenhuma despesas até agora, embora esteja em campanha quase desesperada pela reeleição.

O dinheiro do fundo partidário e do fundo especial para financiamento de campanhas eleitorais criado em 2017 é a principal - e única - fonte de recursos de Anastácio e Quinquinhas nessa primeira prestação de contas. É dinheiro dos impostos pagos pelo contribuinte, que, na maior parte das vezes, nem se dá conta que banca a farra. 

POUPANÇA

É de se inferir que ele tenha optado por economizar o dinheiro para gastar na reta final da campanha, no que repetiria a estratégia que adotou no atual mandato, qual seja a de fazer uma poupança para um pacote de obras de pavimentação de ruas agora neste segundo semestre.

Até aqui, Quinquinhas mantém a marcar de não ter feito uma única inauguração relevante durante quatro anos, no que se situa como um dos piores prefeitos que Manga já teve ao longo de sua história quase centenária.

Entre um desmentido e outro sobre sua possível desistência da disputa eleitoral, o atual vice-prefeito Luiz Carlos Santana Caíres, o Luiz do Foguete (PDT), da coligação “Compromisso com a mudança”, retirou do próprio bolso R$ 5 mil, a única doação que recebeu até agora. A campanha franciscana de Luiz do Foguete informa ter gasto apenas 10% desse total.

NADA A DECLARAR 

QUEM TEM MEDO DE CARLITÃO?

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Candidatos recusam acordo para evitar atos de campanha e carreatas viram instrumento para demonstrar força eleitoral em tempos de pandemia

Proposta de TAC, recusada, tentou evitar cenas como essa acima da campanha de Carlitão: aglomeração em plena pandemia

[ATUALUZADO] - O Ministério Público Eleitoral de Manga reuniu na semana passada representantes de candidatos e coligações que disputam as eleições em municípios da jurisdição da Comarca local. A proposta era firmar um termo de ajuste de conduta (TAC) entre os comandos das diversas campanhas para se evitar eventos com grande afluência de pessoas.

A preocupação do MPE faz todo o sentido depois que uma carreata promovida pela campanha à reeleição do prefeito Rômulo Carneiro, em Juvenília, pode ter sido o pivô para um surto de coronavírus que resultou em 26 casos positivos para a doença – dois deles considerados graves.

SEM ACORDO

O TAC proposto pelo Ministério Público foi recusado em Manga por pelos menos duas coligações, uma delas a do prefeito Quinquinhas de Quinca de Otílio, o Joaquim do Posto (PSD), que disputa a reeleição pela coligação ‘Manga não Pode Parar’. A iniciativa do MP veio logo após o candidato de oposição Anastácio Guedes (PT), da coligação ‘A Força do Povo na Reconstrução’ ter realizado sua carreata. A eleição majoritária deste ano no município é disputada por seis candidatos. 

Em sentido horário, do candidato com maior valor de bens declarados ao menor: Carlitão Oliveira, o prefeito Quinquinhas, Isaias Nascimento, o ex-prefeito Anastácio Guedes, o vice Luiz do Foguete e Adailton Locutor 

Sem acordo para as medidas prudenciais contra o Sars-CoV-2, a coligação ‘Aliança pela Renovação’, do candidato Carlito Oliveira, o Carlitão (PSL), decidiu mostrar força no sábado (17), com a realização da maior carreata até aqui nessas eleições.

As imagens do movimento mostram pessoas apinhadas na carroceria de uma caminhonete sem o uso de máscaras faciais. Campanhas políticas, como já registrei aqui, são movidas a emoção. Era muito improvável que os candidatos fossem cumprir o figurino do isolamento social indicado pelas autoridades de saúde.

O ZERO ENTREGA